Amigo diz que rio onde ocorreu acidente com moradores da Serra não é considerado perigoso por pescadores - Cidades - Pioneiro

Buscas08/09/2017 | 14h54Atualizada em 08/09/2017 | 18h18

Amigo diz que rio onde ocorreu acidente com moradores da Serra não é considerado perigoso por pescadores

Diogo Michelon, 41 anos, morador de Bento Gonçalves, segue desaparecido

Amigo diz que rio onde ocorreu acidente com moradores da Serra não é considerado perigoso por pescadores ¿?talo Franzoi Junior / Divulgação/Divulgação
Foto: ¿?talo Franzoi Junior / Divulgação / Divulgação
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O corpo de bombeiros e integrantes da Associação Gaúcha de Pesca com Iscas Artificiais (Agapia) continuam as buscas a Diogo Michelon, 41 anos, morador de Bento Gonçalves que está desaparecido após sofrer um acidente de barco no município de São João do Sul, no sul de Santa Catarina, na tarde de quinta-feira. Ele estava acompanhado do amigo Jeferson Rizzon, 35, de Farroupilha, que foi resgatado ao hospital de Sombrio e recebeu alta hospitalar na tarde desta sexta-feira.

 Também integrante da Agapia, o caxiense Ítalo Franzoi Junior está em Santa Catarina acompanhando as buscas. Ele conta que encontrou os dois amigos na quinta-feira, durante uma pescaria no Rio da Barrinha, um afluente do Rio Mampituba. Franzoi acredita que um momento de distração pode ter ocasionado o acidente. Segundo ele, o barco subiu em um barranco e virou com os dois ocupantes.

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 — Eu estava pescando com a minha filha Geórgia quando, por volta de 13h30min, ouvimos um barulho como se o motor do barco tivesse batido em alguma coisa e parado de funcionar. Como é um barulho normal para nós, não prestei atenção, porque não ouvi ninguém gritando por socorro. Saímos de lá e fomos até a praia. Quando voltamos, por volta das 16h, os pescadores nos relataram que o barco do Diogo e do Jeferson tinha virado e que os bombeiros estavam fazendo buscas. O barco não teve dano nenhum, com exceção de uma pequena hélice do motor — conta Franzoi.

 Rizzon machucou a cabeça, mas o estado de saúde dele não é grave. Michelon seguia desaparecido até o início da tarde desta sexta-feira. Eles não usavam coletes salva-vidas, conforme Franzoi. A região onde ocorreu o acidente não é considerada de risco pelos pescadores:

— É um rio muito tranquilo. No momento do acidente, o rio estava correndo até um pouco mais forte, mas isso não influenciou na navegação. Eles bateram em uma região reta — explica Franzoi.

 Rizzon e Michelon são casados, mas as mulheres deles não acompanhavam a pescaria.

 — São dois apaixonados por pesca e grandes pescadores. O Jeferson, inclusive, foi várias vezes campeão na modalidade — comenta o amigo.

Participam das buscas os bombeiros de Criciúma, Sombrio e Passo de Torres. A Agapia também está auxiliando no resgate com o empréstimo de barcos. 


 

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