Cidades, Pioneiro.com, clicRBSPioneiro.comhttp://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/urn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-iatom© 2011-2018 clicrbs.com.br2018-07-17T07:30:01-03:00urn:publicid:clicrbs.com.br:24573385Memória: Às vésperas do Dia do Colono em 1968Há 50 anos, data motivou diversos anúncios no semanário Caxias Magazine2018-07-16T14:58:39-03:002018-07-16T14:58:39-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAcervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoMemória: Às vésperas do Dia do Colono em 1968Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24573385Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-as-vesperas-do-dia-do-colono-em-1968-10498735Memória: Às vésperas do Dia do Colono em 1968Há 50 anos, data motivou diversos anúncios no semanário Caxias Magazine2018-07-16T14:58:39-03:002018-07-16T14:58:39-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brMotoristas, escritores e colonos são reverenciados no dia 25 de julho, data que serve para voltarmos a Caxias do Sul de 1968. Mais especificamente ao semanário Caxias Magazine de 20 de julho de 50 anos atrás. Foi quando várias fábricas e empresas da cidade enalteceram o trabalho de agricultores e motoristas de caminhão.O destaque daquela edição coube a centenária Fábrica de Produtos Químicos Veronese, fundada em 1911 e em plena atividade até hoje. Em anúncio de página inteira, a Veronese, além de cumprimentar os aniversariantes, aproveitava para divulgar seus produtos – entre eles o cremor de tártaro, o monosulfito de cal e os ácidos tânico e tartárico, conforme vemos na reprodução abaixo. Na imagem que abre a matéria, o anúncio da antiga Indústria Metalúrgica Mibral, fabricante de parafusos para caminhões e tratores. Outra menção partiu da Câmara de Vereadores, à época presidida pelo vereador Alfredo José De Bortolli, falecido no último dia 15 de junho, aos 84 anos. Leia mais:Veronese: um século de história Flores da Cunha: 120 anos depois, um novo casarão dos VeroneseNelly Veronese Mascia na literaturaTecelagem Irmãos Panceri em 1948Foto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoFoto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoO Caxias MagazineO Caxias Magazine foi fundado e dirigido pelo ex-prefeito de Caxias Mansueto de Castro Serafini Filho. Circulou entre 1958 e 1970 — no início como mensário, depois semanalmente, alternando edições vendidas a outras com distribuição gratuita.Nos primórdios, teve como colaboradores David Andreazza, Jimmy Rodrigues, Christiano Carpes Antunes, Mario Gardelin, Moacir Mendes de Oliveira, Paulo Gargioni, Flavio Bellini, Hélio Machado, Adair Biazori e Cesar Serafini, entre outros. Na imagem abaixo, o lendário logotipo, marcando a estreia de 60 anos atrás, em setembro de 1958. Mas essa é uma história que contaremos em detalhes em breve...Caxias Magazine: desejos de um Feliz Natal em 1965Foto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoA dataA definição de 25 de julho como o Dia do Colono teria surgido em 1924, em meio às comemorações do centenário da chegada dos primeiros alemães ao Rio Grande do Sul. A data sinalizou o desembarque, em 1824, da primeira leva de imigrantes à Feitoria Real da Linho Cânhamo, que, posteriormente, daria origem à sede de São Leopoldo. Já a colonização italiana no Rio Grande do Sul teria início somente meio século depois, em 1875.Leia mais:Cervejaria Leonardelli, fabricante da clássica Cerveja Pérola, em 1952Para recordar da Cerveja PérolaCervejaria Leonardelli: rótulos que fizeram históriaChaminés: as sobreviventes das alturas Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: Às vésperas do Dia do Colono em 1968Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-as-vesperas-do-dia-do-colono-em-1968-10498735Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24571121Passeata lembra morte de bebê por suposta negligência médica em Caxias do SulMais de 200 pessoas participaram da manifestação por justiça2018-07-14T18:28:36-03:002018-07-14T18:28:36-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLeonardo LopesPasseata lembra morte de bebê por suposta negligência médica em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24571121Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-passeata-lembra-morte-de-bebe-por-suposta-negligencia-medica-em-caxias-do-sul-10497652Passeata lembra morte de bebê por suposta negligência médica em Caxias do SulMais de 200 pessoas participaram da manifestação por justiça2018-07-14T18:28:36-03:002018-07-14T18:28:36-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brSeis dias após a morte do bebê Teylor Terra da Fonseca, familiares e apoiadores realizaram uma passeata pedindo justiça em Caxias do Sul. Pouco mais de 200 pessoas fizeram o percurso na tarde deste sábado. Saíram da Praça Dante Alighieri em direção ao Pronto-Atendimento 24 Horas (Postão 24H) e depois seguiram em carreata até o Hospital Geral. O grito é para que nenhuma outra pessoa morra por suspeita de negligência. — A caminhada é pelo Teylor, porque foi negligência o que aconteceu no Postão 24H e depois terminou no Hospital Geral. Não deram assistência e ele morreu — ressalta Mayara Martins Terra, mãe do menino.Leia mais:Família relaciona morte de criança a uma suposta falha no atendimento no Postão e no Hospital Geral em Caxias do SulConselho da Saúde acredita que falta de leito de UTI pediátrica influenciou na morte de criança em CaxiasPara a família, o anúncio do prefeito Daniel Guerra sobre projeto de criação de um novo plantão pediátrico 24 horas foi feito em um momento muito inadequado e pode ser confundido com um ação para conseguir votos. Eles lembram que Teylor precisava apenas de oxigênio.— Se não tivesse a morte do meu filho, estariam falando em um novo sistema para a cidade? Precisamos de profissionais qualificados e aparelhos que funcionem. Que (os médicos) trabalhem por amor, não só pelo dinheiro ou as horas que tem que ficar ali. Quando uma pessoa precisa de oxigênio, ou outra medicação, eles precisam ser rápidos para salvar vidas — desabafa a mãe.Teylor Terra da Fonseca tinha 10 mesesFoto: Facebook / Arquivo pessoalOutra questão que tem incomodado a família são as acusações por parte de médicos e suas instituições.— Estão colocando a culpa em mim, que eu fui a errada, que eles são ótimos profissionais e agiram com qualificação. Se tivessem, meu filho estaria aqui hoje — afirma Mayara."Aguardamos exames", diz secretário Procurado pela reportagem, o secretário da Saúde, Geraldo da Rocha Freitas Júnior, afirma que os todos os fatos estão sendo apurados. Ele lembra que houve o atendimento e que foi solicitado leito para o bebê, que foi encaminhado para o Hospital Geral.— Estamos aguardando exames. Ainda não podemos dizer o que aconteceu. É prudente termos as informações mais concretas. É um fato triste. Nesta hora temos que dizer que a responsabilidade é de todos. Entendo a família, que está fragilizada neste momento. É preciso rever tudo para vermos o ponto em que podemos melhorar — afirma.A Secretaria de Saúde teve reuniões na sexta-feiral, inclusive com o prefeito Daniel Guerra, buscando medidas para prevenir que casos como este se repitam. O secretário Geraldo Júnior lembra que a gripe A está preocupando a todos e é importante que as pessoas em grupos de risco se vacinem.A reportagem não conseguiu contato com representantes do Hospital Geral.Leia também:Com apenas um clínico, Postão 24H de Caxias chega a ter demora de até cinco horas para atendimentoFinalização de obra no Hospital Geral seria solução para a falta de leitos em CaxiasHomem é executado dentro do pátio de casa no bairro Santa Lúcia em CaxiasPorto Alegre, RSPioneiro.comPasseata lembra morte de bebê por suposta negligência médica em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-passeata-lembra-morte-de-bebe-por-suposta-negligencia-medica-em-caxias-do-sul-10497652Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24567110Memória: Ilse Adami e uma vida dedicada à costuraMissa de 30º dia de falecimento da modista, que teve atuação durante mais de 60 anos em Caxias do Sul, ocorre neste domingo2018-07-13T07:30:31-03:002018-07-13T07:30:31-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDaniela Xu / Banco de dados, Agência RBSMemória: Ilse Adami e uma vida dedicada à costuraPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24567110Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-ilse-adami-e-uma-vida-dedicada-a-costura-10495521Memória: Ilse Adami e uma vida dedicada à costuraMissa de 30º dia de falecimento da modista, que teve atuação durante mais de 60 anos em Caxias do Sul, ocorre neste domingo2018-07-13T07:30:31-03:002018-07-13T07:30:31-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brMaria Ilse Gens tinha 13 anos quando começou a tomar contato com linhas, tecidos e agulhas, uma influência direta da mãe, Hermínia Bettega Gens, costureira renomada da antiga localidade de Nova Palmira.Aluna aplicada de um colégio de freiras, a adolescente mesclava o aprendizado caseiro com as constantes viagens a Porto Alegre, onde aperfeiçoava técnicas e tomava contato com o que de mais moderno havia em figurinos e padronagens. Começava a tomar forma aí a personalidade que vestiu boa parte da elite caxiense a partir dos anos 1950 — com destaque para as filhas das famílias Eberle, Spinatto, Rizzo e Sassi. Em entrevista ao colunista João Pulita, em outubro de 2009, Ilse deu pistas de sua "receita". — Gosto de conhecer a personalidade de quem vou vestir e idealizar a roupa. Tenho como clientes famílias que foram passando de gerações, e já estou vestindo a quarta. Já vesti a debutante que depois foi noiva e depois mãe de noivo. Leia mais:Lola Salles: entre agulhas e tecidos desde 1937 Darwin Gazzana: o mago dos figurinos Os míticos carros alegóricos de Darwin Gazzana Dona Ilse em 2008, quando a festa teve como soberanas a rainha Andressa Grillo Lovato e as princesas Vanessa Susin e Paula TadeucciFoto: acervo de família / divulgaçãoAtuação na Festa da UvaIlse também teve relação direta com a Festa da Uva. Costurou os vestidos das rainhas Silvia Ana Celli ( 1965), Andressa Grillo Lovato ( 2008) e Tatiane Frizzo ( 2010) e um dos modelos de Elizabeth Menetrier (rainha de 1969). Em 2011, quando o evento completou 80 anos, recebeu uma homenagem especial da organização: foi a responsável pelos trajes que vestiram a rainha Roberta Veber Toscan e as princesas Aline Casagrande e Kelin Zanette. Diferentemente de outros anos, quando apenas costurou, para a edição de 2012 ela respondeu por todo o processo, desenhando as vestimentas, escolhendo cores e tecidos e supervisionando a confecção. De toda essa trajetória, que se mescla à Festa da Uva e à evolução de Caxias, fizeram parte ainda clientes como Carmem Garcia, Vitoria Sehbe, Carolina Sehbe, Viviane Wisintainer, Teresinha Gomes Pinto, Theresinha Pretto Serafini, Sandra Gazola, Adélia Grazziotin Horn e Cleodes Piazza Julio Ribeiro, entre outras.Sobre costurar, resumiu: "É um ato de amor e arte". Ilse em 2011,durante a primeira prova de vestidos das soberanas da Festa da Uva de 2012: a rainha Roberta Veber Toscan (C) e as princesas Aline Casagrande (E) e Kelin ZanetteFoto: Daniela Xu / Banco de dados, Agência RBSA famíliaNascida em 21 de agosto de 1930, Maria Ilse Gens era filha do artesão e músico Augusto Villy Gens e da também costureira Hermínia Bettega Gens. Da mãe, veio a técnica. Do pai, a habilidade para transpor as ideias para o papel. Irmã mais velha de Guido e Elizabeth Vany, Ilse casou com apenas 20 anos — logicamente, confeccionando o próprio vestido. Foi em 20 de maio de 1950, com Jóe Adami, nascendo dessa união os filhos Maria Bernardete, Ana Lúcia, Carlos Augusto e Marcelo. Eles lhe deram seis netos e três bisnetos.Maria Ilse Gens Adami faleceu em 16 de junho, aos 87 anos. A missa de 30º dia ocorre neste domingo, às 11h, na Catedral Diocesana, onde dona Ilse uniu-se a Jóe há 68 anos — e onde casaram dezenas de noivas vestidas por ela.Leia mais: Noivas de maio e de vários outros meses Maio: mês para recordar dos noivos Maio: antigas noivas e homenagens Ilse Gens Adami e Jóe Adami no Studio Geremia. Casamento ocorreu em 20 de maio de 1950Foto: Studio Geremia / acervo de família, divulgaçãoIlse Gens Adami e Jóe Adami no Studio Geremia. Casamento ocorreu em 20 de maio de 1950Foto: Studio Geremia / acervo de família, divulgaçãoIlse em 1968, com o filho MarceloFoto: acervo de família / divulgaçãoIlse, o marido, Jóe Adami, e os filhos Ana Lúcia (E), Marcelo, Maria Bernardete e Carlos Augusto em 1992, quando a costureira recebeu o Troféu CaxiasFoto: acervo de família / divulgaçãoO Troféu Caxias -Categoria Moda, concedido a Ilse Adami em 1992Foto: Rodrigo Lopes / especialFoto: Juan Barbosa / Banco de dados, Agência RBSÁlbum de famíliaNas imagens a seguir, dois registros do acervo pessoal de dona Ilse, disponibilizados pela filha Ana Lúcia Adami. Abaixo, o casamento da irmã, Elisabeth Vany Gens Pasqualetto, com Rodolfo Pasqualetto, em 17 de outubro de 1955. O vestido foi feito pela jovem Ilse, então com 25 anos.Na sequência, uma lembrança do debut de Maria Teresa Gazola, também trajando um vestido confeccionado por Ilse, em 27 de dezembro de 1963. Elisabeth Vany Gens Pasqualetto (irmã de Ilse) e Rodolfo Pasqualetto no dia do casamento, em 17 de outubro de 1955. Vestido fo feito por dona IlseFoto: Studio Geremia / acervo de família, divulgaçãoLembrança do debut de Maria Teresa Gazola, também trajando um vestido confeccionado por Ilse, em 27 de dezembro de 1963Foto: Studio Geremia / acervo de família, divulgaçãoParque dos Macaquinhos em 1975 : a filha Maria Bernardete e o vestido de noiva feito por dona IlseFoto: Rodrigo Lopes / especialHomenagemNo dia do falecimento de dona Ilse, a relações públicas e cerimonialista Maria Lúcia Bettega deixou um emocionado relato sobre a trajetória da prima. O texto, reproduzido aqui, foi publicado originalmente no Facebook de Maria Lúcia."Maria Ilse Gens Adami foi uma autodidata, aprendeu a costurar com a mãe, a Tia Hermínia Bettega Gens. Não buscou formação acadêmica, mas se transformou em uma renomada artista do ramo de moda. Ilse tinha a capacidade de transformar o invisível em algo extraordinário. Captava o abstrato e produzia peças que marcaram épocas e cenários. Costurou muitos vestidos de rainhas e princesas da Festa da Uva de Caxias do Sul. Costurou o vestido da Miss Ieda Maria Vargas e produziu tantas outras obras de arte. Foi pesquisadora do ramo da moda. Entre tantos desenhos que deixou, destaco este (abaixo) que mostra um vestido de chita, usado por ela em 1945, em um baile no Clube Guarani. Desenhou - a partir das informações recebidas na nonna Angela Valentini Bettega - o vestido usado pela bisnonna, no dia de seu casamento, em Verona - Itália. Hoje, a prima Ilse se despede do mundo terreno partindo para a morada eterna! Foi ao encontro da mãe, pai, marido, irmãos, tios... Suas habilidades e seus feitos fazem parte da história de Caxias do Sul."Foto: acervo de família / divulgaçãoDona Ilse em 2011, quando foi responsável por toda a confecção dos trajes das soberanas da Festa da Uva 2012, desde o desenho até a costura e os bordadosFoto: Daniela Xu / Banco de dados, Agência RBSDona Ilse em 2011, quando foi responsável por toda a confecção dos trajes das soberanas da Festa da Uva 2012, desde o desenho até a costura e os bordadosFoto: Daniela Xu / Banco de dados, Agência RBSDona Ilse em 2011, quando foi responsável por toda a confecção dos trajes das soberanas da Festa da Uva 2012, desde o desenho até a costura e os bordadosFoto: Daniela Xu / Banco de dados, Agência RBSLeia mais:Corso alegórico da Festa da Uva de 1972Flagrantes das Festas da Uva de 1965 e 1969Michelin Filmes: o filme de divulgação da Festa da Uva de 1969 Festa da Uva: um ensaio com as soberanas de 1965Festa da Uva de 1965: miss, bomba e cuia no desfileO primeiro corso noturno da Festa da Uva em 1969 Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: Ilse Adami e uma vida dedicada à costuraPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-ilse-adami-e-uma-vida-dedicada-a-costura-10495521Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24456985Justiça nega pedido da Codeca e mantém 36 funcionários trabalhando em CaxiasTrabalhadores haviam sido demitidos e foram reintegrados por liminar2018-07-12T20:59:04-03:002018-07-12T20:59:04-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAndré FiedlerJustiça nega pedido da Codeca e mantém 36 funcionários trabalhando em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24456985Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-justica-nega-pedido-da-codeca-e-mantem-36-funcionarios-trabalhando-em-caxias-10495992Justiça nega pedido da Codeca e mantém 36 funcionários trabalhando em CaxiasTrabalhadores haviam sido demitidos e foram reintegrados por liminar2018-07-12T20:59:04-03:002018-07-12T20:59:04-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4) negou pedido da Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca) e manteve a suspensão das 36 demissões realizadas pela empresa.Leia maisCodeca demite 36 funcionários em Caxias Justiça suspende demissões de 36 funcionários da Codeca em CaxiasCodeca irá recorrer de liminar que suspende demissões de funcionários em Caxias A Codeca havia realizado os desligamentos porque a empresa e o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) rescindiram o contrato firmado para prestação de serviços para reparação das redes de água e não haveria como realocar os trabalhadores.Após ação ajuizada pelos sindicatos que representam os funcionários, porém, a juíza titular da 3ª Vara do Trabalho, Ana Júlia Fazenda Nunes, ordenou o retorno dos servidores por entender que o desligamento se tratou de demissão em massa, sem qualquer prévia negociação coletiva. A Codeca recorreu da decisão e, nesta quinta-feira, teve o mandado de segurança indeferido pelo desembargador do trabalho André Reverbel Fernandes.Na decisão, Fernandes considerou que as razões para encerramento de contrato entre a Codeca e o Samae "não estão bem esclarecidas". O magistrado também questiona a falta de possibilidades para realocar os trabalhadores demitidos. "Não há elementos nos autos que comprovem de forma robusta as alegações da impetrante (a Codeca) de que o Departamento de Construção Civil (DCC) - único setor alegado como compatível com as atividades dos empregados em questão - apresente resultados negativos e altos índices de ociosidade nos últimos meses, bem como de que a manutenção dos contratos de trabalho - que, como informa, representam apenas 2,8% do total de trabalhadores da companhia - possa comprometer a manutenção das suas atividades", diz a sentença. Leia tambémSimecs calcula prejuízo de R$ 250 milhões durante a greve dos caminhoneirosDiretor-presidente do Samae prestará esclarecimentos na Câmara de Caxias do Sul na segunda-feiraPorto Alegre, RSPioneiro.comJustiça nega pedido da Codeca e mantém 36 funcionários trabalhando em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-justica-nega-pedido-da-codeca-e-mantem-36-funcionarios-trabalhando-em-caxias-10495992Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24555404Memória: Martha Rocha na Baixada Rubra em 1955Em visita à cidade em maio de 1955, Miss Brasil deu o chute inicial na partida entre o Grêmio Esportivo Flamengo e o Grêmio de Porto Alegre2018-07-12T07:30:02-03:002018-07-12T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStudio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoMemória: Martha Rocha na Baixada Rubra em 1955Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24555404Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-martha-rocha-na-baixada-rubra-em-1955-10484734Memória: Martha Rocha na Baixada Rubra em 1955Em visita à cidade em maio de 1955, Miss Brasil deu o chute inicial na partida entre o Grêmio Esportivo Flamengo e o Grêmio de Porto Alegre2018-07-12T07:30:02-03:002018-07-12T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brMiss Brasil 1954, Martha Rocha abalou Caxias dentro e fora de campo, literalmente, em 1955. Além de visitar empresas como a Gazola e o Eberle, participar de bailes nos clubes Juvenil e Juventude e mobilizar uma multidão de curiosos defronte à mansão da família Pettinelli, o "furacão loiro" deu o pontapé inicial na partida de futebol entre o Grêmio Esportivo Flamengo (SER Caxias) e o Grêmio Futebol Clube, de Porto Alegre.Rincão da Lealdade e um churrasco para a Miss Brasil Martha RochaFoi em 22 de maio de 1955, na antiga Baixada Rubra (atual Estádio Centenário), quando os times disputaram a partida pelo Campeonato Metropolitano. Matéria do Pioneiro publicada na véspera detalhou a presença ilustre: O "kick-off" será dado pela Srta. Martha Rocha, que estará presente ao embate esportivo, disputado também em sua homenagem."Leia mais:Martha Rocha, Miss Brasil 1954, visita Caxias do SulCTG Rincão da Lealdade na Festa da Uva de 1969Varejo do Eberle: um clássico do Centro Martha Rocha pouco antes de dar o chute inicial da partida entre o Flamengo e o Grêmio de Porto Alegre, na Baixada RubraFoto: Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami / divulgaçãoBaixada Rubra: Martha Rocha dá o chute inicial na partida em que o Flamengo foi derrotado pelo Grêmio, em 22 de maio de 1955Foto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoFesta social esportivaA badalação em torno da musa recebeu ampla cobertura na edição seguinte do então semanário Pioneiro: “O jogo entre Grêmio e Flamengo transformou-se em festa social esportiva, mercê a presença da encantadora Martha Rocha, Miss Brasil, que atraiu enorme público, o qual não regateou aplausos à formosa baiana. Diversas homenagens foram prestadas à linda visitante, dentre as quais destacamos um fino mimo ofertado pela ala feminina do Flamengo. Saudando a Miss Brasil, usou da palavra o alto prócer do Flamengo, sr. Décio Vianna, que traduziu a satisfação e alegria da família rubra pela presença da bela visitante.”Nas