Geral, Pioneiro.com, clicRBSPioneiro.comhttp://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/urn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-iatom© 2011-2017 clicrbs.com.br2017-07-25T11:45:25-03:00urn:publicid:clicrbs.com.br:23519571Motoristas e proprietários de vans protestam por mais segurança em frente à prefeitura de Caxias do SulCerca de 150 veículos bloquearam trecho da Rua Alfredo Chaves na manhã desta terça-feira2017-07-25T10:44:38-03:002017-07-25T10:44:38-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiogo SallaberryMotoristas e proprietários de vans protestam por mais segurança em frente à prefeitura de Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23519571Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-motoristas-e-proprietarios-de-vans-protestam-por-mais-seguranca-em-frente-a-prefeitura-de-caxias-do-sul-9852464Motoristas e proprietários de vans protestam por mais segurança em frente à prefeitura de Caxias do SulCerca de 150 veículos bloquearam trecho da Rua Alfredo Chaves na manhã desta terça-feira2017-07-25T10:44:38-03:002017-07-25T10:44:38-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brApós assaltos semanais, motoristas e proprietários de vans de Caxias do Sul protestaram e pediram por mais segurança em frente à prefeitura, na manhã desta terça-feira. Cerca de 150 veículos, que fazem transporte escolar e fretamento, bloquearam o trecho da Rua Alfredo Chaves. A manifestação saiu do bairro Jardelino Ramos, por volta das 8h45min, e seguiu até a área central. Leia mais:Em 10 anos, 549 pessoas morreram em acidentes de trânsito em Caxias do SulCrescem as trocas de tiros entre criminosos e a polícia em CaxiasPara mediar greve, médicos de Caxias do Sul aceitam representação do SindiservConforme Adriano Bressan, que ajudou na organização do protesto, a principal reivindicação da categoria é por mais segurança, já que os criminosos têm roubado os veículos e pedido resgates de até R$ 10 mil. Há relatos de roubos em que crianças tiveram que ser retiradas da van no momento em que os bandidos praticavam o assalto.— Estamos lutando antes que a situação tome rumos insustentáveis. Não podemos mais aceitar que bandidos apontem armas para nós, levem o nosso sustento diário e coloquem em risco a nossa vida e a dos passageiros. Nós transportamos crianças e nem assim eles poupam. Precisamos que as autoridades nos apoiem, nos escutem e nos ajudem a coibir essa criminalidade — afirma Bressan.Vítima mais recente da insegurança que preocupa a categoria, Susana Picoloto, 42 anos, teve o veículo levado por criminosos na última sexta-feira. A mulher não teve nem tempo de registrar o boletim de ocorrência: poucos minutos depois os bandidos já entraram em contato pedindo resgate.— É o meu sustento e tive que aceitar as condições dos assaltantes. Paguei o resgate, tenho minha van de volta, mas me sinto completamente impotente diante de tanta violência. Não deixo mais o veículo estacionado na rua e ando sempre preocupada — conta Susana, que junto com outras mulheres representa cerca de 40% dos condutores de vans na cidade. Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBSAlém de segurança, a categoria também protestou contra o excesso de fiscalização direcionada às vans. Os manifestantes alegaram ser perseguidos pela Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade.— Pagamos impostos, seguimos todas as normas de regularização dos veículos e não temos segurança. Só o que recebemos são multas. Fazem blitz diárias direcionadas às vans e não temos respaldo algum para realizar o nosso trabalho com dignidade — lamenta Luiz Lima, proprietário de uma empresa de transportes e organizador da manifestação.Ainda nesta terça-feira, o grupo deve ocupar a tribuna da Câmara de Vereadores para se manifestar. Em pauta também estão pontos como, por exemplo, a liberação dos corredores de ônibus para micros e vans com selo, vistoria com validade de um ano, aumento do prazo da regularização dos veículos na renovação do selo, além da liberação de películas autorizadas nos vidros laterais, o que, no entendimento da categoria, iria coibir a abordagem dos criminosos. Durante o ato na prefeitura, os manifestantes foram recebidos pelo vice-prefeito Ricardo Fabris de Abreu, que se comprometeu em atender a demanda numa reunião nesta semana. Posteriormente, ele deve encaminhar as reivindicações ao prefeito. Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBSPorto Alegre, RSPioneiro.comMotoristas e proprietários de vans protestam por mais segurança em frente à prefeitura de Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-motoristas-e-proprietarios-de-vans-protestam-por-mais-seguranca-em-frente-a-prefeitura-de-caxias-do-sul-9852464Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:21424268549 pessoas morreram em acidentes na última década em Caxias do SulOnze vias concentram cerca de 70% destas ocorrências2017-07-25T09:02:38-03:002017-07-25T09:02:38-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSahande dos Santos Machado / Divulgação549 pessoas morreram em acidentes na última década em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:21424268Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-549-pessoas-morreram-em-acidentes-na-ultima-decada-em-caxias-do-sul-9852426549 pessoas morreram em acidentes na última década em Caxias do SulOnze vias concentram cerca de 70% destas ocorrências2017-07-25T09:02:38-03:002017-07-25T09:02:38-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brUm levantamento elaborado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RS) revela que 549 pessoas morreram em decorrência de 487 acidentes de trânsito nos últimos 10 anos em Caxias do Sul _ de 2007 a 2016. Onze vias concentram cerca de 70% destas ocorrências, sendo que as rodovias lideram com folga as tragédias. Para se ter ideia, a BR-116, a ERS-122 e a RSC-453 condensam pouco mais da metade dessa fatia de acidentes. E é fácil compreender porque estradas representam um perigo tão grande a motoristas e pedestres da cidade, já que cruzam Caxias de Sul em diversos pontos e centralizam um tráfego diário de milhares de carros. Apenas pela BR-116, por exemplo, cruzam cerca de 50 mil motoristas por dia, segundo estimativa da Polícia Rodoviária Federal. A fórmula que resulta em tantas vidas perdidas inclui pressa ao volante, desatenção de quem cruza a via e estradas em más condições de conservação.Leia mais:Homem morre em capotamento no interior de Coronel PilarMotociclista morre após acidente na RSC-453, em Garibaldi— É um reflexo da era do individualismo que vivemos. A cultura de que não preciso respeitar o sinal, que tenho de atravessar a rua com pressa e a certeza da impunidade tem impacto direto sobre isso. A fiscalização é fundamental, mas o município e o Estado não podem estar em todo lugar o tempo todo. O maior índice de mortes ainda é causado pela falta de respeito ao semáforo, que é uma questão direta de comportamento — acredita Juarez Ribeiro, perito de trânsito e professor da Universidade de Caxias do Sul (UCS).Fundamentais para ligar a cidade de ponto a ponto, as vias mais mortais não são exclusividade de uma única região. A Avenida Ruben Bento Alves, conhecida como Perimetral Norte/Oeste, é o cenário de 22 mortes, divididas em 20 acidentes. Um cruzamento, em especial, teve pelo menos três mortes nos últimos 10 anos: é o entrocamento com a Moreira César, próximo de uma revenda de carros, no acesso ao bairro São José. A Moreira, aliás, é a segunda rua com maior acidentabilidade, quando excluem-se as rodovias do ranking. Mas vias menores, como a Júlio Calegari, na região do Esplanada, também fazem parte do ranking, chegando a oito mortes. — A maior parte dos acidentes é por colisão, mas Caxias do Sul tem dados atípicos na comparação com o Estado: 16% das mortes são por choque contra objeto físico, como poste, muro ou veículo parado. O índice de tombamento também é muito expressivo: 8%. Isso também remete principalmente à questão dos desníveis, aclives e declives da região — pondera Rosane Crivella, coordenadora da assessoria técnica do Detran/RS. PedestresEm Caxias, os pedestres se mostram alvo ainda mais frágil na comparação com o restante do Estado. Se a média estadual de atropelamentos é de 16%, o índice se aproxima do dobro em território caxiense: por aqui, 28% do total de mortes envolvem pedestres atropelados.— Há muito o que trabalhar nessa questão, seja por conscientização ou prevenção. O pedestre e o motorista, ambos não respeitam a faixa de segurança, e o semáforo de pedestres é ignorado. E sabemos que Caxias do Sul é uma cidade bem semaforizada e sinalizada — avalia Rosane.