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Programa de monitoramento de 201110/12/2018 | 08h59Atualizada em 10/12/2018 | 08h59

Sete municípios do Litoral mantêm câmeras de monitoramento. Arroio do Sal é um deles

Entre as 24 cidades que receberam os equipamentos do governo federal, em investimento de R$ 12,2 milhões, somente algumas mantêm o sistema ativo

Sete municípios do Litoral mantêm câmeras de monitoramento. Arroio do Sal é um deles Lauro Alves/Agencia RBS
Sem manutenção, maresia deteriora aparelhos, como em Tramandaí, onde prefeitura alega falta de verbas Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
Leticia Mendes

Há sete anos, a maior parte das câmeras de vigilância instaladas em investimento de R$ 12,2 milhões do governo federal deteriora com a maresia no litoral gaúcho. Dos 178 equipamentos, estão em funcionamento 50 – 28% do total. As demais seguem desativadas.

As câmeras foram colocadas em 23 cidades do litoral e em Rolante, no Vale do Paranhana. Das 24, somente sete mantêm equipamentos ativados: Arroio do Sal, Balneário Pinhal, Capão da Canoa, Capivari do Sul, Cidreira, Maquiné e Torres.

A iniciativa previa quase 300 quilômetros, entre Tavares e Torres, de monitoramento interligado. Os municípios deveriam ter centrais para acompanhar as imagens. O investimento deu-se por meio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), via Ministério da Justiça. Em 2015, as prefeituras assinaram termo no qual recebiam as câmeras, mas cabia a elas a manutenção. Sem recursos, a maioria deixou o sistema desativado.

Em fevereiro de 2017, levantamento de ZH mostrou apenas 20 operando. Em Torres, das 13 câmeras, nove foram ativadas sete meses depois, após investimento de R$ 10 mil. O prefeito Carlos Souza (PP) reconhece que o número é insuficiente. Torres aderiu ao Sistema de Segurança Integrado com os Municípios (SIM), programa estadual de videomonitoramento, e projeta instalar 90 equipamentos no próximo ano, com custo de cerca de R$ 1 milhão.

– Pelo tempo, até nos surpreendeu que tenhamos conseguido colocar essas em funcionamento. Sem haver a integração com órgãos de segurança e outros municípios, não acredito em resultado efetivo. Queremos ampliar – diz Souza.

Outras prefeituras se unem na tentativa de ativar as câmeras do Pronasci. No mês passado, empresa foi contratada para apontar as necessidades tecnológicas.

Confira a matéria completa em GaúchaZH.


 
 
 

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