foto maior acima, Martha com os jogadores do Flamengo e a direção do Flamengo. À época, o time era formado por Cestari, Remi, Danga, Bexiga, Libinho, Ghizzoni, Solis, Camargo, Alberi, Zizinho e Alemão. Leia mais:Esporte Clube Floriano em 1956Juventus: o tricampeonato varzeano em 1954Baile no Esporte Clube Juventus nos anos 1950Uma olimpíada agita Caxias do Sul em 1952Vídeo: Oscar Boz e o filme original das Olimpíadas Caxienses de 1952 Veteranos do Esporte Clube Floriano em 1972Derrota para o GrêmioA presença de Martha em Caxias não garantiu a vitória do Flamengo. Reportagem do Pioneiro da época colocou "panos quentes" no resultado de 3x2 para o Grêmio:"Não pretendemos fazer restrições à vitória gremista. Mereceu a vitória porque, na maioria do tempo, mostrou-se um pouco melhor do que o seu antagonista. Nossas restrições são apenas com referência à maneira com que foi concretizada a vitória do clube da capital. Não fosse o árbitro tão infeliz nas suas decisões, dificilmente o Grêmio sairia de campo com as honras de vencedor, ainda que a merecesse."Leia mais:Pioneiro 70 anos: anúncios na estreia do jornal em 4 de novembro de 1948 Pioneiro 70 anos: de volta a 1952ParceriaInformações e fotos desta coluna são uma colaboração do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.Leia mais:Carrinhos de lomba fervem a Rua Os Dezoito do Forte em 1950Taca-le pau na Rua Os Dezoito do Forte em 1950Uma gincana de lambretas em 1959 Metalúrgica Gazola: Miss Brasil visita a Brazex em 1958Terezinha Morango visita o Varejo do Eberle em 1958Miss Brasília: um aniversário na Festa da Uva de 1961 Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog Memória -->Porto Alegre, RSPioneiro.comMemória: Martha Rocha na Baixada Rubra em 1955Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-martha-rocha-na-baixada-rubra-em-1955-10484734Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24555433Menino de 12 anos é atropelado em Vacaria, mas não corre risco de morteAcidente aconteceu no km 42,1 da BR-116, por volta das 17h30min2018-07-11T18:46:27-03:002018-07-11T18:46:27-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPolícia Rodoviária Federal / divulgaçãoMenino de 12 anos é atropelado em Vacaria, mas não corre risco de mortePioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24555433Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-menino-de-12-anos-e-atropelado-em-vacaria-mas-nao-corre-risco-de-morte-10484759Menino de 12 anos é atropelado em Vacaria, mas não corre risco de morteAcidente aconteceu no km 42,1 da BR-116, por volta das 17h30min2018-07-11T18:46:27-03:002018-07-11T18:46:27-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUm estudante de 12 anos foi atropelado no final da tarde desta quarta-feira no km 42,1 da BR-116, nas proximidades de uma pedreira, em Vacaria.Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, que atendeu a ocorrência, o menino acabava de descer de um ônibus escolar quando foi atingido por um Corsa, com placas de Campestre da Serra.As informações iniciais são de que o menino foi socorrido e não corre risco de morte. O trânsito chegou a ficar em meia pista para o socorro, mas já foi normalizado.Leia também:Hospitais e unidades de pronto atendimento de Caxias do Sul registram aumento de casos de gripeDesde 2016, Caxias registra cerca de 20 casos de homicídios com duas mortes ou maisHomem morto em incêndio em estofaria em Caxias é identificadoPorto Alegre, RSPioneiro.comMenino de 12 anos é atropelado em Vacaria, mas não corre risco de mortePioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-menino-de-12-anos-e-atropelado-em-vacaria-mas-nao-corre-risco-de-morte-10484759Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24549756Memória: Lucia Dallemole, a heroína da grande explosão de 1943 Operária da fábrica de munições da Gazola Travi & Cia auxiliou no resgate às vítimas da tragédia de 75 anos atrás2018-07-11T07:30:30-03:002018-07-11T07:30:30-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStudio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoMemória: Lucia Dallemole, a heroína da grande explosão de 1943 Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24549756Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-lucia-dallemole-a-heroina-da-grande-explosao-de-1943-10481394Memória: Lucia Dallemole, a heroína da grande explosão de 1943 Operária da fábrica de munições da Gazola Travi & Cia auxiliou no resgate às vítimas da tragédia de 75 anos atrás2018-07-11T07:30:30-03:002018-07-11T07:30:30-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuando se fala na grande explosão de 22 de julho de 1943, na antiga fábrica de munições da metalúrgica Gazola Travi & Cia, imediatamente vem à lembrança o grupo de mulheres mortas no acidente. Uma personagem pouco lembrada, porém, é a jovem Lucia Dallemolle, cuja atuação no resgate às vítimas sob os escombros foi fundamental. Um dos raros registros sobre Lucia integrou a reportagem especial do jornal "O Momento" de 24 de julho de 1943, dois dias após a catástrofe. Intitulado "Uma heróica e um abnegado", o texto destacava, além de Lucia, o jovem Nilo Travi, outro funcionário da empresa:"É digno de pública recomendação o gesto heróico de uma moça, operária da fábrica sinistrada. Chama-se ela Lucia Dallemole, que, enfrentando toda a sorte de perigos e por vezes arriscando a vida, com o espanto de todos, atirou-se heroicamente sobre os escombros e chamas, sobraçando e retirando as colegas feridas. Indiferente ao ameaçador perigo e toda ensanguentada, Lucia, com sua bravura, concitou os homens ali presentes a secundarem-na. Outro que se destacou foi Nilo Travi, que, secundando Lucia Dallemole, agiu com calma e verdadeira abnegação". A bravura da operária foi reconhecida oficialmente no dia 25 de agosto de 1943, quando a empresa inaugurou o Marco em Memória às Moças Operárias. Na cerimônia junto ao obelisco, Lúcia foi condecorada por um oficial do exército, conforme vemos na imagem acima. O registro traz ainda o juiz Eduardo Caravantes (à esquerda) e o sócio-diretor da metalúrgica, Otarino Travi. Na solenidade também estiveram presentes o empresário José Gazola, fundador da empresa, o padre Eugênio Giordani, o prefeito Dante Marcucci, as Samaritanas da Cruz Vermelha Brasileira — Núcleo Caxias e representantes do Exército Brasileiro e da Liga de Defesa Nacional, além de trabalhadores e autoridades civis, militares e religiosas. Segundo registros contidos nos livros de sepultamentos do Cemitério Público Municipal, Lucia Dallemole faleceu em 12 de maio de 1967, 24 anos após a explosão. Leia mais: Jubileu de prata da Metalúrgica Gazola em 1957 Metalúrgica Gazola: Miss Brasil visita a Brazex em 1958 Gazola: pérolas de um acervo Metalúrgica Gazola homenageia pracinhas em 1950 A inauguração da Loja Brazex em 1952 Nova fábrica de talheres da Gazola em 1966 A cerimônia em 25 de agosto de 1943, quando foi inaugurado o Marco em Memória às Moças OperáriasFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoObelisco traz uma placa com os nomes das sete vítimas da explosãoFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoObelisco inaugurado em 25 de agosto de 1943 traz uma placa com os nomes das sete vítimas da explosãoFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoA Gazola na Segunda Guerra MundialÀ época da explosão, a empresa Gazola Travi havia sido declarada de interesse militar pelo Exército Brasileiro. Foi quando passou a produzir material bélico para as tropas brasileiras em combate na Itália. Naquela manhã de 22 de julho de 1943, as jovens enchiam os cartuchos de pólvora, momento em que uma sequência de estampidos fez o pavilhão de munições voar pelos ares. Na hora morreram Graciema Formolo, Maria Bohn, Julia Gomes e Olívia Gomes. Uma semana depois, sucumbiram Tereza Morais e Irma Zago. Sobrevivente da explosão, Odila Gubert teve a perna amputada no Hospital Pompéia e faleceu em 2003, 60 anos após a tragédia.Matéria do jornal "O Momento" de 24 de julho de 1943 relatou o horror daquela manhã."O maior número de funcionários que empregam sua atividade na fabrica Gazola Travi & Cia é de meninas, cuja idade varia de 14 a 20 anos. A seção onde ocorreu a primeira detonação era efusivamente ocupada por operárias, A maioria delas foi atingida pelo material que desabou do teto, sofrendo, as que morreram, as consequências dos estilhaços da explosão. Algumas das vítimas foram atingidas na face, ficando horrivelmente deformadas, enquanto outras apresentam queimaduras e escalpelo total".As causas do acidente nunca foram devidamente esclarecidas. A mais provável é de que uma faísca tenha dado início aos estouros, visto que a empresa manejava o explosivo fulminato de mercúrio, muito sensível à fricção e ao impacto. Dona Zulmira Mazzochi Florian e as lembranças da explosão da GazolaCerimônia contou com a presença do empresário José Gazola e do padre Eugênio Giordani (à direita)Foto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoRepresentantes do Exército e da Liga de Defesa Nacional compareceram à cerimôniaFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoRepresentantes do Exército, Liga de Defesa Nacional e Samaritanas da Cruz Vermelha compareceram à cerimôniaFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoLeia mais:Memórias de guerra: família de Odila Gubert nos anos 1950Segunda Guerra Mundial: a mudança de nome da Praça DanteSalvo conduto em tempos de guerraAlberto Arioli: uma doação para enriquecer a históriaA Segunda Guerra Mundial em uma cartaCombatentes de Antonio Prado na Segunda Guerra MundialOutros socorristasAlém de Lucia Dallemole e Nilo Travi, auxiliaram no socorro funcionários do antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), cujo escritório ficava a poucos metros da fábrica, na BR-116. Entre eles, Ivo Maciel, Alcides Reali, Maximino Peroni, Adelino Fabrin, Emanuel Correa, Laurindo Cardoso, Avelino Cardoso, Joaquim Slongo e Benedito da Silva. Outros envolvidos no resgate foram o chofer de praça Carelli e os funcionários da prefeitura Izolino da Costa e Fermino Inácio, este último guarda da Praça Vestibular Abramo Eberle, em frente ao Imigrante. No Hospital Pompéia, as vítimas foram atendidas pelos médicos Félix Spinato, José Brugger, Decio Merlotti Pereira, Ataliba Finger, Oscar Teles, Luiz Faccioli e Rocha Neto.Na imprensaA seguir, a capa e contracapa do jornal "O Momento" de 24 de julho de 1943, destacando o "sinistro de grandes proporções".Foto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoFoto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoFoto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoCerimônia lembra a explosãoNo próximo dia 21 de julho, sábado, véspera do aniversário de 75 anos da explosão, o Memorial Gazola — Museu da Metalurgia de Caxias do Sul sedia uma programação especial para recordar do episódio. Haverá uma celebração religiosa conduzida pelo frei Jaime Bettega e a apresentação da banda do 3º Grupo de Artilharia Antiaérea. Um dos momentos de destaque será a