Memória: História da família Smiderle  - Geral - Pioneiro

Encontro07/06/2017 | 10h00Atualizada em 07/06/2017 | 10h00

Memória: História da família Smiderle 

O primeiro Smiderle a emigrar para o Brasil foi Francesco, vindo da Itália

Memória: História da família Smiderle  Acervo Horácio Smiderle/Arquivo Pessoal
Foto: Acervo Horácio Smiderle / Arquivo Pessoal

Os primeiros integrantes da família Smiderle emigraram para o Brasil entre 1877 e meados dos anos 1880. Seus nomes eram Carlo, Giovanni e Francesco. Todos vieram da Itália, juntamente com suas famílias, em busca de novas oportunidades e uma vida mais justa.

O primeiro a emigrar foi Francesco Smiderle. Procedente de Monte di Malo, Itália, já veio casado com Maria Anna Smiderle, tendo desembarcado no Brasil em 23 de setembro de 1877, do navio Isabella. Aportaram no Porto de Santa Cruz, distrito de Santa Leopoldina, em Santa Tereza, Espírito Santo. O casal tinha dois filhos: Luigi Alessandro e Marianna, também italianos.

Além dele, veio também Carlo Beniamino Smiderle, procedente de Monte Magre, Itália, estabelecendo-se inicialmente na costa do Rio das Antas. Carlo casou-se com a também italiana Catherina Marcante. Logo depois, firmou-se definitivamente no Travessão Cerro Largo, onde tiveram 13 filhos: Luiz, Alfonso, Modest, Rosa, Matilde, Gabriel, Pedro, Mysthica, Rosalina, Olivo, Michele, Albina e Carlos Filho.

Por fim, Giovanni Batisti desembarcou no Brasil por volta de 1880, estabelecendo-se no atual distrito de Otávio Rocha, município de Flores da Cunha. Giovanni casou-se com Emília Trentin e tiveram cinco filhos: Maria, Pietro Umberto, Vitório, Margarete e Joaquim.

1º Encontro da Família Smiderle

Bancada com registros fotográficos fazia parte da recepção do 1º encontro Foto: Edson Smiderle / Acervo Pessoal

Em 7 de maio de 2017, realizou-se o primeiro encontro da família Smiderle, no Travessão Cerro Largo, município de Nova Pádua. Segundo Horácio Smiderle, um dos organizadores, o encontro foi coroado de êxito, um momento em que os participantes tiveram a oportunidade de reencontrar parentes e amigos de longa data e compartilhar histórias da família. Horácio conta que o evento foi marcado por muita emoção:

— Não faltaram calorosos abraços, e como se diz em italiano, "a velha tchacola".

O encontro contou com várias programações: café da manhã junto à recepção dos convidados, celebração de missa e participação do coral da família Pecatti. Durante a programação, foi contemplado o histórico da vinda dos primeiros imigrantes da família Smiderle.

Família Smiderle celebra o primeiro encontro, com familiares de todo o país   Foto: Edson Smiderle / Acervo Pessoal

Além de estarem presentes Smiderles do interior do Estado, participaram familiares de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Paraná e Santa Catarina.

Estiveram presentes também Arturo Cazzola e Loredana Bisaro, vindos diretamente de Monte Magré, na Itália. No salão local, com uma decoração de objetos e motivos coloniais da época, seguiu-se então o almoço típico italiano, animado pela centenária Banda Santa Cecília de Nova Pádua.

Conforme Horácio, mais eventos serão realizados, após o sucesso do primeiro.

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