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Memória10/05/2019 | 20h55Atualizada em 10/05/2019 | 21h55

Confira sete dicas na hora de garimpar e adquirir objetos antigos

Observações são de consumidores e proprietários de lojas

Confira sete dicas na hora de garimpar e adquirir objetos antigos Roni Rigon / Agência RBS/Agência RBS
Foto: Roni Rigon / Agência RBS / Agência RBS

Ao mesmo tempo em que cresce em Caxias do Sul, o mercado de garimpo, compra e venda de objetos antigos também sobre com falsificações. Para não levar gato por lebre ou se arrepender, selecionamos algumas dicas, a partir das observações de comerciantes e consumidores dessas peças:

:: Olhou e gostou, leve. Principalmente em feiras de rua. Não deixe para comprar na volta ou outro dia. Muito provavelmente você não achará mais.

:: Analise a peça, veja se está inteira. Um “fio de cabelo” (rachado) em uma xícara, por exemplo, reduz o preço pela metade. A integralidade da peça é que confere o seu valor.

:: Busque saber a procedência dos objetos, onde ele foi adquirido, data, detalhes e outras informações históricas. Isso evita adquirir peças furtadas ou fruto de interceptação.

:: Atente que muitos objetos produzidos no início do século tiveram reedições nos anos 1960, 1970 e 1980, caso das manteigueiras em formato de galinha e das latas de mantimentos, típicas das casas de vó. O antigo é, na verdade, o retrô, a releitura ou imitação de um objeto de décadas passadas. 

:: Compre em locais de boa reputação. Há muita oferta de réplicas oferecidas como antigas, quando na verdade tratam-se de reproduções atuais.

:: Confira se a peça passou por algum tipo de restauro. Em caso positivo, avalie a qualidade do trabalho, verificando se é possível utilizar a antiguidade ou se, após o restauro, ela tem fins apenas decorativos.

:: Briques e lojas de quinquilharias e badulaques costumam mesclar antigos, usados, semi-novos e também preciosidades escondidas, às vezes até desprezadas por quem vende. Feeling, "olho" e conhecimento podem render ótimos achados.

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