inclusão de uma placa extra no obelisco, em homenagem à operária Anoema da Costa Lima — morta em 1945 em função dos ferimentos e da grande quantidade de estilhaços de ferro espalhados pelo corpo. Esquecida pela história oficial, Anoema teve sua história recuperada por este colunista em uma reportagem especial publicada no Pioneiro de 14 de janeiro deste ano, dia de sua morte, há 73 anos. O Memorial Gazola fica junto ao antigo complexo da Gazola, na BR-116. A entrada é franca. Leia mais:A história de Anoema da Costa Lima, a vítima esquecida da explosão de 1943 na Metalúrgica GazolaO momento de descerramento do obelisco, em 25 de agosto de 1943Foto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoA placa com o nome das seis vítimas mortas e da sobrevivente Odila Gubert, que teve a perna amputadaFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoPersonagens e suas históriasVocê tem mais informações ou conhece familiares de Lucia Dallemole? A coluna Memória e o Memorial Gazola estão coletando informações que ajudem a recontar a trajetória de todas as vítimas e personagens da grande explosão de 1943. Entre em contato pelo e-mail rodrigolopes33@gmail.com.Representantes do Exército e da Liga de Defesa Nacional compareceram à cerimôniaFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoMemorial GazolaBoa parte da trajetória da antiga Metalúrgica Gazola pode ser conferida no Memorial Gazola — Museu da Metalurgia de Caxias do Sul. O espaço, junto à antiga fábrica, na BR-116, preserva centenas de documentos, fotografias, catálogos, objetos de cutelaria, artefatos bélicos e material referente à participação da Gazola Travi & Cia na Segunda Guerra Mundial, quando a empresa foi declarada de interesse militar pelo Exército Brasileiro. As visitas podem ser feitas às terças e quintas, das 14h às 17h. Mais informações pelos fones (54) 3041.1511 e 98132.5438 ou pelo www.memorialgazola.com.br.Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: Lucia Dallemole, a heroína da grande explosão de 1943 Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-lucia-dallemole-a-heroina-da-grande-explosao-de-1943-10481394Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24552009Próximos dias devem ter mais frio e geada na SerraSegundo meteorologista, neve está descartada; no sábado, temperatura fica mais amena2018-07-10T18:30:02-03:002018-07-10T18:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSTadeu VilaniPróximos dias devem ter mais frio e geada na SerraPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24552009Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-proximos-dias-devem-ter-mais-frio-e-geada-na-serra-10482456Próximos dias devem ter mais frio e geada na SerraSegundo meteorologista, neve está descartada; no sábado, temperatura fica mais amena2018-07-10T18:30:02-03:002018-07-10T18:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA neve chegou a Santa Catarina na madrugada desta terça-feira e já é possível notar o frio aumentando na região nordeste do Rio Grande do Sul. De acordo com a previsão da Somar Meteorologia, porém, o fenômeno registrado no Estado vizinho não deve se repetir na Serra. — Uma massa polar chegou na região, mas (a neve) foi muito pontual. Para as próximas madrugadas, a previsão não enxerga neve, mas sim geada nas regiões da Serra gaúcha e catarinense — aponta a meteorologista Heloisa Pereira.Conforme Heloisa, deve gear em São José dos Ausentes e em Vacaria, cidades mais altas da região, e o fenômeno também pode ser registrado em Caxias do Sul entre as madrugadas desta quarta e sexta-feira. Isso acontece porque as temperaturas devem seguir caindo até o fim da semana. Na quinta-feira, a mínima deve fica nos 3ºC na cidade, por exemplo. O frio começa a dar uma trégua no sábado e a temperatura deve seguir subindo durante a próxima semana. Segundo a meteorologista, o tempo fica mais ameno na região até a última semana de julho. As chuvas, frequentes no inverno até agora, também devem diminuir até a segunda quinzena do mês. Foram registrados 124,8mm de chuva em junho em Caxias. Nos primeiros 10 dias de julho, foram 68,1mm. Os próximos dias devem ser mais secos, com previsão de chuva intensa entre os dias 19 e 20 e pancadas isoladas entre os dias 21 e 25. Depois da chuva, o frio volta, segundo Heloisa:— As previsões reforçam a chegada de uma nova onda de frio para o fim do mês e especialmente na virada de julho para agosto, com novas possibilidades de geada. É o clima típico de inverno, com máximas de 23ºC, 24ºC no decorrer do mês e depois uma virada com queda de temperaturas — projeta.Mínimas e máximas para os próximos dias em Caxias do Sul:- Quarta-feira: Mínima: 5°C / Máxima: 12°C- Quinta-feira: Mínima: 3°C / Máxima: 15°C- Sexta-feira: Mínima: 4°C / Máxima: 16°C- Sábado: Mínima: 6°C / Máxima: 17°CFonte: Somar Meteorologia. Leia também:Bombeiros controlam incêndio em residência no bairro Santa Lúcia, em CaxiasTrês pessoas são mortas a tiros no bairro Primeiro de Maio em Caxias do SulDe 46, apenas 12 UBSs ainda têm de doses de vacina contra a gripe em Caxias do SulPorto Alegre, RSPioneiro.comPróximos dias devem ter mais frio e geada na SerraPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-proximos-dias-devem-ter-mais-frio-e-geada-na-serra-10482456Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24548985Memória: Padaria Moderna, sabores de uma épocaEstabelecimento surgiu em meados dos anos 1930 e logo consolidou-se como uma referência em pães, biscoitos e cucas2018-07-10T07:30:38-03:002018-07-10T07:30:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStudio Geremia / Banco de dados, Agência RBSMemória: Padaria Moderna, sabores de uma épocaPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24548985Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-padaria-moderna-sabores-de-uma-epoca-10481135Memória: Padaria Moderna, sabores de uma épocaEstabelecimento surgiu em meados dos anos 1930 e logo consolidou-se como uma referência em pães, biscoitos e cucas2018-07-10T07:30:38-03:002018-07-10T07:30:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEndereço que marcou época na Rua Pinheiro Machado, entre as ruas Garibaldi e Marechal Floriano, a Padaria Moderna é um dos estabelecimentos cuja história integra a mostra "Gastronomia e Museus: Diálogos entre Caxias e Bento". Enfocando alimentação e memória afetiva e tendo o trigo como protagonista, a exposição abre oficialmente hoje à noite, no Museu Municipal (leia mais abaixo).Antigo letreiro da Padaria Moderna ressurge no Centro de CaxiasDe propriedade do comerciante Paulo Lohmann, a Padaria Moderna surgiu em meados dos anos 1930. Já naquela época, consolidou-se como uma referência em pães, biscoitos e cucas, sendo que a maior parte das receitas era elaborada por Edwiges Kunz, esposa do empresário. Paulo e Edwiges tiveram quatros filhas: Olga (casada com Paulo de Paula), Reny (casada com Antonio Rodrigues), Flavia (casada com Paulo Segala) e Adelícia (ou "Alice", casada com Eduardo Mosele, um dos fundadores da extinta Vinícola Mosele), todos na imagem abaixo.Leia mais:Demolição da Vinícola Mosele em 1981Lembranças da Vinícola Mosele Vinhos Raposa: um clássico da Mosele Chaminés, as sobreviventes das alturas Ensaio da semana: as antigas chaminés industriais de CaxiasRuínas da Cantina Antunes nos anos 1980Cervejaria Leonardelli e a clássica cerveja Pérola Paulo Lohmann e Edwiges Kunz (ao centro) e as quatros filhas: Olga (E) casada com Paulo de Paula; Reny, casada com Antonio Rodrigues; Flavia, casada com Paulo Segala; e Adelícia (D), casada com Eduardo MoseleFoto: Studio Geremia / Banco de dados, Agência RBSOs famosos pães d'águaA padaria funcionou entre o final dos anos 1930 e meados dos anos 1980 na Rua Pinheiro Machado, 2.148. Na década de 1960, cerca de 20 sacos de farinha de trigo eram gastos por dia na confecção dos clássicos pães d’água – de meio quilo —, que predominavam nas vendas.Em 1950, a publicação Documentário Histórico do Município de Caxias do Sul (1875-1950), de autoria do jornalista Duminiense Paranhos Antunes, destacou o estabelecimento. Naquela época, o empreendimento já era comandado pelo empresário Antônio Netto Rodrigues. "O mais moderno estabelecimento de panificação de Caxias do Sul, fabricando também biscoitos, cucas e outros produtos do ramo. Na fotografia, vê-se o moderno Forno Vulcão, última palavra em fornos termo-contínuos."Nas imagens abaixo, outros momentos da padaria nos anos 1940 e um anúncio veiculado no jornal "O Momento" de 22 de julho de 1948.Leia mais:Moinho Progresso e um incêndio em 1954Inauguração do Mercado Público de Caxias em 1968Mercadinho do Povo na Av. Júlio em 1947 Inauguração das Feiras Livres em 1948 As antigas feiras livres de Caxias do Sul O comerciante Paulo Lohmann e o grupo de funcionários da padaria em meados dos anos 1940Foto: Coleção de Adelícia Lohmann Mosele / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoO comerciante Paulo Lohmann e os padeiros em meados da década de 1940Foto: Coleção de Adelícia Lohmann Mosele / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoFoto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoGastronomia e MuseusAlém de promover um diálogo entre a produção, circulação e consumo de alimentos derivados das farinhas de trigo e milho, a exposição "Gastronomia e Museus: Diálogos entre Caxias e Bento" resgata também um pouco da história do setor tritícola na cidade. Na abertura, às 19h de hoje, o público poderá conferir peças do acervo do Museu Municipal relacionadas ao plantio, produção, moinhos, fábricas, saberes e fazeres ligados ao trigo, mescladas a imagens do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, Museu dos Capuchinhos (Muscap) e Instituto Memória Histórica e Cultural (IMHC) da UCS.Confira abaixo alguns detalhes da mostra.Leia mais:Sila Mariani Santini e a Mercearia Caxiense em 1952Venda a granel: ontem, hoje e sempreDe volta aos antigos armazénsUm retorno aos velhos secos & molhados Restaurante da Exposição, na Rua Alfredo Chaves, em 1958 Foto: Marcelo Casagrande / Agência RBSFoto: Marcelo Casagrande / Agência RBSFoto: Marcelo Casagrande / Agência RBSFoto: Marcelo Casagrande / Agência RBSAtividades paralelasDurante o período da mostra, os visitantes poderão adquirir produtos típicos, como massas, pães e cucas, diretamente dos produtores cadastrados na Secretaria Municipal da Agricultura. No dia 15 de julho, eles participam de uma feira no pátio interno do Museu, das 11h às 15h. Também estão programados um encontro para trocas de receitas feitas com farinha de trigo, dia 25, e uma oficina de massas, dia 1º de agosto. As duas atividades têm vagas limitadas. A exposição "Gastronomia e Museus: Diálogos entre Caxias e Bento" até 4 de agosto, com entrada franca. Programação:: 10 de julho: 19h (Abertura da exposição) Acervo do Museu Municipal relacionado ao plantio, produção, moinhos, saberes e fazeres ligados ao trigo, com imagens do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, além do apoio de parceiros como