Psicopedagoga de Caxias do Sul precisa de R$ 160 mil para tratamento contra câncer raro - Cidades - Pioneiro

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Saúde04/10/2018 | 20h06Atualizada em 04/10/2018 | 20h06

Psicopedagoga de Caxias do Sul precisa de R$ 160 mil para tratamento contra câncer raro

Quimioterapia aerossolizada, oferecida na Santa Casa, não é coberta pelo SUS

Psicopedagoga de Caxias do Sul precisa de R$ 160 mil para tratamento contra câncer raro acervo de família/Divulgação
Foto: acervo de família / Divulgação

Um tratamento recente, disponibilizado pela Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, é sinônimo de esperança para a psicopedagoga Isadora Benetti, 37 anos. Moradora de Caxias do Sul, ela luta contra um câncer raro na região do peritônio. No entanto, para iniciar o método com quimioterapia aerossolizada, que possibilitará uma intervenção cirúrgica, necessita arrecadar R$ 160 mil e conta com a colaboração da comunidade por meio de uma vaquinha virtual. A medicação não é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

Isadora descobriu o câncer na cavidade abdominal, denominado pseudomixoma peritoneal, há pouco tempo. Desde então, sua saúde foi ficando cada vez mais debilitada e o processo tradicional, com uma intervenção cirúrgica, foi descartado temporariamente, conforme o irmão dela, Lourenço Benetti Bonfá, 42. A paciente está internada há 60 dias no Hospital Santa Rita, pertencente à Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, onde poderá ser submetida ao tratamento com quimioterapia aerossolizada, caso o valor seja levantado. 

— No caso dela, os tumores crescem por todo o peritônio, disseminando-se pelo abdome e pélvis. Existe um tratamento padrão, com uma cirurgia que dura em torno de 12 horas. Era a nossa esperança. Infelizmente, o caso da Isa complicou. Agora, ela teve infiltração na área do intestino. Para ficar novamente apta a intervenção cirúrgica, ela tem de passar pela quimioterapia com aerossol, que é chamado de Pipac (Pressurized Intraperitoneal Aerosol Chemoterapy, em inglês) — explica Lourenço. 

Segundo a Santa Casa de Misericórdia, o Pipac acessa a área a ser tratada através de um método minimamente invasivo, potencializando a efetividade da aplicação do medicamento. A tecnologia é aprovada pela Anvisa e garante uma recuperação mais rápida do paciente. Por esses e outros motivos é que a família e médicos apostam nesse tratamento para a moradora de Caxias. 

— A Pipac é repetida em três oportunidades, com intervalos de seis semanas cada. A primeira delas deveria acontecer no dia 10, mas achamos que teremos de adiar, porque não conseguimos ainda um terço do valor total — lamenta o irmão da paciente. 

Além do câncer, diagnosticado neste ano, Isadora convive desde os 16 anos com o lúpus, doença autoimune que pode causar inflamação e lesões em vários órgãos.

— Foi complicado, mas ela conseguiu ter um nível bom de saúde com o passar do tempo. Ficou estável e estava vivendo bem com o lúpus. Agora, estamos passando por mais essa — diz Lourenço. 

Até ontem, a vaquinha on-line havia arrecadado R$ 17.495, valor insuficiente para dar início ao tratamento. 

COMO AJUDAR

:: Pela vaquinha on-line: www.vakinha.com.br/vaquinha/uma-chance-para-a-isa?utm_campaign=whatsapp&utm_content=374056&utm_medium=website&utm_source=social-shares. 

:: Pela conta bancária em nome de Isadora Benetti:

CPF: 000.406.400-35

Banco: 041 - Banrisul

Agência: 0606

Conta: 35.082555.0-7

:: Informações também podem ser obtidas pela página do Facebook Uma Chance para a Isa.

Dilsa também precisa de ajuda para seguir tratamento

Quem também busca apoio da comunidade para um tratamento de saúde é a dona de casa Dilsa Demétrio Ribeiro, 30. Diagnosticada em 2014 com linfoma Hodgkin estágio IV, que é uma forma de câncer que se origina nos linfonodos (gânglios) do sistema linfático, ela criou uma campanha online para arrecadar recursos e conseguir seguir o tratamento contra a doença.

Dilsa precisa de mais dez ampolas do medicamento Brentuximab Vedotin, que pode amenizar a dor e permitir que ela viva melhor. Como o custo do produto é alto e ele não é fornecido pelo SUS _ cada ampola custa cerca de R$ 18 mil e, para cada ciclo, são necessárias duas ampolas _ ela entrou na Justiça em busca da medicação. A história de Dilsa foi mostrada pelo Pioneiro no dia 28 de agosto e, até ontem, ela havia arrecadado apenas R$ 1.260,00.

COMO AJUDAR

:: Pelo site www.vakinha.com.br/vaquinha/compra-de-medicamento-dilsa-demetrio-ribeiro

:: Caso prefira depósito ou transferência as doações podem ser feitas na Caixa Econômica Federal em nome de Dilsa Demétrio Ribeiro. Os dados são os seguintes:

Agência: 1589

Conta: 00065114-0

Operação: 013 

CPF: 02448075077


 
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