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RS-12210/02/2018 | 10h30

Vereadores de Farroupilha querem deslocamento de lombada eletrônica

Justificativa para trocar o ponto de instalação é o maior número de acidentes em retorno com curva do que em local onde já foram instaladas sinaleiras 

Vereadores de Farroupilha querem deslocamento de lombada eletrônica Roni Rigon/Agencia RBS
RS-122, entre Farroupilha e Caxias do Sul, é uma das rodovias mais movimentadas da Serra Foto: Roni Rigon / Agencia RBS

Os vereadores de Farroupilha aprovaram um requerimento, a ser encaminhado ao Daer, para mudar o endereço previsto para ativar uma lombada eletrônica. Inicialmente, o plano é posicioná-la nas proximidades do entroncamento da RS-453 com a RS-122, no local conhecido como Trevo da Tramontina, no quilômetro 60, sentido Caxias-Farroupilha. O autor do requerimento, vereador Fabiano Piccoli (PT), defende que o equipamento seja deslocado para o quilômetro 61, nas imediações do retorno de acesso ao bairro Medianeira, próximo à empresa Soprano Utilidades. O requerimento foi aprovado por unanimidade na última segunda-feira (5).

Piccoli argumenta que, com a instalação de sinaleiras no trevo, não há mais  por que colocar uma lombada eletrônica ali. Já no retorno mencionado no quilômetro 61, o vereador afirma que se trata de um trecho perigoso. Nesse ponto, os veículos que se deslocam no sentido Farroupilha-Caxias fazem a manobra de retorno atravessando o sentido contrário. O objetivo da lombada neste novo ponto, conforme ele, seria diminuir a velocidade dos veículos que se deslocam no sentido Caxias-Farroupilha, já que o retorno fica logo após uma subida com curva à esquerda para quem está neste sentido, o que aumenta a chance de colisão com um carro que está atravessando a rodovia. 

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O quilômetro 61 é o que apresenta o maior índice de acidentes entre Caxias e Farroupilha, segundo dados do Grupo Rodoviário. Entre 1º de janeiro de 2015 a 7 de fevereiro de 2018, foram 81 acidentes envolvendo 189 veículos e deixando 36 pessoas feridas. O sargento Givanildo Schiavon, integrante do grupo, afirma que o acidente típico é a colisão transversal entre quem faz o retorno e quem se desloca em direção a Farroupilha, e não colisões traseiras entre veículos que se deslocam no mesmo sentido. 

No mesmo período, os quilômetros 59, no acesso à Rodoviária de Farroupilha, e 69, nas imediações do Campus 8 da UCS, tiveram 46 acidentes cada. O quilômetro 60 é o quarto em número de acidentes, com 42. Schiavon relata que, desde que as sinaleiras foram instaladas no local, o número de acidentes caiu significativamente.

O sargento afirma que cabe ao Daer avaliar onde as lombadas devem ser posicionadas e a situação do retorno do quilômetro 61. Mas diz que, se consultado, exporia a situação e defenderia uma medida para tornar o trecho mais seguro, que poderia ser a instalação de um redutor.




 
 
 

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