o Museu dos Capuchinhos (Muscap), frei Arlindo Battistel e Instituto Memória Histórica e Cultural/IMHC UCS.:: 15 de julho: 11h às 15h (Mercado no Museu Municipal)Feira de produtos fabricados com farinha de trigo no jardim do Museu Municipal.:: 25 de julho: 14h às 16h30 (Venha ciacolar no Museu)Troca de receitas de culinária típica das diferentes etnias feitas somente com farinha de trigo. Sugere-se levar a receita escrita para montagem de um livreto das receitas do encontro. Os participantes podem levar uma amostra de sua receita para confraternizar. Inscrições presenciais no Museu Municipal até 20 de julho (vagas limitadas).:: 1° de agosto: 14h às 16h (Aprendendo a fazer massa)Oficina de massa caseira. Inscrições presenciais no Museu Municipal até 27 de julho (vagas limitadas).Todas as atividades ocorrem no Museu Municipal (Rua Visconde de Pelotas, 786). Fone: 3221.2423.Em Porto Alegre e BentoA mostra em Caxias integra uma exposição compartilhada, que ocorre simultaneamente em outros espaços museológicos de Bento Gonçalves e Porto Alegre. Na capital, a exposição está sediada no Museu Júlio de Castilhos. Já em Bento Gonçalves, ela ocorre no Museu do Imigrante.Leia mais:Ferragem Andreazza: uma adega, décadas de históriasInauguração do novo Pastifício Caxiense em 1963Lembranças recheadas de sabor no antigo Pastifício CaxienseCooperativa Vinícola São Victor nos anos 1950Vinícola São Victor: a trajetória da família ZandomeneghiEstação Férrea em 1958 Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: Padaria Moderna, sabores de uma épocaPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-padaria-moderna-sabores-de-uma-epoca-10481135Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24549490Graduado em História, vigilante troca aulas por comida em Caxias do SulEmbora nunca tenha ficado desempregado, sonho de Jerson Rogerio Gallas é lecionar2018-07-09T16:25:46-03:002018-07-09T16:25:46-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiogo SallaberryGraduado em História, vigilante troca aulas por comida em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24549490Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-graduado-em-historia-vigilante-troca-aulas-por-comida-em-caxias-do-sul-10481368Graduado em História, vigilante troca aulas por comida em Caxias do SulEmbora nunca tenha ficado desempregado, sonho de Jerson Rogerio Gallas é lecionar2018-07-09T16:25:46-03:002018-07-09T16:25:46-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brCartazes colados em postes nas ruas centrais de Caxias do Sul pelo vigilante Jerson Rogerio Gallas, 45 anos, têm sido reproduzidos com exaustão nas redes sociais. Está impressa em folhas de ofício a proposta de Gallas: ele oferece aulas de história em troca de comida. Essa foi a maneira que o vigilante encontrou para praticar um pouco do que aprendeu nos 10 anos em que cursou História na Universidade de Caxias do Sul (UCS). Ele concluiu a faculdade no final de 2015 e não conseguiu ainda emprego para trabalhar como professor. Nunca ficou desempregado, já que é vigilante desde 1998, e sua trajetória profissional é extensa. Já vendeu picolés, entregou jornal, bateu de porta em porta para tentar vender enciclopédias. O grande sonho, confessa, é liderar uma sala de aula e ouvir finalmente um pedido de ajuda que comece com "Ô, professor". — Uma professora aposentada me ligou porque viu meu anúncio e disse que iria me dar uma cesta básica. Mas não é isso que eu quero. Eu quero dar aula — desabafa.Gallas tranquiliza que nem ele, nem sua família, passam fome. No entanto, a cada 30 minutos de aula, cobra um quilo de alimento não perecível, exceto sal. O que arrecada é dividido entre sua família e crianças carentes. Quer montar cestas básicas para entregar a entidades de Caxias que alimentem esse público. Por enquanto, lecionou três aulas. Arrecadou arroz, feijão e massa, itens que já foram pra sua despensa. Mas espera ansioso pelos próximos alunos: ele aceita pedidos de alunos de qualquer faixa etária, para qualquer série ou conteúdo relacionado às disciplinas. Atendeu de adulto interessado em concurso até uma criança do sexto ano do Ensino Fundamental. A rotina de vigilante, que trabalha 12 horas e folga o dia seguinte, oferece a facilidade de poder se ocupar com o planejamento do conteúdo ao cliente. As aulas que ministra são de história, geografia, sociologia, filosofia e religião, disciplinas que a habilitação de história permite atuar. Leciona em sua modesta sala de estar, no bairro São José. — Eu já deixei meu pedido para os colégios, que ofereçam a aula como um reforço aos estudantes. Também estou aceito doação de material de apoio para compartilhar com os alunos — explica.Gallas seguirá estudando para concursos na expectativa de monetizar seu sonho, recebendo salário como professor. E quem deseja ter aulas de história com ele basta acioná-lo pelo telefone (54) 9.9945.2700. Em troca, é só ter uma sacola de comida.Para divulgar seus serviços, ele pregou cartazes em várias ruas da área central de Caxias do SulFoto: Diogo Sallaberry / Agencia RBSLeia também:Quatro adolescentes do Mariani, em Caxias do Sul, vão ganhar festa de 15 anosPrimeira morte por gripe A é confirmada em CaxiasPrefeitura de Caxias projeta mutirão para reduzir fila para consultas com especialistasPorto Alegre, RSPioneiro.comGraduado em História, vigilante troca aulas por comida em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-graduado-em-historia-vigilante-troca-aulas-por-comida-em-caxias-do-sul-10481368Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24549391Quatro adolescentes do Mariani, em Caxias do Sul, vão ganhar festa de 15 anosJovens são frequentadoras da biblioteca comunitária do bairro. Voluntária do espaço resolveu organizar os festejos2018-07-09T15:40:17-03:002018-07-09T15:40:17-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcelo CasagrandeQuatro adolescentes do Mariani, em Caxias do Sul, vão ganhar festa de 15 anosPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24549391Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-quatro-adolescentes-do-mariani-em-caxias-do-sul-vao-ganhar-festa-de-15-anos-10481336Quatro adolescentes do Mariani, em Caxias do Sul, vão ganhar festa de 15 anosJovens são frequentadoras da biblioteca comunitária do bairro. Voluntária do espaço resolveu organizar os festejos2018-07-09T15:40:17-03:002018-07-09T15:40:17-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAs bibliotecas comunitárias são espaços espalhados por Caxias do Sul criados em 2009 para estímulo ao hábito de ler, numa iniciativa da prefeitura em parceria com entidades, mantida com verba de Lei de Incentivo à Cultura, a LIC. No bairro Mariani, o programa funciona tão bem que ultrapassou o conceito de leitura e transformou-se em um projeto social. Isso porque quatro frequentadoras da biblioteca, localizada na unidade básica de saúde (UBS), receberão como presente pela assiduidade e comprometimento a realização de um sonho: uma festa de debutantes. A mobilização da comunidade, chefiada por uma voluntária, deve resultar em uma festa super caprichada para as gurias no dia 4 de agosto.— Nós queremos que as meninas ganhem uma festa com tudo que elas têm direito. Elas merecem muito. Tem uma delas que cresceu junto com a biblioteca, há sete anos — conta a voluntária Neiva Kulmann, 59 anos.Neiva é quem conduz as atividades na biblioteca da UBS Mariani desde o início: chegou para cumprir 40 horas de serviço comunitário, determinado pelo Fórum, e permanece há mais de sete anos. Ela já se tornou amiga da comunidade que vai, duas vezes por semana, retirar livros ou tomar um cafezinho na sala da UBS. É ela quem idealizou a festa de debutantes de Emilie Hoffmann, Suelen Ribeiro, Rayssa Ribeiro e Izabel Ribeiro. As gurias são quatro das centenas de usuárias da biblioteca cadastradas por Neiva, e moradoras do bairro Mariani. O espaço que abre duas vezes por semana costuma lotar. Agora, a principal missão da voluntária — que sequer completou o Ensino Fundamental e convence os moradores de que ler é importante — é organizar a festa. O debut sairá do papel graças ao esforço de Neiva em realizar o sonho de meninas que dificilmente viveriam essa noite dos sonhos sem uma ajuda da comunidade. Ela já conseguiu salão para a festa, vestidos, maquiagem, fotos e voluntários para a cozinha. O que precisa, agora, é ajuda para a alimentação dos cerca de 100 convidados.—Eu não consigo imaginar não vir aqui para a biblioteca. Nós viemos porque já somos recebidos como alguém de casa — conta a jovem Emilie, 15 anos.Projeto em UBS é inéditoHá 18 bibliotecas comunitárias espalhadas pelos bairros de Caxias do Sul. A do Mariani é a única localizada em uma unidade básica de saúde (UBS) e é tida, inclusive, como exemplo dentro do projeto, como conta o coordenador do Sistema de Bibliotecas da prefeitura, Cassio Immig.— De fato, o que acontece no Mariani é algo que vai além do universo acadêmico, e por isso se destaca — resume.Na unidade do Mariani, há cerca de 2 mil exemplares de livros. O projeto é mantido com verba via Lei de Incentivo à Cultura (LIC). E quem permitiu e incentivou que a UBS fosse sede do projeto é a gerente da unidade, a enfermeira Eliane Cogo.— Isso traz a esperança que muitas vezes as pessoas da comunidade precisam. Especialmente com o carinho da Neiva — elogia. Para ajudar:: A equipe que organiza a festa de debutantes precisa de ingredientes para o jantar: farinha, tomate, extrato de tomate, sal, cebola, batata e galeto.:: A equipe precisa também de um bolo de aniversário para as meninas,:: Quem deseja ajudar, pode encaminhar os ingredientes ou se apresentar como voluntário pelo telefone (54) 99144-3016.Onde tem biblioteca comunitária:: Jardim Eldorado (Centro Comunitário) :: Santos Dumont (Centro Comunitário):: Mariani (UBS):: Clube de Mães Sta. Mãe de Deus (Centro Comunitário Pôr do Sol):: Vila Gauchinha (Centro Comunitário):: São Gabriel (Centro Comunitário):: Cânyon (Núcleo de Capacitação):: Santa Lúcia do Piaí (CIAD/Sub-Prefeitura):: Cidade Nova I (Centro Comunitário/casa da agente):: Moinhos de Vento (Centro Comunitário):: Parque dos Vinhedos (Centro Comunitário):: Belo Horizonte (Centro Comunitário):: Rosário II (Centro Comunitário/CIAD):: Rio Branco (Centro Comunitário):: Forqueta (ex-Conquista/Sta. Corona):: Casa de Passagem S. Francisco (ex- CRAS Villa-Lobos):: Kayser (Centro Comunitário):: Associação Regional de Deficientes Físicos (A/Rampa)Leia também:Primeira morte por gripe A é confirmada em CaxiasPrefeitura de Caxias projeta mutirão para reduzir fila para consultas com especialistasPorto Alegre, RSPioneiro.comQuatro adolescentes do Mariani, em Caxias do Sul, vão ganhar festa de 15 anosPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-quatro-adolescentes-do-mariani-em-caxias-do-sul-vao-ganhar-festa-de-15-anos-10481336Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24446556Prefeitura de Caxias projeta mutirão para reduzir fila para consultas com especialistasContratação de novos serviços para diminuir espera também não está descartada2018-07-09T08:01:06-03:002018-07-09T08:01:06-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcelo CasagrandePrefeitura de Caxias projeta mutirão para reduzir fila para consultas com especialistasPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24446556Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-prefeitura-de-caxias-projeta-mutirao-para-reduzir-fila-para-consultas-com-especialistas-10480687Prefeitura de Caxias projeta mutirão para reduzir fila para consultas com especialistasContratação de novos serviços para diminuir espera também não está descartada2018-07-09T08:01:06-03:002018-07-09T08:01:06-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brHá 28.585 mil pessoas aguardando consultas com médicos especialistas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Caxias do Sul, conforme levantamento da Secretaria Municipal da Saúde do início de junho. A espera para atendimentos pode variar, no Centro Especializado de Saúde (CES), de alguns dias para até quase dois anos, dependendo da especialidade.Leia maisCaxias do Sul tem déficit de 3,6 mil consultas por semanaFalta de recursos dificulta redução da fila para cirurgias em CaxiasUBS Cruzeiro, em Caxias do Sul, vai ficar sem clínico geral a partir de segunda-feiraPara amenizar o problema, o secretário de Saúde de Caxias, Geraldo da Rocha Freitas Júnior, aposta num conjunto de ações que, ele acredita, podem trazer mudanças já no final de julho. Conforme Freitas Júnior, o primeiro passo é quantificar de maneira mais precisa a demanda real por atendimentos.