— O que nós temos de discutir é a causa destes acidentes. A arrecadação e a emissão de infrações de trânsito não diminuíram, mas a PRF reduziu o efetivo, por exemplo. Precisamos tratar da fiscalização à penalização, o regramento do pedestre do trânsito. Até acho que o problema não é na pista, mas nas pessoas, que estão cada vez mais agitadas — analisa o advogado e especialista em trânsito Joelci de Almeida.OUTRAS ESTATÍSTICASPor sexo:: 79% das vítimas são homens e 21% são mulheresIdade:: Em Caxias do Sul, as vítimas fatais com idades entre 18 e 29 anos chegam a 30% dos casos. No RS, o índice é de 27,7%. Em Caxias, sobressai-se a taxa de mortalidade na faixa dos 35 aos 39 _ 10,5% _ contra 7% da média do Estado. Dia da semana:: Outro dado que difere do Rio Grande do Sul é o dia da semana com maior índice de acidentes fatais. Enquanto no RS o sábado é o que concentra mais ocorrências, em Caxias é a segunda-feira.Período:: O período do dia com mais ocorrências é a noite e a madrugada. Nos fins de semana, estes turnos concentram mais de 66% dos óbitos por acidente (sábado) e outros 59% no domingo. No Estado, o turno que se destaca é a tarde.Porto Alegre, RSPioneiro.com549 pessoas morreram em acidentes na última década em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-549-pessoas-morreram-em-acidentes-na-ultima-decada-em-caxias-do-sul-9852426Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-para-mediar-greve-medicos-de-caxias-do-sul-aceitam-representacao-do-sindiserv-9852397Para mediar greve, médicos de Caxias do Sul aceitam representação do SindiservDecisão abre possibilidade de diálogo com a prefeitura na tentativa de colocar um ponto final na paralisação dos profissionais que atuam pelo Sistema Único de Saúde (SUS)2017-07-25T08:31:29-03:002017-07-25T08:31:29-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO impasse entre médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) e a prefeitura de Caxias do Sul pode estar próximo do fim. Isso porque os profissionais decidiram em reunião na noite desta segunda-feira que aceitam ter representatividade no Sindicato dos Servidores Municipais (Sindiserv). Desde que a greve da categoria teve início, em abril, as negociações não avançavam teoricamente por um motivo específico: os profissionais afirmavam que o Sindicato dos Médicos era o representante da categoria; já o Executivo dizia que apenas negociava com o Sindiserv, entidade do funcionalismo público. Leia mais:Crescem as trocas de tiros entre criminosos e a polícia em Caxias do SulPopulação pode sugerir mudanças a projeto que regulamenta Uber em CaxiasMinistério Público dá parecer favorável ao vice-prefeito de Caxias, Ricardo Fabris de AbreuConforme André Pormann, presidente da comissão dos médicos, a categoria deve encaminhar nesta semana uma proposta ao Sindiserv, que posteriormente deve direcionar ao prefeito Daniel Guerra. — Essa foi a forma que encontramos para encerrar a greve. O Sindiserv poderá atuar junto com a comissão de negociação para apresentar nossa pauta de reivindicações, sob a condição de manter a comissão com voz ativa no processo. Já formulamos a proposta em assembleia e entregaremos ao sindicato para que seja encaminhada ao Executivo — afirma.Na assembleia, os profissionais definiram novos rumos para a greve, além de algumas reivindicações: a categoria quer a redução da carga horária para os servidores médicos com contrato de 33 horas; a ratificação da proposta apresentada no início da greve, acrescida da recuperação das consultas perdidas com reposição dos valores descontados da folha salarial dos médicos grevistas, bem como o pagamento integral dos salários anteriores a greve.Porto Alegre, RSPioneiro.comPara mediar greve, médicos de Caxias do Sul aceitam representação do SindiservPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-para-mediar-greve-medicos-de-caxias-do-sul-aceitam-representacao-do-sindiserv-9852397Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23513837Secretaria da Saúde abre auditoria para avaliar atendimento a menino que morreu em Caxias do SulFamília de Matheus Closs alega aponta suposta falha no diagnóstico da criança2017-07-24T19:25:28-03:002017-07-24T19:25:28-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPorthus JuniorSecretaria da Saúde abre auditoria para avaliar atendimento a menino que morreu em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23513837Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-secretaria-da-saude-abre-auditoria-para-avaliar-atendimento-a-menino-que-morreu-em-caxias-do-sul-9851986Secretaria da Saúde abre auditoria para avaliar atendimento a menino que morreu em Caxias do SulFamília de Matheus Closs alega aponta suposta falha no diagnóstico da criança2017-07-24T19:25:28-03:002017-07-24T19:25:28-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brA Secretaria da Saúde de Caxias do Sul abriu uma auditoria médica para avaliar o atendimento prestado a Matheus Moises Mattos Closs, seis anos, que morreu no dia 15 de julho. Em dias diferentes, a criança passou três vezes pelo Pronto-Atendimento 24 Horas (Postão) com dores na barriga. Posteriormente, foi encaminhada para o Hospital Geral (HG), onde veio a óbito duas semanas depois. A família de Matheus alega que houve uma suposta falha no diagnóstico, pois as equipes do Postão apontaram virose intestinal. Contudo, o menino precisou ser submetido a uma cirurgia de apendicite no HG. Leia mais: Prefeitura de Caxias estima que cozinhas comunitárias reabram até a segunda semana de agosto Prontuário eletrônico em Caxias será integrado com hospitais A secretaria afirma que o caso não será tratado numa sindicância, mas sim num processo onde os envolvidos no atendimento no Postão e no HG são ouvidos. Numa primeira análise, segundo a secretaria, os registros indicam que houve presteza no atendimento a Matheus. Mais esclarecimentos, porém, só serão possíveis após conclusão da auditoria, que ainda não tem prazo para ser finalizada.r>Porto Alegre, RSPioneiro.comSecretaria da Saúde abre auditoria para avaliar atendimento a menino que morreu em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-secretaria-da-saude-abre-auditoria-para-avaliar-atendimento-a-menino-que-morreu-em-caxias-do-sul-9851986Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:19616064Prefeitura de Caxias estima que cozinhas comunitárias reabram até a segunda semana de agosto Duas das três unidades da cidade estão fechadas 2017-07-24T15:23:47-03:002017-07-24T15:23:47-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiogo SallaberryPrefeitura de Caxias estima que cozinhas comunitárias reabram até a segunda semana de agosto Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:19616064Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-prefeitura-de-caxias-estima-que-cozinhas-comunitarias-reabram-ate-a-segunda-semana-de-agosto-9851770Prefeitura de Caxias estima que cozinhas comunitárias reabram até a segunda semana de agosto Duas das três unidades da cidade estão fechadas 2017-07-24T15:23:47-03:002017-07-24T15:23:47-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brDas três cozinhas comunitárias de Caxias do Sul, somente a do bairro Canyon está servindo refeições com o trabalho de servidores e voluntários. As cozinhas dos loteamentos Mariani e Tijuca estão fechadas. As famílias atendidas por essas cozinhas estão recebendo cestas básicas. As informações são da Gaúcha Serra.As cozinhas foram fechadas devido ao término do convênio com a Fundação Caxias, que prestava o serviço de preparo dos alimentos. A cozinha do Mariani fechou em junho, e a do Tijuca, no mês de julho. A prefeitura abriu licitação para contratar uma empresa para prestar o serviço. A empresa vencedora, para um contrato de 12 meses, foi a Conceito Prestação de Serviços de Limpeza e Conservação Ltda. O valor do contrato é de R$ 1,2 milhão e contempla também o serviço de preparação de refeições para os Centros de Atenção Psicossocial, Residenciais Terapêuticos e Unidade de Acolhimento.Conforme a diretora de Segurança Alimentar da secretaria de Segurança Pública e Proteção Social, Maria de Lurdes Grison, o início dos serviços vai ocorrer a partir da publicação do contrato no Diário Oficial do Município. A estimativa é que o serviço nas cozinhas comece a ser prestado na segunda semana de agosto.Porto Alegre, RSPioneiro.comPrefeitura de Caxias estima que cozinhas comunitárias reabram até a segunda semana de agosto Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-prefeitura-de-caxias-estima-que-cozinhas-comunitarias-reabram-ate-a-segunda-semana-de-agosto-9851770Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23516741Memória: A indústria caxiense atuante na BahiaEm 1977, o Grupo Alfred produzia uma variada linha de roupas em couro, camisas e artigos em malha2017-07-24T14:09:08-03:002017-07-24T14:09:08-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPublivarMemória: