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Samu, Bombeiros, polícia...21/05/2018 | 16h25Atualizada em 21/05/2018 | 16h25

Estado prevê implantar número único de emergência na Serra até o fim do ano

Equipes serão encaminhadas a partir de central unificada de atendimento e de acordo com cada ocorrência

Estado prevê implantar número único de emergência na Serra até o fim do ano  ANDR¿? FELTES / ESPECIAL / Agência RBS/Agência RBS
Chamado serão recebido em central regional que encaminhará atendimento Foto: ANDR¿? FELTES / ESPECIAL / Agência RBS / Agência RBS

A Serra Gaúcha deve ter um único número de telefone para emergências até o fim do ano. A região faz parte da primeira etapa de unificação dos atendimentos desenvolvido pelo governo do Estado. A Região Metropolitana de Porto Alegre será contemplada no mesmo prazo. 

De acordo com o coordenador do Sistema de Segurança Integrada com Municípios, tenente-coronel Alexandre Aragon, o plano prevê a criação de centrais de operações em 24 regiões do Estado, três delas na Serra. Todas estarão interligadas com outra central, em Porto Alegre, criada para a Copa do Mundo de 2014.

O sistema vai reunir Samu, Bombeiros, polícia, trânsito e guardas municipais. Quando qualquer cidadão precisar de um atendimento de emergência, deverá ligar para o número único. O atendente vai analisar a demanda e encaminhar o serviço mais adequado para atender à ocorrência. 

— Às vezes, as demandas da Brigada Militar (BM) podem ficar represadas. Se o atendente concluir que a Guarda Municipal tem condições de atender, não é necessário esperar uma viatura da BM estar disponível. Isso agiliza o atendimento e evita que várias viaturas cheguem juntas à ocorrência — explica Aragon.

Além de ficar mais fácil de memorizar e evitar que o cidadão precise procurar o número, a unificação vai permitir, a partir de uma única ligação, o envio de quantos serviços forem necessários. Em caso de acidente de trânsito, por exemplo, um atendente pode acionar o Samu e os bombeiros.

De acordo com Aragon, os esforços para a criação do número único no Brasil começaram com a Copa do Mundo de 2014 e seguiram até as Olimpíadas de 2016. Para os dois eventos, foram criadas centrais de atendimento destinadas a turistas estrangeiros, principalmente norte-americanos e europeus. Caso precisassem, eles poderiam ligar para o número de emergência dos países de origem, que já são unificados.

— Depois dos eventos isso caiu no esquecimento. É uma questão de organização. Estamos agora criando protocolos para definir quem será responsável pelo quê. Toda a estrutura que precisamos já existe — afirma o tenente-coronel.

O número que será usado ainda não está definido, mas será escolhido entre os já existentes. A ideia é usar o mais lembrado pelas pessoas. Inicialmente, todos os números atuais seguirão em funcionamento, mas cairão na mesma central. Após um período de adaptação, apenas um será mantido.

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