— Estamos com um grupo técnico atualizando as listas (de espera) para deixá-las dentro da real necessidade, para planejar ações no menor tempo possível. Segundo o secretário, a ideia é contatar as pessoas que estão na fila para verificar se elas ainda buscam o atendimento.— Muitas vezes, o usuário acaba buscando um atendimento fora da rede, com recursos próprios, e já não é mais necessário atendimento com especialista — justifica.No mês de maio, por exemplo, os pacientes não foram a 22,94% das consultas com dermatologistas agendadas no CES. O atendimento na especialidade pode levar até 606 dias, ou mais de um ano e sete meses.O levantamento junto aos pacientes também busca estimar quantas consultas devem demandar exames, para, de acordo com Freitas Júnior, não criar uma nova fila insuperável por diagnósticos. Com a demanda real em mãos, o que deve ocorrer entre o fim de julho e o início de agosto, a prefeitura pretende otimizar os recursos disponíveis para diminuir a espera por consultas. Não está descartada a realização de mutirões, ou seja, atendimento em horários estendidos. — Vamos colocar toda a nossa capacidade instalada para atender essas demandas. Estamos trabalhando com a equipe para que os profissionais se organizem para fazer esse trabalho, nem que seja em regime de mutirão — aponta. Caso a estrutura do município seja insuficiente, o secretário projeta a contratação de novos prestadores de serviço, tanto para o atendimento ambulatorial quanto para a realização de exames. — Nem que a gente tenha de buscar alguns serviços de fora do município, vamos dar vazão a essa demanda. Mas, primeiro, temos de quantificar para ver quanto será necessário investir para agilizar o andamento dessas filas. Para a rede básica, UBS+ segue sendo a soluçãoSe a prefeitura de Caxias busca novas soluções para diminuir as filas para atendimento com especialistas, para o gargalo da rede básica, a única solução apontada ainda é o programa UBS+, que transferiria os profissionais do Postão para as unidades básicas de saúde (UBS). O secretário defende a medida por meio dos números de atendimentos no Postão e na UPA: conforme Freitas Júnior, a unidade na zona norte atingiu cerca de 9 mil pessoas em junho, mas 75% dos atendimentos não eram de urgência. Já no Postão, de mais de 10 mil consultas, 82% não seriam urgentes, ou seja, poderiam ser resolvidas em UBSs.Para efetivação do programa, porém, o município defende a gestão compartilhada do Postão, o que já foi rechaçado pelo Conselho Municipal de Saúde e servidores municipais. Para vencer a resistência, o secretário busca retomar o contato com a nova gestão da entidade, que assumiu em maio. — Vamos dar continuidade ao trabalho junto ao Conselho. A própria Conferência Municipal de Saúde vai ser um espaço para mostrarmos nossas estratégias e resolver estas questões, já que para muitas das dificuldades, a solução está no UBS+ — reforça.Leia tambémPresidente do TRF-4 decide manter Lula presoCentenas se reúnem em encontro cultural na Maesa, em CaxiasPorto Alegre, RSPioneiro.comPrefeitura de Caxias projeta mutirão para reduzir fila para consultas com especialistasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-prefeitura-de-caxias-projeta-mutirao-para-reduzir-fila-para-consultas-com-especialistas-10480687Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24547153Memória: Nei Lisboa e uma lembrança do nascimento em Caxias, em 1959Músico apresenta show alusivo ao aniversário dos discos "Hein?!" e "Hi-fi" dia 19 de julho, na Casa da Cultura2018-07-09T07:30:06-03:002018-07-09T07:30:06-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSVaz, banco de dados / Agência RBSMemória: Nei Lisboa e uma lembrança do nascimento em Caxias, em 1959Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24547153Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-nei-lisboa-e-uma-lembranca-do-nascimento-em-caxias-em-1959-10478385Memória: Nei Lisboa e uma lembrança do nascimento em Caxias, em 1959Músico apresenta show alusivo ao aniversário dos discos "Hein?!" e "Hi-fi" dia 19 de julho, na Casa da Cultura2018-07-09T07:30:06-03:002018-07-09T07:30:06-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brCaxiense de nascimento, mas tido como o músico mais "a cara de Porto Alegre", onde reside desde os seis anos, Nei Lisboa retorna à cidade no próximo dia 19 de julho, na Casa da Cultura. A apresentação por aqui celebra um duplo aniversário: os 20 e 30 anos, respectivamente dos cultuados álbuns Hi-fi, de 1998, e Hein?, lançado em 1988 (leia mais abaixo).Enquanto o show não chega, antecipamos uma preciosidade do bebê Nei Lisboa: a participação de nascimento, em 18 de janeiro de 1959, no Pioneiro do dia 24 (fotos abaixo). À época, a família morava na Rua Andrade Neves, 435, e comunicava aos "parentes e pessoas de suas relações o nascimento de seu filho".Na sequência, os pais e irmãos de Nei no ano da chegada a Caxias, em 1957, pouco antes de o garoto nascer. A partir da esquerda estão os irmãos Eliane, Elaine, Noeli (no colo), Luiz Eurico, Helena e Rui, juntamente com os pais Eurico de Siqueira Lisbôa e Clelia Tejera Lisbôa. — Como se vê, eu aboli o circunflexo do meu Lisbôa, pra simplificar, porque publicavam hora com, hora sem... — comenta Nei.Leia mais:Banda Lobo da Estepe e o "Baile do Caixão" em 1975 Banda Lobo da Estepe nos anos 1970 Mauro De Blanco e a Big Band do Itamone em 1972 Foto: Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoFoto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoAntes de Nei chegar: os irmãos Eliane, Elaine, Noeli (no colo), Luiz Eurico, Helena e Rui, juntamente com os pais Eurico de Siqueira Lisbôa e Clelia Tejera Lisbôa, em 1957Foto: acervo de família / divulgaçãoA capa do disco Hi-fiA seguir, algumas lembranças de Nei sobre a nostálgica foto da capa de Hi-fi, quando o músico tinha apenas 16 anos, e o repertório do disco lançado em 1998:"A foto da capa foi feita em 1975, em Barstow, cidadezinha encravada no deserto do sul da Califórnia, onde terminei o ensino médio por um programa de intercâmbio. Aos dezesseis anos, tão solitário quanto possível nessa espécie de Bagda Café, fiz parceria com um violão de cordas de aço que encontrei abandonado no armário de casa.Na única loja de música do lugar, achei também umas cifras avulsas e songbooks empoeirados de Elton Jonh, Beatles, Paul Simon, Seals & Crofts e outras milongas da época, sem imaginar que vinte anos depois gravaria um disco com esse repertório."Hi-fi" incorpora também uns blues que toco por culpa do Augusto Licks, além do tema de Perdidos na Noite e até alguma coisa dos anos oitenta. Tudo construído com a mais deslavada idiossincrasia e leveza, na companhia do Paulinho Supekóvia. Enfim, foi também em Barstow, um pouco antes de voltar, que compus minha primeira canção: um libelo comunista, em inglês macarrônico, detalhando como o proletariado e o campesinato surgiriam da areia do deserto para tomar o poder, canção que defendi num festival da igreja batista local. A plateia e o júri, confesso, não foram lá muito efusivos: fiquei em oitavo – e último – lugar. Com direito a uma loção pós-barba como prêmio de consolação, que na época me pareceu de nenhuma utilidade, mas que hoje muito me arrependo de não ter guardado..."Foto: acervo pessoal de Nei Lisboa / reproduçãoO showNa apresentação do dia 19, Nei vai interpretar na íntegra, e na ordem original dos álbuns, as 14 canções de Hi-fi e as 11 de Hein?!, acompanhado no palco por Paulinho Supekóvia (violão e guitarra) e Luiz Mauro Filho (teclados).Hi-fi foi lançado em 1998, pela gravadora Paradoxx, reunindo um repertório de referência do compositor, alinhado entre o folk e o pop anglo-americano dos anos 70, com releituras acústicas de canções de Lennon & McCartney, Elton John, Paul Simon, Prince, Bob Marley, entre outros. Já Hein?!, de 1988, é um trabalho autoral que reúne canções de grande sucesso e permanência na carreira , como Telhados de Paris, Baladas, Faxineira, Rima rica/frase feita e a faixa-título.Os ingressos estão à venda na Casa da Cultura e pelo site www.sympla.com.br/neilisboa. O show chega a Caxias por meio da Tum Tum Produções.Foto: Acervo pessoal / reproduçãoNei Lisboa no Teatro Presidente. em 1988, época do lançamento do disco "Hein?!"Foto: Dulce Helfer / Banco de dados, Agência RBSLeia mais:Eloy Paco Teixeira: um mestre da guitarra Conjunto Musical Prestige nos anos 1960 Conjunto Musical Os Pedreiros em 1967 Conjunto Musical Itamone em 1972 Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: Nei Lisboa e uma lembrança do nascimento em Caxias, em 1959Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-nei-lisboa-e-uma-lembranca-do-nascimento-em-caxias-em-1959-10478385Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24547046Mutirão solidário realiza festa de casamento para casal de recicladores em Caxias do SulAmarildo Moreira, apenado que busca reconstruir a vida fora das grades, formalizou a união com Carla da Silva neste sábado. Cerimônia teve terno, vestido e almoço doados2018-07-07T16:43:29-03:002018-07-07T16:43:29-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLucas AmorelliMutirão solidário realiza festa de casamento para casal de recicladores em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24547046Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-mutirao-solidario-realiza-festa-de-casamento-para-casal-de-recicladores-em-caxias-do-sul-10478375Mutirão