A indústria caxiense atuante na BahiaPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23516741Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-memoria-a-industria-caxiense-atuante-na-bahia-9851560Memória: A indústria caxiense atuante na BahiaEm 1977, o Grupo Alfred produzia uma variada linha de roupas em couro, camisas e artigos em malha2017-07-24T14:09:08-03:002017-07-24T14:09:08-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO empreendedorismo de Caxias do Sul desbravou o Brasil com a instalação de escritórios nas principais capitais do país. A Metalúrgica Abramo Eberle e as grandes vinícolas foram as pioneiras na conquista de novos mercados. Neste ritmo, em 1973, o Grupo Alfred, atuando numa estratégia de expansão, abriu uma unidade produtiva em Salvador, na Bahia. A instalação de uma fábrica de confecções masculinas certificou a qualidade dos produtos caxienses no cenário nacional.O fato ganhou repercussão na imprensa. O jornalista José Ferreira Machado, do jornal Pioneiro, viajou para conhecer o empreendimento. Na reportagem veiculada em 28 de agosto de 1973, Machado relatou a existência de uma estrutura moderna na produção de roupas.Conforme Machado, a Alfred Nordeste era gerenciada por Chafic Andari e Jamil Saba. O jornalista foi recebido pelo prefeito Cleriston Andrade, que manifestou satisfação de receber investimentos do tradicional grupo caxiense, fundado em 1927 pelo libanês Kalil Sehbe.Na imagem principal, percebe-se o majestoso prédio localizado na Avenida Fernando da Cunha, nº 34. Num relatório da empresa, publicado em 1977, o Grupo Alfred produzia uma variada linha de roupas em couro, camisas e artigos em malha. Os fios e tecidos em lã e algodão eram de origem nacional, adquiridos com atenção especial na qualidade. Além de Caxias do Sul e Salvador, havia produção em Veranópolis e Porto Alegre.Visita do Governador Baiano Foto: Publivar / DivulgaçãoA Alfred Nordeste, idealizada na década de 1970 pelos empresário Miguel e Jorge Sehbe, consolidou-se no mercado pelo elevado conceito de suas coleções de roupas masculinas. A unidade produtiva na Bahia foi recepcionada com simpatia pelas lideranças políticas e empresariais.Numa das imagens memoráveis na história da Alfred Nordeste, destaca-se a visita do então governador Antonio Carlos Magalhães, em 1979. Naquela ocasião, o governador Magalhães (D) esteve acompanhado por Miguel Sehbe (E) durante a visita na seção de costuraria.Geração de empregos Foto: Publivar / DivulgaçãoA expansão do grupo Alfred dignifica a história industrial de Caxias do Sul. O imigrante libanês Kalil Sehbe chegou ao Brasil por volta de 1922 e dedicou-se inicialmente ao comércio de tecidos. Em 1927, inaugurou uma confecção com oito máquinas de costuras e 12 colaboradores.A imponente fábrica na Bahia nada mais é do que o resultado vitorioso, conjugado com uma determinação sensível na vocação de produzir roupas para deixar as pessoas belas e elegantes.Na imagem ao lado, percebe-se a seção de costuraria, concebida por um ambiente agradável de trabalho e bem iluminada. Em 1976, a Alfred Nordeste possuía 320 máquinas de costura e empregava 400 colaboradores.LeitorVocê tem alguma história que possa ser publicada na coluna Memória? Envie sua sugestão para o e-mail bruna.valtrick@pioneiro.com.Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: A indústria caxiense atuante na BahiaPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-memoria-a-industria-caxiense-atuante-na-bahia-9851560Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-agentes-encontram-celulares-e-facas-em-revista-na-ala-feminina-do-presidio-de-caxias-9851410Agentes encontram celulares e facas em revista na ala feminina do Presídio de CaxiasNo domingo, detenta que já esteve na lista das 10 brasileiras mais procuradas da Interpol pulou o muro e fugiu2017-07-24T09:45:08-03:002017-07-24T09:45:08-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brApós a fuga de uma detenta no início da tarde deste domingo do Presídio Regional de Caxias do Sul (Antiga Penitenciária Industrial), agentes da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) fizeram uma revista na ala feminina. Na ação, foram encontrados celulares e facas. As informações são da Rádio Gaúcha. Leia mais:Dupla com mais de 20 antecedentes é presa por receptação no bairro Esplanada, em CaxiasHomem é morto após confronto com a Brigada no bairro Montes Claros, em CaxiasMulher que já esteve na lista das 10 brasileiras mais procuradas da Interpol foge de Presídio de CaxiasNo total, foram apreendidas seis facas de cozinha, uma faca artesanal (estoque) de 30 centímetros, além de oito celulares. Também foram encontrados carregadores de celulares.Na fuga de domingo, a detenta Sonia Regina Gomes, 40 anos, aproveitou a movimentação no pátio durante o horário de visita, conseguiu escalar o muro e fugir do presídio. Ela saiu pela BR-116, onde um carro a esperava. Em 2013, quando foi presa em uma blitz, ela constava como uma das 10 brasileiras mais procuradas da Interpol.Porto Alegre, RSPioneiro.comAgentes encontram celulares e facas em revista na ala feminina do Presídio de CaxiasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-agentes-encontram-celulares-e-facas-em-revista-na-ala-feminina-do-presidio-de-caxias-9851410Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23514611Milhares visitam Fenakiwi, em Farroupilha, na abertura da última edição da festaA partir de 2018, a ideia da prefeitura é promover uma feira multissetorial2017-07-23T18:13:26-03:002017-07-23T18:13:26-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFelipe NylandMilhares visitam Fenakiwi, em Farroupilha, na abertura da última edição da festaPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23514611Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-milhares-visitam-fenakiwi-em-farroupilha-na-abertura-da-ultima-edicao-da-festa-9850918Milhares visitam Fenakiwi, em Farroupilha, na abertura da última edição da festaA partir de 2018, a ideia da prefeitura é promover uma feira multissetorial2017-07-23T18:13:26-03:002017-07-23T18:13:26-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brMilhares de pessoas aproveitaram as temperaturas agradáveis do fim de semana para passear pelo Parque Cinquentenário, em Farroupilha, onde, desde quinta-feira, é realizada a 22ª Festa Nacional do Kiwi. Esta edição, que prossegue até o dia 6 de agosto, será a última neste formato, uma vez que, a partir de 2018, a ideia da prefeitura é promover uma feira multissetorial em razão da perda de pomares da fruta nos últimos anos e da diversificação da economia do município. Conforme a organização, mais de 14 mil pessoas haviam passado pelo evento até a manhã de domingo.Leia maisFenakiwi de Farroupilha terá sua última edição em 2017Fungo que ataca pomares de kiwi em Farroupilha desafia pesquisadoresDoença sem cura ameaça futuro da plantação de kiwi em FarroupilhaNa tarde deste domingo, a professora Naira Giani Contini, 43 anos, circulava pelos corredores em busca de produtos à base da fruta. Vibrou ao encontrar, na área dedicada às agroindústrias, um estande onde, além de kiwi, havia geleias e trufas. Apreciadora de eventos como a Fenakiwi, Naira saiu cedo de Montenegro integrando uma excursão de aproximadamente 20 pessoas para conhecer a festa farroupilhense.— A feira está bonita, mas esperava encontrar mais kiwi, como vejo em outros municípios — lamentou.A frustração de Naira faz sentido. Em três pavilhões, apenas dois estandes comercializavam a fruta in natura e outros dois, doces à base do ingrediente. Em um deles, o carro-chefe era um bombom com kiwi, leite condensado e chocolate. Bombom com recheio de kiwi era uma das guloseimas mais procuradas pelos visitantes Foto: Felipe Nyland / Agencia RBSEm outro, as opções eram kiwi com chantilly e espetinhos de kiwi com cobertura de chocolate. A calçadista Mareli Frosi, 47, e a filha, Camila Frosi Nunes, 12, se refrescaram com um sorvete de kiwi.— Com esse calorão, vai muito bem! — disse Mareli, acrescentando estar triste com a despedida da festa.Sorvete de kiwi era a opção preferida para amenizar o calor Foto: Felipe Nyland / Agencia RBSPerto dali, as integrantes do Clube de Mãe As Milanesas, do distrito de Nova Milano, faziam a festa dos visitantes com seus grostolis e pães de dar água na boca. Desde quinta-feira, já haviam produzido 620 pães nos dois fornos de tijolos instalados no salão.— É uma pena que esse será o último ano, porque a gente adora a Fenakiwi. O nome já é uma marca registrada de Farroupilha — resignava-se a presidente da entidade, Maria Terezinha Thomasini, 65.De quinta a domingo, Clube de Mães As Milanesas comercializou mais de 600 pães assados na hora Foto: Felipe Nyland / Agencia RBSProdutor da fruta há mais de 20 anos, o agricultor Celito Contini esperava superar a venda de uma tonelada do produto apenas no primeiro fim de semana do evento. No estande dele, o pacote de 900 gramas era vendido a R$ 4. Quem comprasse três pacotes, pagava R$ 10.