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Caxias antiga10/10/2018 | 21h52Atualizada em 10/10/2018 | 22h30

Memória: Eberle e uma Sinimbu de mão dupla em 1971

Mauro De Blanco eternizou um dos trechos mais emblemáticos do Centro de Caxias do Sul 

Memória: Eberle e uma Sinimbu de mão dupla em 1971 Mauro De Blanco / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação/Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação
Foto: Mauro De Blanco / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

Não foram poucos os fotógrafos que acompanharam a urbanização e modernização de Caxias a partir da década de 1940. Entre mestres como Ulysses Geremia, Clemente Tomazoni, Antonio Beux e Ary Pastori, Mauro De Blanco destacou-se, nos anos 1960 e 1970, por captar a verticalização da cidade, o surgimento dos primeiros arranha-céus e a movimentação da urbe, seus costumes, seu cotidiano, o comportamento das ruas.

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Entre tantos registros que integram o acervo do Arquivo Histórico Municipal, trazemos o maior ícone do Centro. De Blanco captou, em 1971, uma Sinimbu ainda de mão dupla com três de seus símbolos mais emblemáticos: a Metalúgica Abramo Eberle, o relógio e a réplica da velha funilaria, onde tudo começou, em 1896. 

Com a recente revitalização do prédio, a iluminação e a recuperação do passeio e da clássica "casinha" do terraço, a imagem bem poderia datar atual, exceto pelos veículos, pela mão dupla, pelos paralelepípedos e pelo lendário casarão de madeira da família Guidali, onde por décadas funcionou a vidraçaria homônima. 

Quase 50 anos depois, o Centro merece voltar a ser um cenário de belas imagens... como essa.  

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