solidário realiza festa de casamento para casal de recicladores em Caxias do SulAmarildo Moreira, apenado que busca reconstruir a vida fora das grades, formalizou a união com Carla da Silva neste sábado. Cerimônia teve terno, vestido e almoço doados2018-07-07T16:43:29-03:002018-07-07T16:43:29-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAinda sentida pelos brasileiros, a eliminação da Seleção perante a Bélgica na Copa do Mundo serviu de inspiração para a fala do padre Renato Ariotti aos noivos Carla da Silva e Amarildo Moreira na manhã deste sábado, na igreja da Paróquia Santa Catarina, em Caxias do Sul. — A vida é feita de vitórias e de derrotas que nos ensinam a recomeçar —advertiu o pároco. Recomeço é o que Amarildo busca desde agosto de 2016, quando a progressão de regime o permitiu cumprir em liberdade o restante de uma longa pena por dezenas de assaltos a bancos, cometidos nos anos 1980. Foram 32 anos de reclusão do homem que chegou a ser um dos mais procurados do Estado entre 2004 e 2005, após a última de muitas fugas. A ressocialização começou com a participação nos círculos de Justiça Restaurativa e com a pequena empresa de reciclagem que abriu no bairro Marechal Floriano, que o permitiu reencontrar a vizinha de infância que agora tem como esposa. Carla, que trabalha como cuidadora de uma tia doente e ajuda a administrar a reciclagem, é uma parceira disposta a cooperar na nova vida de Amarildo e construir com ele uma nova família. Ambos têm filhos e netos. — Cada um de nós teve a sua vida e a sua história, mas acabamos voltando para o mesmo bairro e nos reencontramos. Quando ele me pediu em casamento fiquei até um pouco desconcertada, mas aceitei e desde então estou me sentindo muito alegre e emocionada. Só não vou chorar pra não estragar a maquiagem — comenta a noiva. Carla chega à igreja. Vestido e buquê foram doadosFoto: Lucas Amorelli / Agencia RBSO casório foi resultado de uma ação solidária que envolveu dezenas de membros e amigos da paróquia após um temporal ter destelhado a sede da reciclagem de Amarildo, alguns meses atrás. A igreja custeou a troca do telhado, e nesta aproximação Amarildo falou ao padre Ariotti sobre o desejo de formalizar a união com Carla, pedindo ao religioso que concedesse a benção em uma cerimônia simples, já que para dar uma festa eles não tinham dinheiro. Foi o que fez a casa religiosa querer ir além. Em uma semana, um mutirão conseguiu a doação do terno e do vestido, além dos alimentos para fazer o almoço para 60 convidados, com risoto, salsichão, saladas e refrigerante. A equipe de cozinha atuou de forma voluntária, assim como o fotógrafo e a turma da decoração da igreja e do salão paroquial. — Ainda há muitas pessoas caridosas e dispostas a ajudar. O mundo e o país vivem um momento tão difícil, a gente lê tanta notícia ruim, que está sendo maravilhoso proporcionar uma história feliz como essa. É uma corrente do bem, porque assim como estamos ajudando a eles, eles na reciclagem também acolhem e dão trabalho a muitas pessoas que não têm nada — emociona-se a secretária da paróquia e presidente da Associação dos Moradores do Bairro (Amob) Santa Catarina, Beatriz Perin.Casamento foi celebrado pelo padre Renato Ariotti e teve cerca de 60 convidados, entre benfeitores e papeleirosFoto: Lucas Amorelli / Agencia RBSEntre as dezenas de convidados, confraternizaram desde empresários que contribuíram com doações até catadores que atuam para a reciclagem. Um deles, que luta para se livrar do vício em drogas, comentou que mira o exemplo de Amarildo para tentar se regenerar. Servir de exemplo positivo é o que o recém-casado espera para dar sentido à vida que resgatou, segundo ele, com muita oração e vontade de deixar o buraco. _ A prisão me fez abrir os olhos e tirar a venda. Foi onde pude fazer ensino fundamental e médio, sempre li, trabalhei, passei no Enem. Estou vivendo uma nova história e muito agradecido por poder participar da Justiça Restaurativa, dando meu exemplo para os mais jovens e torcendo para que eles façam as escolhas certas. Em memóriaO envolvimento do padre Renato Ariotti e da paróquia de Santa Catarina com os recicladores remete a 2012, quando o religioso adotou os cães Scooby e Preta, que pertenciam ao catador de papel Carlos Miguel dos Santos, que morreu após ter o corpo incendiado por adolescentes. O crime chocou a cidade. No ano seguinte, um memorial com o carrinho do papeleiro e fotos de reportagem publicadas à época sobre o caso foi feito nos fundos da igreja e permanece até hoje.— Aquele gesto me aproximou muito dos pobres, dos recicladores, das crianças, das pessoas que cuidam de bichos. A partir daquele caso surgiram caminhadas pela paz, os círculos de paz que ocorrem dentro da Justiça Restaurativa e discutem alternativas de pacificação das comunidades mais violentas. O casamento que ocorre hoje também é um gesto que mostra que as postas da igreja estão abertas para todos — ressalta o padre. Leia tambémO recomeço de um dos maiores assaltantes de banco da SerraPainel com fotos e reportagens sobre o papeleiro Carlos Miguel dos Santos foi montado na Paróquia Santa Catarina, em CaxiasEspecialista em Justiça Restaurativa defende criação de espaços permanentes para resolução de conflitosPorto Alegre, RSPioneiro.comMutirão solidário realiza festa de casamento para casal de recicladores em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-mutirao-solidario-realiza-festa-de-casamento-para-casal-de-recicladores-em-caxias-do-sul-10478375Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24478641UBS Cruzeiro, em Caxias do Sul, vai ficar sem clínico geral a partir de segunda-feiraUm dos dois médicos já estava afastado devido a uma licença, o outro entrará em férias2018-07-07T08:00:33-03:002018-07-07T08:00:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiogo SallaberryUBS Cruzeiro, em Caxias do Sul, vai ficar sem clínico geral a partir de segunda-feiraPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24478641Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-ubs-cruzeiro-em-caxias-do-sul-vai-ficar-sem-clinico-geral-a-partir-de-segunda-feira-10410979UBS Cruzeiro, em Caxias do Sul, vai ficar sem clínico geral a partir de segunda-feiraUm dos dois médicos já estava afastado devido a uma licença, o outro entrará em férias2018-07-07T08:00:33-03:002018-07-07T08:00:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brOs cerca de 22 mil usuários da unidade básica de saúde (UBS) Cruzeiro, em Caxias do Sul, terão de ir mais um pouco mais longe se precisarem consultar um clínico geral a partir de segunda-feira. É que o único médico que atende, atualmente, no local entrará em férias. Segundo o gerente da UBS, Rodrigo Moraes, os pacientes continuarão sendo recebidos, mas serão encaminhados para outras unidades ou para o Pronto-Atendimento 24 Horas, o Postão.A notícia desagradou a quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS) e tem a unidade como referência, como o aposentado Armindo Forlim, 70 anos. Ele é hipertenso e vai à UBS pelo menos uma vez por mês em função da medicação:— Na hora do voto prometem saúde, educação... mas, depois, esquecem. A saúde em primeiro lugar — reclama o aposentado.No caso de seu Armindo, ter o posto perto de casa é uma facilidade. Se tiver de se deslocar da UBS até o Postão, terá de percorrer cerca de cinco quilômetros, o equivalente a 15 minutos de carro. Mas, se o paciente depender de ônibus, como o aposentado, o trajeto levará em torno de meia-hora.Além do bairro Cruzeiro, a UBS é referência para moradores do Belvedere, De Zorzi, Diamantino, parte do Vila Leon e do Petrópolis e a localidade de São Luiz da 6ª Légua, onde mora o também aposentado João Antenor da Silva, 70.— Aqui tem de ter médico — diz seu João, apreensivo.Para o coordenador da associação de moradores do bairro (Amob) Cruzeiro, Nelson Acioly Vieira Filho, manter o número inicial de médicos previsto (dois) seria dever do poder público:— Na verdade, dois já é o mínimo. Mas aqui só tem um e, agora, nenhum. Vamos ficar com uma população desse tamanho sem atendimento? Aí, chega um idoso, nesse inverno rigoroso, vai mandar ele para o plantão? Como, se lá está sempre superlotado? A pessoa já está sensibilizada pelo fato de estar doente e, no momento em que ela mais precisa de atenção, é largada lá no plantão para ficar quantas horas esperando?O gerente da UBS explica que pediu à prefeitura a substituição do profissional que está em licença-prêmio desde o início de maio deste ano, porque, na sequência, ele irá se aposentar, ou seja, não voltará a atividade, abrindo uma vaga. Segundo Moraes, a prefeitura teria acenado com a destinação de um profissional. O problema é conseguir um médico que queira assumir a vaga.— A vaga está aberta e ele pode ser substituído a qualquer momento. Só que não tem médico — diz.A chance de conseguir um clínico está nos concursados se apresentarem e um deles aceitar trabalhar no Cruzeiro. Mesmo assim, dependerá do tempo de tramitação do processo de contratação. No caso de profissionais em férias, o gestor diz que não é prevista a substituição.26 pessoas deixam de ser atendidas ao diaCom a falta do médico na UBS Cruzeiro, 26 pessoas deixarão de ser atendidas por dia no local. O quantitativo leva em consideração o número de pacientes assistidos pelo clínico atual diariamente, de segunda a sexta-feira, na unidade.A orientação é para que os pacientes continuem procurando a unidade. Os casos de urgência serão encaminhados para o Postão ou para Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Zona Norte. Os demais, não urgentes, ou serão destinados para a unidades Planalto e Cristo Redentor ou, se puderem aguardar, serão agendados para quando o médico da unidade Cruzeiro voltar das férias, 15 dias a contar da segunda-feira. Leia também:Padre investigado por pornografia infantil é afastado de missas públicasBrincadeiras, música e comida típica movimentam a 7ª Quermesse na paróquia de Lourdes, em Caxias do SulJustiça suspende demissões de 36 funcionários da Codeca em CaxiasCampanha para prevenir o consumo de bebidas na adolescência começa na próxima semana, em CaxiasPorto Alegre, RSPioneiro.comUBS Cruzeiro, em Caxias do Sul, vai ficar sem clínico geral a partir de segunda-feiraPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-ubs-cruzeiro-em-caxias-do-sul-vai-ficar-sem-clinico-geral-a-partir-de-segunda-feira-10410979Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24409075Secretaria de Trânsito de Caxias estuda criação de faixas compartilhadas para bicicletasCiclistas entregaram abaixo-assinado solicitando a implantação das vias2018-07-06T21:01:55-03:002018-07-06T21:01:55-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcelo CasagrandeSecretaria de Trânsito de Caxias estuda criação de faixas compartilhadas para bicicletasPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24409075Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-secretaria-de-transito-de-caxias-estuda-criacao-de-faixas-compartilhadas-para-bicicletas-10418858Secretaria de Trânsito de Caxias estuda criação de faixas compartilhadas para bicicletasCiclistas entregaram abaixo-assinado solicitando a implantação das vias2018-07-06T21:01:55-03:002018-07-06T21:01:55-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAs demandas dos ciclistas de Caxias do Sul e políticas públicas para o setor estiveram em pauta durante reunião do movimento Pedala Caxias com o secretário municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade, Cristiano de Abreu Soares, nesta quinta-feira. Conforme divulgado pela pasta nesta sexta, o grupo entregou ao secretário um abaixo-assinado com 7,5 mil assinaturas solicitando a implantação de faixas compartilhadas na cidade. Leia maisFalta de mobilização de ciclistas e de avanços do governo travam desenvolvimento cicloviário em Caxias Secretaria vai analisar proposta de instalação de ciclofaixa junto a corredores de ônibus em Caxias De acordo com o secretário, a ideia é colocar sinalização própria (placas e pinturas na pista) nas vias que já são utilizadas pelos ciclistas. O trabalho iniciará em estradas do interior, definidas por Soares como "rotas de fins de semana". Em seguida, os ciclistas deverão informar quais são as principais vias utilizadas por eles também na área central da cidade. A partir daí, as rotas devem receber sinalização informando o compartilhamento com bicicletas.