— Percebi que este ano estão procurando mais kiwi do que em festas anteriores. Pode ser porque as pessoas sabem que esta será a última festa — comparava.Vendedora em um estande de malhas e casacos de pele, Andréia Mugnol reclamava do baixo volume de vendas, apesar do grande fluxo de visitantes:— Está bem fraco. Quinta-feira o movimento foi péssimo e as vendas, também. Ontem (sábado) e hoje (domingo), tem muita gente, mas ninguém está comprando.Apesar do grande movimento, vendas estavam fracas, queixou-se a vendedora Andréia Mugnol Foto: Felipe Nyland / Agencia RBSPorto Alegre, RSPioneiro.comMilhares visitam Fenakiwi, em Farroupilha, na abertura da última edição da festaPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-milhares-visitam-fenakiwi-em-farroupilha-na-abertura-da-ultima-edicao-da-festa-9850918Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23514603Iniciativa distribuiu refeições, agasalhos e cobertores a moradores de rua em CaxiasA terceira edição da ação ocorre na próxima sexta-feira2017-07-23T18:00:02-03:002017-07-23T18:00:02-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSCristiano FreitasIniciativa distribuiu refeições, agasalhos e cobertores a moradores de rua em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23514603Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-iniciativa-distribuiu-refeicoes-agasalhos-e-cobertores-a-moradores-de-rua-em-caxias-9850903Iniciativa distribuiu refeições, agasalhos e cobertores a moradores de rua em CaxiasA terceira edição da ação ocorre na próxima sexta-feira2017-07-23T18:00:02-03:002017-07-23T18:00:02-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brCom a chegada do frio, torna-se ainda mais crítica a situação dos moradores de rua de Caxias do Sul. Além da falta de roupas e cobertores, as pessoas que moram na rua e se abrigam embaixo de viadutos ainda sofrem com a dificuldade de conseguir alimentos. Pensando nisso, e com o objetivo de ajudar, um grupo de pessoas se reuniu na última sexta-feira para distribuir aproximadamente 80 refeições, agasalhos e cobertores, recebidos por meio de doações, em viadutos e pontos da cidade onde os moradores de rua costumam ficar.Leia mais:Detentos abriam buraco para fugir de presídio em Caxias do SulPreso segundo suspeito de latrocínio de tenente da reserva da Brigada Militar em Caxias do SulO Sopão Solidário é uma iniciativa encabeçada pela Camisa 12 Comando Caxias, Lojas Kentaki e outros colaboradores, e recebe cada vez mais o apoio de outras pessoas. A terceira edição está marcada para a próxima sexta-feira. Quem desejar realizar doações ou para saber mais informações sobre o Sopão Solidário deve entrar em contato pelo telefone (54) 9 8425-6576, com Douglas.Porto Alegre, RSPioneiro.comIniciativa distribuiu refeições, agasalhos e cobertores a moradores de rua em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-iniciativa-distribuiu-refeicoes-agasalhos-e-cobertores-a-moradores-de-rua-em-caxias-9850903Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23514329Comunidade recorda os 74 anos da explosão de 1943 no Memorial Gazola, em Caxias do SulProgramação reuniu comunidade, antigos funcionários da metalúrgica e familiares das vítimas2017-07-23T15:44:58-03:002017-07-23T15:44:58-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSRodrigo LopesComunidade recorda os 74 anos da explosão de 1943 no Memorial Gazola, em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23514329Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-comunidade-recorda-os-74-anos-da-explosao-de-1943-no-memorial-gazola-em-caxias-do-sul-9850841Comunidade recorda os 74 anos da explosão de 1943 no Memorial Gazola, em Caxias do SulProgramação reuniu comunidade, antigos funcionários da metalúrgica e familiares das vítimas2017-07-23T15:44:58-03:002017-07-23T15:44:58-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brOs 74 anos da explosão em um pavilhão da Metalúrgica Gazola que causou a morte de seis mulheres foi relembrado na tarde deste sábado por cerca de 200 pessoas, entre eles ex-funcionários e parentes das vítimas. O episódio, ocorrido na manhã de 22 de julho de 1943, culminou na morte de Graciema Formolo, Irma Zago, Júlia Gomes, Maria Bohn, Olívia Gomes, Tereza Morais, além de ferimentos em Odila Gubert, única sobrevivente da explosão, falecida em 2003.O Memorial Gazola - Museu da Metalurgia de Caxias do Sul, criado a partir do trabalho da historiadora Maria de Fátima Valentini Canevese e de cinco voluntários, situa-se num pavilhão temporário na entrada do complexo. O projeto da coordenação é instalar o museu definitivo exatamente no mesmo local onde, em 22 de julho de 1943, seis jovens entre 16 e 20 anos foram vitimadas por uma explosão que chegou a ser ouvida no centro da cidade.Ao redor do Marco em Homenagem às Moças Operárias, quando o coral Coro em Si apresentava a canção Rosa de Hiroshima, a cerimônia lembrou e homenageou cada uma das vítimas que perderam suas vidas no episódio. Geny Santina Formolo (E) eJurema Gubert Weber, irmãs de duas das vítimas da explosão, estiveram presentes no evento Foto: Rodrigo Lopes / DivulgaçãoO destaque da tarde foi a visita das senhoras Odeth Gubert, 84 anos, e Jurema Gubert Weber, 89, irmãs de Odila Gubert, única sobrevivente da explosão. Entre outras, também merece destaque a presença de Geny Santina Formolo, irmã de umas das vítimas, Graciema Formolo.Reprodução do documentário "Aos olhos de Santa Bárbara", de André Costantin Foto: Rodrigo Lopes / DivulgaçãoNo mesmo espaço em que se encontrava o monumento erguido em uma praça no pátio da empresa, em memória às operárias, o público teve a oportunidade de conferir objetos, detalhes e lembranças que fizeram parte daquela manhã. O nome e a história das sete mulheres estão também marcados em sete placas que nomeiam ruas de Caxias. Um destaque do episódio foi a imagem de Santa Bárbara — protetora contra raios e explosões —, que, na época, sobreviveu intacta à explosão, sumindo logo depois, e que serviu de inspiração ao documentário que rodava em uma tela durante a visita, Aos Olhos de Santa Bárbara, de André Costantin. A programação incluiu também uma visita guiada ao Memorial Gazola, onde, desde 2013, está sendo organizado parte do acervo da empresa desde sua fundação, em 1932. Com um auxílio da coordenadora Maria de Fátima e uma equipe de voluntários e de estagiários do curso de História da UCS, o Memorial conta atualmente com cerca de mil peças catalogadas e cerca de 30.000 esperando catalogação. Entre 0 acervo, destaca-se os artefatos bélicos fornecidos pela empresa ao Exército, durante a Segunda Guerra Mundial. O espaço abriga também peças de cutelaria, fotografias, medalhas, bustos, certificados, projetos originais e fichas de antigos funcionários.Um dos destaques do acervo do Memorial Gazola são os artefatos bélicos produzidos pela empresa durante a Segunda Guerra Mundial Foto: Rodrigo Lopes / DivulgaçãoEntre os objetos catalogados do acervo estão fotografias antigas dos funcionários da empresa Gazola Foto: Rodrigo Lopes / DivulgaçãoO Memorial Gazola ainda está em construção e está aberto à visitação apenas com hora marcada, pelo fone (54) 3041.1511. A iniciativa de reunir o acervo e resgatar a memória das mulheres vítimas da explosão foi do Grupo Sular, e é protagonizada pelos diretores Jair e Sergio Canevese e pela historiadora Maria De Fátima Canevese, coordenadora do Memorial.Porto Alegre, RSPioneiro.comComunidade recorda os 74 anos da explosão de 1943 no Memorial Gazola, em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-comunidade-recorda-os-74-anos-da-explosao-de-1943-no-memorial-gazola-em-caxias-do-sul-9850841Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-homem-morre-em-capotamento-no-interior-de-coronel-pilar-9850814Homem morre em capotamento no interior de Coronel PilarA vítima trafegava por uma estrada de chão e teria perdido o controle do carro 2017-07-23T14:54:03-03:002017-07-23T14:54:03-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brUm homem morreu na manhã deste domingo, por volta das 8h, ao capotar um Gol, com placas de Roca Sales, no interior de Coronel Pilar, na Linha Assunção. A vítima foi identificada como Sérgio Locatelli. Leia mais:Homem é morto após confronto com a Brigada no bairro Montes Claros, em CaxiasHomem é encontrado morto, em Caxias do SulDe acordo com informações da Brigada Militar de Garibaldi, o condutor trafegava por uma estrada de chão e teria perdido o controle do carro e capotado em um barranco. O corpo da vítima, arremessado para fora do carro, foi encontrado por moradores da região, que acionaram o Samu e os Bombeiros Voluntários de Garibaldi.Porto Alegre, RSPioneiro.comHomem morre em capotamento no interior de Coronel PilarPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-homem-morre-em-capotamento-no-interior-de-coronel-pilar-9850814Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23513837Pais reclamam de erro de diagnóstico em menino de seis anos no Postão 24h, em Caxias do SulMatheus Moises Mattos Closs morreu de infecção generalizada depois de cirurgia de apendicite. Em uma semana, ele foi atendido três vezes no Pronto-Atendimento2017-07-23T09:00:04-03:002017-07-23T09:00:04-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPorthus JuniorPais reclamam de erro de diagnóstico em menino de seis anos no Postão 24h, em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23513837Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-pais-reclamam-de-erro-de-diagnostico-em-menino-de-seis-anos-no-postao-24h-em-caxias-do-sul-9850723Pais reclamam de erro de diagnóstico em menino de seis anos no Postão 24h, em Caxias do SulMatheus Moises Mattos Closs morreu de infecção generalizada depois de cirurgia de apendicite. Em uma semana, ele foi atendido três vezes no Pronto-Atendimento2017-07-23T09:00:04-03:002017-07-23T09:00:04-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brTristeza, dor e culpa. Esses sentimentos têm atormentado os pais de Matheus Moises Mattos Closs, seis anos. O menino morreu no dia 15 de julho, no Hospital Geral, mas a família reclama de negligência no atendimento no Pronto-Atendimento 24 horas (Postão 24h). Na última sexta-feira, o pai do menino, Lindomar Gastão Closs, 60 anos, reuniu forças e registrou ocorrência da delegacia.Lindomar conta que no dia 25 de junho procurou atendimento médico no Postão após o menino reclamar de dores na barriga, na cabeça e ter febre alta. Após a consulta, saiu com o diagnóstico de virose intestinal. Sem apresentar melhora, no dia 30 de junho, por volta das 22h, os pais levaram pela segunda vez o menino para o Postão. Desta vez, ele permaneceu em observação até o dia 1º de julho. O diagnóstico foi o mesmo: virose intestinal. A terceira passagem de Matheus pelo Postão ocorreu por volta das 23h ainda do dia 1º. Lindomar conta que o filho tinha falta de ar e recebeu oxigênio.Com o agravamento do estado de saúde, o menino foi encaminhado para o Hospital Geral na madrugada do dia 2 de julho. No mesmo dia à tarde, os médicos realizaram cirurgia de apendicite. Matheus ficou hospitalizado por 14 dias, mas não resistiu. Segundo a certidão de óbito, a causa da morte foi insuficiência renal aguda, infecção generalizada e apendicite aguda.A secretaria da Saúde, Deysi Piovesan, diz que ficou sabendo do caso pela imprensa e que irá reunir todas as informações na segunda-feira antes de prestar os esclarecimentos sobre o assunto.A Polícia Civil vai investigar o caso."Foi um pesadelo, igual a um filme de terror"Ainda muito abalados com a morte de Matheus, os pais receberam na tarde de sábado a reportagem do Pioneiro e contaram orgulhosos de como o aluno do 1º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Machado de Assis, no bairro Reolon, era carinhoso, educado e estudioso.Os dois estão convencidos de que houve negligência no atendimento do filho no Postão 24h. Lindomar diz que o exame de sangue realizado no menino no Postão deu resultado alterado e o médico não solicitou outros testes.– Vou acionar a Justiça. Por que não fizeram outros exames para ver o que o guri tinha? As três semanas que ele esteve doente e as duas no hospital foram um pesadelo igual a um filme de terror. Não quero que ninguém passe por isso – diz Lindomar, que trabalha como reciclador, na Associação de Recicladores Reolon.A mãe, Angela Maria de Mattos, 41, também reclama:– Deixaram o guri oito dias com a apendicite estourada. Os médicos do Hospital Geral disseram que foi descuido deles (no Postão). Não quero que aconteça com outras crianças o que aconteceu com o meu filho. Ninguém sabe a dor que estou sentindo. O guri pedia ajuda.Lindomar lembra com carinho do filho e diz que o que ele mais gostava era brincar com o irmão de cinco anos. Ele lamenta não ter procura ajuda em um hospital da cidade para o atendimento do filho.– Meu sentimento é de culpa. De não ter pensado em levar ele para outro hospital. De repente tinha salvado meu filho. A gente só lembrou do Postão.Angela completa:– Eu daria tudo para ver o guri aqui dizendo: mãe, eu te amo.O casal tem mais duas filhas: uma de 15 e outra de 21 anos.Porto Alegre, RSPioneiro.comPais reclamam de erro de diagnóstico em menino de seis anos no Postão 24h, em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-pais-reclamam-de-erro-de-diagnostico-em-menino-de-seis-anos-no-postao-24h-em-caxias-do-sul-9850723Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-homem-e-encontrado-morto-em-caxias-do-sul-9850714Homem é encontrado morto, em Caxias do SulDiego Martini, 28 anos, apresentava ferimentos de tiros na cabeça2017-07-22T20:07:06-03:002017-07-22T20:07:06-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brNo último sábado, por volta das 19h15min, a Brigada Militar localizou no bairro Diamantino, o corpo de Diego Martini, 28 anos, no interior de um Citroen C3. Ele apresentava ferimentos de tiros na cabeça. O veículo, que era da esposa da vítima, estava parado na Rua Amádio Perini, local conhecido como Beco da Rocinha. Dentro do carro, policiais encontraram um celular, um cachimbo artesanal e um e duas pedras de crack.Leia mais:Detentos abriam buraco para fugir de presídio em Caxias do SulPreso segundo suspeito de latrocínio de tenente da reserva da Brigada Militar em Caxias do SulInquérito sobre estupro no Mariland, em Caxias do Sul, será concluído na próxima semanaO corpo foi encontrado na Rua Amádio Perini, atrás no antigo posto de saúde. O local é conhecido como Beco da Rocinha.Porto Alegre, RSPioneiro.comHomem é encontrado morto, em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-homem-e-encontrado-morto-em-caxias-do-sul-9850714Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23514104Motociclista morre após acidente na RSC-453, em GaribaldiMichel Binotto, 27 anos, colidiu sua motocicleta em um caminhão bitrem na tarde deste sábado2017-07-22T18:33:03-03:002017-07-22T18:33:03-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSClaudir PontinMotociclista morre após acidente na RSC-453, em GaribaldiPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23514104Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-motociclista-morre-apos-acidente-na-rsc-453-em-garibaldi-9850696Motociclista morre após acidente na RSC-453, em GaribaldiMichel Binotto, 27 anos, colidiu sua motocicleta em um caminhão bitrem na tarde deste sábado2017-07-22T18:33:03-03:002017-07-22T18:33:03-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brUm motociclista morreu após um acidente envolvendo o veículo que ele conduzia, uma Suzuki 100, e um caminhão bitrem na tarde deste sábado, em Garibaldi. O fato ocorreu por volta de 17h30min, no km 86 da RSC-453, na comunidade de Santo Antonio de Castro. A vítima foi identificada Michel Binotto, 27 anos, natural de São Valentim. Leia mais:Detentos abriam buraco para fugir de presídio em Caxias do SulPreso segundo suspeito de latrocínio de tenente da reserva da Brigada Militar em Caxias do SulInquérito sobre estupro no Mariland, em Caxias do Sul, será concluído na próxima semanaSegundo o Grupo Rodoviário de Farroupilha, que atendeu a ocorrência, a motocicleta incendiou logo após a colisão. O trânsito ficou lento no local, mas a rodovia não chegou a ser bloqueada. O motorista do caminhão não se feriu.Porto Alegre, RSPioneiro.comMotociclista morre após acidente na RSC-453, em GaribaldiPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-motociclista-morre-apos-acidente-na-rsc-453-em-garibaldi-9850696Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-prefeito-pedira-alteracoes-em-projeto-que-proibe-alvaras-provisorios-para-bares-e-casas-noturnas-em-vacaria-9849802Prefeito pedirá alterações em projeto que proíbe alvarás provisórios para bares e casas noturnas em VacariaProposta é que estabelecimentos sejam avaliados pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI)2017-07-21T15:31:13-03:002017-07-21T15:31:13-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO prefeito de Vacaria, Amadeu Boeira, pedirá que a Câmara de Vereadores altere um projeto de lei que foi aprovado pela Casa no início do mês. Pelo texto da Câmara, novos estabelecimentos comerciais que têm como atividade principal a venda de bebidas alcoólicas para consumo no local não receberiam mais alvará provisório de funcionamento. Assim, só poderiam funcionar com o alvará definitivo. As informações são da Gaúcha Serra. Leia maisCusto máximo para operação da UPA Zona Norte será de R$ 1.880 mi por mês Número de leitos em hospitais não acompanhou crescimento da demanda Conforme o prefeito Amadeu Boeira, a proposta é que os novos estabelecimentos possam receber o alvará provisório, mas que antes passem por avaliação do Gabinete de Gestão Integrada, que reúne os órgãos de segurança pública.Outra alteração que será proposta pelo prefeito é a possibilidade de estabelecimentos sem estacionamento obterem o alvará provisório, o que também ficou proibido pelo texto aprovado.O prefeito afirma que enviará à Câmara as solicitações para alteração de pontos do texto na semana que vem.Porto Alegre, RSPioneiro.comPrefeito pedirá alterações em projeto que proíbe alvarás provisórios para bares e casas noturnas em VacariaPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-prefeito-pedira-alteracoes-em-projeto-que-proibe-alvaras-provisorios-para-bares-e-casas-noturnas-em-vacaria-9849802Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-prefeitura-de-vacaria-regulamentara-lei-que-obriga-a-presenca-de-vigilantes-por-24h-em-bancos-9849790Prefeitura de Vacaria regulamentará lei que obriga a presença de vigilantes por 24h em bancosProjeto foi aprovado na Câmara de Vereadores em outubro do ano passado2017-07-21T15:18:32-03:002017-07-21T15:18:32-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brApós ser sancionada ainda em outubro do ano passado, a lei que obriga agências bancárias de Vacaria a terem vigilantes armados 24 horas só começará a ser regulamentada na semana que vem. Entre a segunda (24) e a terça-feira (25) deverá ser publicado no Diário Oficial do Município que caberá ao setor de fiscalização as notificações às agências bancárias que estiverem descumprindo a legislação. As informações são da Gaúcha Serra. Leia mais: Parceria com iniciativa privada permitiu estruturação do espaço no HG, em CaxiasNovo prazo para ônibus cumprirem regras de acessibilidade agrada indústria de CaxiasProjeto de rotatória no acesso ao bairro Santa Fé, em Caxias, vai precisar de novos ajustesDe acordo com o diretor-geral de Fiscalização de Vacaria, Clodoaldo Rodrigues de Sousa, as agências serão notificadas e terão prazo de 30 dias após a notificação para apresentarem o contrato de trabalho com o vigilante. Ele afirma que não há como os fiscais passaram nas agências, por isso, a fiscalização será feita dessa forma. Se as agências não se adequarem no prazo, serão multadas. Pela lei municipal, o valor da multa é de cinco mil Valores de Referência Municipal (VRM) por dia. Como em Vacaria o valor do VRM é de R$ 3,12; a multa diária seria de R$ 15,6 mil.Outras cidadesEm Bento Gonçalves, o projeto da vigilância 24 horas em bancos foi aprovado pela Câmara na última segunda-feira (17). O prefeito Guilherme Pasin vai se reunir com gerentes de agências antes de decidir se sanciona ou não a lei. Em Caxias, o projeto foi aprovado na Câmara e sancionado pelo prefeito Daniel Guerra em 21 de junho e tem prazo de adequação de 180 dias.Projetos semelhantes tramitam nas Câmaras de Vereadores de Farroupilha e Flores da Cunha.Porto Alegre, RSPioneiro.comPrefeitura de Vacaria regulamentará lei que obriga a presença de vigilantes por 24h em bancosPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-prefeitura-de-vacaria-regulamentara-lei-que-obriga-a-presenca-de-vigilantes-por-24h-em-bancos-9849790Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23510840Parceria com iniciativa privada permitiu estruturação do espaço no HG, em CaxiasParceria com iniciativa privada permitiu estruturação do espaço2017-07-21T15:10:37-03:002017-07-21T15:10:37-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSRoni RigonParceria com iniciativa privada permitiu estruturação do espaço no HG, em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23510840Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-parceria-com-iniciativa-privada-permitiu-estruturacao-do-espaco-no-hg-em-caxias-9849780Parceria com iniciativa privada permitiu estruturação do espaço no HG, em CaxiasParceria com iniciativa privada permitiu estruturação do espaço2017-07-21T15:10:37-03:002017-07-21T15:10:37-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brDiretor de ensino, André Reiriz sensibilizou empresários a investir nas novas salas Foto: Roni Rigon / Agencia RBSO Hospital Geral (HG) de Caxias do Sul ganhou um espaço para eventos. A reestruturação de uma área de 200 metros quadrados, localizada no prédio da direção, permitiu a viabilização de um auditório, hall e sala de treinamentos. Isso só foi possível graças a uma parceria entre o HG e a iniciativa privada, conquistada com muita vontade de querer fazer acontecer.No comando do projeto, o diretor de ensino do HG, o oncologista André Reiriz, que incluiu o hospital público no seu projeto de vida. Bateu de porta em porta até conseguir convencer empresários de que a entidade é uma marca forte no Estado e que, se aliar a ela, além do papel solidário, é um bom negócio. Foi assim que ele conseguiu realizar vários projetos, entre eles, o auditório que terá seu primeiro evento nos dias 4 e 5 de agosto, quando será realizado o workshop Os novos modelos diagnósticos e terapêuticos para o câncer de pulmão. O evento traz a Caxias especialistas de referência no país e formadores de opinião na área do câncer.— O evento vai acontecer dentro do HG. Eles vão poder conhecer o trabalho de excelência desenvolvido aqui dentro — destaca Reiriz.Leia maisCusto máximo para operação da UPA Zona Norte será de R$ 1.880 mi por mês Número de leitos em hospitais não acompanhou crescimento da demandaDenominado Auditório Censi Florense, pela parceria junto a essas empresas, o novo espaço está equipado com alta tecnologia. Embutidos no teto, projetores de imagem com sistema automatizado, sistema de som profissional e ar-condicionado com renovação de ar. As paredes são revestidas com painéis acústicos de última geração, e o mobiliário é Florense. A parceria com as empresas foi firmada há cinco meses. Em quatro, o espaço ficou pronto para sediar eventos.— De nada adianta ficar sentado e esperando que o poder público faça ou resolva tudo. É possível buscar outras formas de fazer acontecer. Basta querer e procurar as pessoas certas, que entendam o propósito e percebam o significado e qualidade do HG — diz Reiriz.Instituto de pesquisaOs próximos alvos do HG são a otimização e o aparelhamento do bloco cirúrgico e a viabilização de um Instituto de Pesquisa para o tratamento do câncer em Caxias do Sul. O espaço será anexo ao hospital.A caminhada para conseguir parceiros já começou.Porto Alegre, RSPioneiro.comParceria com iniciativa privada permitiu estruturação do espaço no HG, em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-parceria-com-iniciativa-privada-permitiu-estruturacao-do-espaco-no-hg-em-caxias-9849780Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23442111Projeto de rotatória no acesso ao bairro Santa Fé, em Caxias, vai precisar de novos ajustesEntroncamento, conhecido como trevo do posto São Luís, é um dos maiores gargalos do trânsito de Caxias2017-07-21T13:31:43-03:002017-07-21T13:31:43-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcelo CasagrandeProjeto de rotatória no acesso ao bairro Santa Fé, em Caxias, vai precisar de novos ajustesPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23442111Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-projeto-de-rotatoria-no-acesso-ao-bairro-santa-fe-em-caxias-vai-precisar-de-novos-ajustes-9849708Projeto de rotatória no acesso ao bairro Santa Fé, em Caxias, vai precisar de novos ajustesEntroncamento, conhecido como trevo do posto São Luís, é um dos maiores gargalos do trânsito de Caxias2017-07-21T13:31:43-03:002017-07-21T13:31:43-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO projeto de reformulação do acesso ao bairro Santa Fé pela RSC-453, em Caxias do Sul, conhecido como trevo do posto São Luís, vai ter que passar por novos ajustes. As alterações foram definidas na última quarta-feira, em reunião entre a Secretaria de Trânsito e o Daer. As informações são da Gaúcha Serra.Entre as modificações está a implantação de iluminação pública, que não estava prevista na última versão aprovada do projeto. Também será necessário retirar um registro do Samae, que abastece uma caixa d'água na região, e a mudança no traçado de uma das alças, para evitar o corte de árvores.Leia maisCaxias quer rediscutir com o Daer reformulação do trevo do bairro Santa FéReformulação do trevo da Rota do Sol, em Caxias, está orçada em R$ 925 milSegundo o secretário de Trânsito, Cristiano de Abreu Soares, é necessário definir agora quem vai ajustar o projeto, já que o contrato com a empresa responsável pela elaboração já venceu. O município avalia se é possível que outro engenheiro realize os ajustes e seja o responsável técnico ou se é necessário realizar um aditivo ao contrato com a empresa que havia sido contratada.A intenção é resolver o impasse o mais rápido possível, já que os R$ 3 milhões disponíveis para a execução da obra têm validade até 2018. Os recursos foram repassados pelo governo federal.Porto Alegre, RSPioneiro.comProjeto de rotatória no acesso ao bairro Santa Fé, em Caxias, vai precisar de novos ajustesPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-projeto-de-rotatoria-no-acesso-ao-bairro-santa-fe-em-caxias-vai-precisar-de-novos-ajustes-9849708Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:19771335Audiência pública sobre regulamentação do Uber será na segunda, em CaxiasParticipantes poderão sugerir propostas para o projeto2017-07-21T13:12:23-03:002017-07-21T13:12:23-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSOmar FreitasAudiência pública sobre regulamentação do Uber será na segunda, em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:19771335Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-audiencia-publica-sobre-regulamentacao-do-uber-sera-na-segunda-em-caxias-9849698Audiência pública sobre regulamentação do Uber será na segunda, em CaxiasParticipantes poderão sugerir propostas para o projeto2017-07-21T13:12:23-03:002017-07-21T13:12:23-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brAudiência pública para debater a regulamentação de aplicativos de transporte individual, como o Uber, ocorre a partir das 17h da próxima segunda-feira (24), na Câmara de Vereadores de Caxias do Sul. A expectativa é de que taxistas e motoristas da Uber sejam maioria na reunião, mas a Comissão de Desenvolvimento Urbano, Transporte e Habitação (CDUTH) quer mobilizar a comunidade em geral para participar da discussão. As informações são da Gaúcha Serra.Leia mais Motoristas da Uber e usuários do aplicativo trocam reclamações em CaxiasProjeto de regulamentação do Uber é devolvido à Câmara de CaxiasSerá apresentado o projeto desenvolvido pelo Poder Executivo e que recebeu alterações sugeridas pelos vereadores. Os participantes também terão a oportunidade de apresentar novas propostas. Depois, elas serão avaliadas pela CDUTH e incluídas ou não ao projeto, que seguirá para avaliação da Comissão de Constituição e Justiça.O presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano, Transporte e Habitação, vereador Elói Frizzo (PSB), considera que o projeto possa ir a votação em plenário nos 15 dias seguintes à audiência pública. Ele explica que existe um embate entre propostas dos taxistas e da Uber.— Nossa missão é fazer um consenso — afirma.Porto Alegre, RSPioneiro.comAudiência pública sobre regulamentação do Uber será na segunda, em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-audiencia-publica-sobre-regulamentacao-do-uber-sera-na-segunda-em-caxias-9849698Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23509859"Queremos que a prefeitura indique qual é o bem público", diz auditor do TCEValtuir Pereira Nunes afirma que prefeitura deve disponibilizar relação de imóveis e da frota à população2017-07-21T09:50:26-03:002017-07-21T09:50:26-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSGenaro Joner"Queremos que a prefeitura indique qual é o bem público", diz auditor do TCEPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23509859Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-queremos-que-a-prefeitura-indique-qual-e-o-bem-publico-diz-auditor-do-tce-9849553"Queremos que a prefeitura indique qual é o bem público", diz auditor do TCEValtuir Pereira Nunes afirma que prefeitura deve disponibilizar relação de imóveis e da frota à população2017-07-21T09:50:26-03:002017-07-21T09:50:26-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPor desconhecer a ação da prefeitura de Caxias do Sul em relação aos imóveis públicos cedidos a terceiro, o auditor público externo do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Valtuir Pereira Nunes, prefere não avaliar a situação na cidade. Contudo, reforça que é dever dos municípios informar publicamente quais os imóveis e outros bens que possui e deixar os dados acessíveis ao público. Para ele, isso se chama transparência, o que permite um maior controle do patrimônio público por parte da população. Por outro lado, Nunes lembra que a cessão de terrenos também pode ser útil para um município com muitos espaços ociosos, desde que a finalidade tenha enquadramento na lei.Leia mais"Dediquei minha vida para cuidar do que não é meu", desabafa moradorPracinha no bairro Bela Vista, em Caxias do Sul, virou estacionamentoTerreno de ginásio foi devolvido, mas com moradores em Caxias do SulFamília teme perder casa construída com aval de subprefeitura em Caxias do SulPosto de combustíveis opera há quase 40 anos em terreno da prefeituraQuando a prefeitura não ocupa imóveis, degradação e vandalismo são comunsEstudo técnico da gestão passada apontava irregularidades em mais de 150 áreas públicas de CaxiasPioneiro: Muitos imóveis estão ocupados por terceiros e a prefeitura não tem controle disso. O que uma cidade como Caxias perde com isso?Valtuir Pereira Nunes: Para que alguém particular possa utilizar um patrimônio público, é preciso de uma autorização legislativa de uso. Isso vale para prédios e também terrenos, como é o caso de terras devolutas, que são terras públicas que eventualmente são ocupadas pela comunidade. No caso do município, o mínimo de organização aceitável é que ele tenha um registro dos imóveis que eles possuem. Na Secretaria de Habitação, deve haver um cadastro com base nos registros feitos em cartórios, sabendo qual o patrimônio que lhe pertence. A prefeitura precisa saber disso em primeiro lugar, pois alguns imóveis estão alugados ou até para instalar algum serviço público, que poderia ser adaptado com alguma obra ou reforma sem a necessidade de locar outro espaço. A prefeitura que não tem o controle do seu próprio patrimônio ou desconhece o que lhe pertence, pode estar gastando recursos sem necessidade.E quando alguém constrói sob um terreno público?Se for numa situação irregular, essa pessoa precisa desocupar o imóvel.A cessão de imóveis, por meio de decreto, é legal?Exatamente. Vamos imaginar que isso pode acontecer, e agora mais com as parcerias feitas com entidades do terceiro setor (asilos e associações). Bom, isso não é incomum porque, por exemplo, um asilo que é mantido através de convênio com a prefeitura, é legal que seja utilizado um prédio do próprio município. Mas, para tanto, precisa ter uma autorização legislativa para isso, que é uma cessão de uso, para fins de desenvolvimento de uma política pública. Aquele imóvel não é da entidade, ela fica usufruindo daquele patrimônio enquanto vigora o convênio, hoje chamado de termo de colaboração, e quando acaba o contrato é preciso desocupar o lugar para que outra entidade utilize ou para que a prefeitura destine outro serviço para o lugar. Não raras vezes, há doação de patrimônio público para uma indústria que vai se instalar no município. Normalmente, esses terrenos de áreas industriais que eles criam, os distritos, que podem ser áreas privadas, e a prefeitura vai lá, desapropria a área, indeniza o proprietário, e esse espaço se torna um patrimônio público. Mediante lei, o município pode fazer uma cessão de uso ou uma doação do terreno, para que a empresa se instale naquele local. Qual é a contrapartida? Que a empresa gere empregos, gere receita futura, eventualmente, tem a isenção de IPTU.Se essa empresa tem lucro sobre uma área pública, isso é ilegal?Não, até porque o cálculo econômico que se faz em relação a isso é feito com um raciocínio: aquele terreno está desocupado, então, ele não gera lucro para o poder público, já que está parado. Aí, o que ele faz? O poder público doa para uma indústria que vai se instalar, vai gerar empregos, o que melhora a geração de renda local, vai aumentar a arrecadação de ICMS e vai gerar receitas futuras, que é o crescimento de economia. É preciso monitorar qual o prazo vai ser dado para a isenção de IPTU para essa entidade, por exemplo, porque não deve ser assim para sempre. Não vai existir uma isenção perpétua. Esse período que se dá, de 10,15 ou 20 anos, é um cálculo que é para compensar o investimento que essa empresa está fazendo para se instalar no município.Pode haver alguma irregularidade num terreno público que foi cedido para uma associação esportiva e essa entidade limita o acesso do público mediante pagamento de aluguel?Quando foi assinada a cessão de uso, deve ter especificado o que vai se fazer naquele espaço. E pode, inclusive, ter atividade lucrativa lá. Se, por exemplo, eu cedi uma área para a associação esportiva, para a criação de um campo de futebol utilizado na recuperação de crianças, e eles fazem jogos e cobram ingressos, não há problema com isso. Bom, se eles pegam o terreno que era para isso e resolvem fazer um palco para shows de bandas e cobram ingressos, aí mudaram a destinação do imóvel e daí tem que devolver sim.Tem o caso de uma cooperativa de postos de combustíveis sobre terreno público em Caxias.Não há nenhum problema quanto a isso, porque a natureza jurídica pode ser ampliada. A ideia era apenas abastecer os cooperados, mas, já que cresceu o movimento, e até para ter sustentabilidade, ela pode ampliar o atendimento. Mas, claro, é preciso analisar um caso concreto para afirmar se há ou não irregularidade. O que não pode mudar é a natureza. Isso é muito simples de perceber como, por exemplo, numa locação: tu alugas um apartamento, tem aluguel comercial e residencial. Bom, daí eu alugo um apartamento para morar por R$ 1 mil. Normalmente, o aluguel comercial é mais caro, porque a pessoa vai ter uma atividade econômica, vai ter mais renda e vale mais aquela locação. Aí eu estou morando lá e resolvo abrir uma empresa, mudando a natureza jurídica. Esse exemplo que eu dei, só para adaptar, no caso de uma cessão de uso, ela tem que obedecer aos critérios da lei que autorizou e do termo de doação ou cessão de uso. Há situações de autorização que cedem o terreno para a entidade instalar uma fábrica de calçados e dá um prazo. E, essa entidade passou o prazo, não construiu e o que aconteceu? O contrato é cancelado e ela tem que devolver o imóvel.O que pode gerar dúvida é o suposto benefício de uma determinada entidade.Pode, isso pode gerar. Por essa razão é que existe lei. A Câmara é o representante da sociedade e pode achar que o benefício não está bem justificado. Nada impede que, mesmo tendo lei, a sociedade local, imaginando que exista o beneficiamento indevido, que seja questionado isso através de canais competentes como, por exemplo, no Ministério Público, para o Tribunal de Contas. Por isso que existe a transparência, a veiculação das informações. O Tribunal está exigindo que, além daquelas informações comuns, que se tenha um link (no site da prefeitura) com a relação dos imóveis e dos automóveis. O que nós queremos com isso? Queremos que a prefeitura indique qual é a sua frota e, ao indicar isso, fazer com que a sociedade tenha conhecimento do que é público. Daqui a pouco, aquele veículo que está estacionado no supermercado fazendo compras para uso particular, ele está em uso indevido. Nem todo veículo tem a indicação de que é da prefeitura. Então, isso serve para aumentar o controle social. Fazendo isso com os imóveis também, a sociedade vai poder olhar no cadastro e saber exatamente qual o imóvel, o endereço e a destinação. Aí, o cidadão entra no portal da transparência e vê que o imóvel em frente a sua casa e que está desmoronando é da prefeitura. Ele pode, então, questionar o que o município pretende fazer com aquela área. Então, fazer um controle sobre os seus imóveis não é somente para a administração conhecer, mas mais do que isso, para dar transparência e para a comunidade saber e fiscalizar. Por exemplo, a prefeitura diz que não tem como construir um asilo, mas tem aquele imóvel vazio. Ou também, alega falta de recursos financeiros, sendo que poderia vender, colocar em leilão os imóveis desocupados.A prefeitura pode leiloar quando não está usando?O que ocorre é o seguinte: quando a prefeitura faz o zoneamento urbano, ela cria com base no plano diretor, com base em leis, ela vai lá e regulariza uma determinada área, faz o mapeamento, faz ruas, faz esgoto, iluminação pública, água e cria um loteamento. Isso pode ser feito pela própria administração, o que é mais incomum, ou por empresas incorporadoras, que pega uma área e entra com um processo na Secretaria de Obras pedindo autorização para a criação de um loteamento. Existem regras para isso. Feita essa autorização, a empresa privada faz as ruas e o município autoriza criar matrículas individuais, desmembrar esse terreno. E ele começa a comercializar. As áreas em que têm terrenos são de propriedade da entidade. Agora, o arruamento é do poder público.Mas teria condições de leiloar sobras de terrenos?Na verdade, se aquele imóvel tem proprietário, a prefeitura não pode fazer isso. O que a prefeitura pode fazer é desapropriar. O que acontece em alguns casos de ocupações irregulares é que não há mais como remover aquela comunidade e o Estado é obrigado a regularizar, que chamamos de regularização fundiária. A prefeitura não pode ir lá e despejar as pessoas, tem que indenizar. O tempo acaba consolidando a posse em decorrência do uso.Existe um prazo para a disponibilização dos dados na transparência?Não. O Tribunal tem alertado para a regularização do cadastro de bens públicos e tem apontado quando não ocorre o atendimento deste requisito.Porto Alegre, RSPioneiro.com"Queremos que a prefeitura indique qual é o bem público", diz auditor do TCEPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-queremos-que-a-prefeitura-indique-qual-e-o-bem-publico-diz-auditor-do-tce-9849553Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23509833"Dediquei minha vida para cuidar do que não é meu", desabafa morador de CaxiasLote que deveria abrigar centro comunitário é usado por moradia2017-07-21T09:39:43-03:002017-07-21T09:39:43-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiogo Sallaberry"Dediquei minha vida para cuidar do que não é meu", desabafa morador de CaxiasPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:23509833Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-dediquei-minha-vida-para-cuidar-do-que-nao-e-meu-desabafa-morador-de-caxias-9849550"Dediquei minha vida para cuidar do que não é meu", desabafa morador de CaxiasLote que deveria abrigar centro comunitário é usado por moradia2017-07-21T09:39:43-03:002017-07-21T09:39:43-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brImóveis públicos estão cedidos a terceiros sem qualquer contrato ou aluguel em Caxias do SulA ocupação de grande terreno que deveria abrigar o centro comunitário do loteamento Aeroporto, na Zona Sul, ainda gera contestação. Isso porque há 17 anos o espaço é ocupado por uma família, que não paga aluguel, impostos e nem água. A casa na Rua Walter Carlos Afonso esquina com a Valdemira Raymundi, abriga atualmente oito pessoas.A justificativa dada pelo produtor artístico Ranulfo Homem, presidente da associação dos moradores em 2003, é de que o local precisava de um zelador para não virar ponto de uso de usuário de drogas. Por isso, ele autorizou o uso por meio de um contrato temporário.Leia maisFamília teme perder casa construída com aval de subprefeitura em Caxias do SulPosto de combustíveis opera há quase 40 anos em terreno da prefeitura de Caxias do SulQuando a prefeitura não ocupa imóveis em Caxias, degradação e vandalismo são comunsEstudo técnico da gestão passada apontava irregularidades em mais de 150 áreas públicas de Caxias— Tínhamos medo que todo aquele espaço se transformasse num ponto de drogas e de prostituição. Colocamos alguém para viver lá com a ideia de preservar o patrimônio e, ele vive lá até hoje. Não sei exatamente como está a situação neste momento, mas de fato, o terreno permanece intacto. Se não tivéssemos colocado alguém para morar lá, teríamos enfrentado um problema bem mais complicado — explica.Por anos, o responsável pelo terreno e pela casa construída aos fundos foram esquecidos pela prefeitura. Em alguns períodos, ele até era procurado para regularizar a situação, porém tudo ficou na promessa. No ano passado houve uma oferta para que a família escolhesse um terreno legalizado em outro bairro.— Trabalhei por todos estes anos sem receber salário ou ter direito a qualquer outro benefício. E continuo cuidando daqui, tanto que tudo permanece igual ao dia que me mudei para cá. Quando me ofereceram um outro lugar, fiquei feliz na hora, porque o que mais quero é ter um lugar meu. Só que daí nada saiu do papel — conta Claudio Baltazar da Silva, 61 anos.O morador relata que a vontade de regularizar o terreno é grande, já que existe um limite de manutenção da casa, que foi construída há anos no local.— Não posso arrumar o assoalho, porque a casa não é minha. Arrumei um problemão quando quis construir um banheiro. Moramos em oito pessoas aqui e não posso mexer em nada. Não está no meu nome, mas dediquei toda a minha vida para cuidar de um lugar que nunca foi meu — reclama.Porto Alegre, RSPioneiro.com"Dediquei minha vida para cuidar do que não é meu", desabafa morador de CaxiasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-dediquei-minha-vida-para-cuidar-do-que-nao-e-meu-desabafa-morador-de-caxias-9849550Change0Usable