— A ideia é pegar a faixa da direita e colocar uma sinalização dizendo que aquela rota é uma rota compartilhada com o ciclista, nas vias que forem consideradas mais importantes — explica.A iniciativa, conforme o secretário, não prejudica o trânsito e tem o objetivo de encorajar o ciclista a ocupar um espaço da rua que, por lei, já é dele.— Queremos que o motorista identifique a faixa da direita também como sendo do ciclista, reforçando isso com a sinalização viária. Na base da sinalização e da e fiscalização também, principalmente para garantir que a distância mínima de 1,5 metro em ultrapassagens seja respeitada — justifica.Com a garantia de segurança, Soares acredita que mais pessoas serão encorajadas a adotar a bicicleta como meio de transporte. A demanda detectada será, então, indicativo de onde futuras ciclovias — faixas exclusivas para bicicletas — poderão ser implantadas.—Estamos fazendo uma provocação para que o ciclista venha para rua para que a gente possa de fato garantir um espaço mais adiante com a ciclovia. A preocupação agora é colocar dinheiro público somente onde as pessoas têm interesse de usar. A previsão é de que as primeiras vias sejam sinalizadas até o verão. Leia tambémCorpo carbonizado em incêndio de casarão continua sem identificação em CaxiasPostão de Caxias não terá pediatras durante a noite deste sábadoPorto Alegre, RSPioneiro.comSecretaria de Trânsito de Caxias estuda criação de faixas compartilhadas para bicicletasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-secretaria-de-transito-de-caxias-estuda-criacao-de-faixas-compartilhadas-para-bicicletas-10418858Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24345208Postão de Caxias não terá pediatras durante a noite deste sábadoPrefeitura espera resolver o problema até o próximo mês com a nomeação de novos servidores2018-07-06T18:13:38-03:002018-07-06T18:13:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPorthus Junior / Agência RBSPostão de Caxias não terá pediatras durante a noite deste sábadoPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24345208Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-postao-de-caxias-nao-tera-pediatras-durante-a-noite-deste-sabado-10411523Postão de Caxias não terá pediatras durante a noite deste sábadoPrefeitura espera resolver o problema até o próximo mês com a nomeação de novos servidores2018-07-06T18:13:38-03:002018-07-06T18:13:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO Pronto-Atendimento 24 Horas (Postão) de Caxias do Sul não terá pediatras disponíveis das 20h de sábado às 8h de domingo. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal da Saúde por meio de nota na tarde desta sexta-feira. Leia maisCom falta de especialistas, atendimento de pediatras segue restrito no Postão 24H em CaxiasVereadores questionam falta de pediatras no PostãoA pasta pede para os usuários procurarem a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Norte caso necessitem de atendimento de urgência e emergência nesse período. Pacientes que forem ao Postão serão orientados a buscar a UPA. Casos mais graves serão estabilizados e transferidos em ambulância à unidade na zona norte. A falta de atendimento pediátrico no Postão vem ocorrendo de forma recorrente nos fins de semana desde o início de maio. Para resolver a questão, a prefeitura aposta na nomeação de novos profissionais. Nesta quarta-feira, foram nomeados 36 novos servidores aprovados em concurso para atuar no sistema de saúde público do município. São 13 enfermeiros, três técnicos em enfermagem, três odontólogos, um fonoaudiólogo e 16 médicos: cinco clínicos-gerais, cinco ginecologistas e seis pediatras. Conforme o secretário da Saúde de Caxias, Geraldo da Rocha Freitas Júnior, a prioridade é repor profissionais exonerados ou que se aposentaram. Os ginecologistas que devem reforçar o quadro do Centro Especializado de Saúde (CES) e os clínicos, a rede básica. Já os pediatras são esperados para completar a grade de plantões do Postão.— Vamos ficar na expectativa de que todos aceitem e ocupem essas vagas, que ajudam a resolver nosso problema no momento — aponta.Os nomeados têm prazo de 15 dias, que podem ser prorrogados por igual período, para demonstrar interesse no cargo.— Esperamos que esteja tudo de acordo para que, num prazo de 30 ou 45 dias, esses novos servidores estejam trabalhando. Mas também não significa que todos venham a aceitar — reconhece o secretário.O número de médicos nomeados que acabam não assumindo o cargo tem sido elevado nos últimos editais. De 73 médicos aprovados no concurso realizado em 2016 chamados até o momento, por exemplo, 50 não tiveram interesse em trabalhar para o município. Entre os pediatras, de 15 chamados no ano passado, sete não assumiram a função. Leia tambémPadre investigado por pornografia infantil é afastado de missas públicasProfessora da UCS é eleita presidente da Organização Internacional da Vinha e do VinhoPorto Alegre, RSPioneiro.comPostão de Caxias não terá pediatras durante a noite deste sábadoPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-postao-de-caxias-nao-tera-pediatras-durante-a-noite-deste-sabado-10411523Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24239119Campanha para prevenir o consumo de bebidas na adolescência começa na próxima semana, em CaxiasEntidades querem alertar jovens, pais e estabelecimentos comerciais2018-07-06T09:00:02-03:002018-07-06T09:00:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSBruno AlencastroCampanha para prevenir o consumo de bebidas na adolescência começa na próxima semana, em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24239119Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-campanha-para-prevenir-o-consumo-de-bebidas-na-adolescencia-comeca-na-proxima-semana-em-caxias-10398137Campanha para prevenir o consumo de bebidas na adolescência começa na próxima semana, em CaxiasEntidades querem alertar jovens, pais e estabelecimentos comerciais2018-07-06T09:00:02-03:002018-07-06T09:00:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA partir de segunda-feira, diversas entidades de Caxias do Sul prometem unir esforços para combater o consumo de bebidas alcoólicas na adolescência. A campanha, desenhada desde o fim do Carnaval, ocorrerá durante toda a semana em que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 28 anos.Leia maisApós Carnaval, Conselho Tutelar busca coibir consumo de álcool por adolescentes em CaxiasSaiba que ações tentarão coibir a venda de bebida alcoólica para adolescentes em Caxias do SulComissão orientará comunidade para prevenir o consumo de bebidas na adolescência em CaxiasA iniciativa do Conselho Tutelar conta também com a participação do Ministério Público (MP), da Guarda Municipal, da Brigada Militar, da Polícia Civil, da prefeitura de Caxias, da 4ª Coordenadoria Regional da Educação (CRE) e da União das Associações de Bairros (UAB), entre outras. — A ideia é atingir todo o público, com orientações para as famílias e jovens sobre as consequências do consumo de bebidas e também aos estabelecimentos comerciais, frisando que é proibido vender álcool a menores — explica a conselheira tutelar Marjorie Sasset, uma das organizadoras da iniciativa. Uma reunião na manhã de quarta-feira, no MP, definiu os detalhes finais da iniciativa. A identidade visual foi construída por estudantes das escolas estaduais de Ensino Médio Cavalheiro Aristides Germani e de Ensino Fundamental Aquilino Zatti, além de alunos da Casa Anjos Voluntários e será divulgada neste fim de semana. A ideia é divulgar orientações à comunidade pelas redes sociais das entidades participantes e também nas escolas. Os organizadores ainda tentam captar verba para distribuir uma cartilha impressa, em parceria com a Fundação de Assistência Social (FAS). A campanha foi pensada após o Carnaval de rua deste ano. Na ocasião, o Conselho Tutelar verificou o consumo e distribuição de bebidas entre menores de forma recorrente. Com a iniciativa, a entidade busca alertar para os prejuízos da ingestão precoce, que pode acarretar déficit de memória, depressão, perda do rendimento escolar e maior propensão à exposição à situações violentas, por exemplo. Conforme a coordenadora do CT da Macrorregião Sul, Rosane Formolo, a abertura oficial será realizada às 11h da próxima quarta-feira, no Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul (Sindiserv), aproveitando o evento de formação de conselheiros e rede de atendimento a crianças e adolescentes.Apesar das atividades se encerrarem na sexta-feira, Rosane destaca que a intenção é de que a semana sirva como início de uma campanha permanente sobre o problema, que inclui fiscalização e movimentação para endurecimento da legislação municipal sobre o tema. O que diz a leiConforme o artigo 243 do ECA, é proibido "vender, fornecer, servir, ministrar ou entregar, ainda que gratuitamente, de qualquer forma, a criança ou a adolescente, bebida alcoólica ou, sem justa causa, outros produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica". A pena para o crime vai de dois a quatro anos de detenção e multa. PROGRAMAÇÃO:: De 9 a 13 de julho: recreio animado com Guarda Municipal em escolas municipais. Postos de saúde que têm o programa Saúde na Escola tratarão do assunto com estudantes.:: Dias 11 e 12 de julho: palestras das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e Violência Escolar (Cipave) nas escolas Caldas Junior e Luciano Corsetti com estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA).:: 11 de julho: lançamento oficial da campanha às 11h, no Sindiserv. :: 13 de julho: evento alusivo aos 28 anos do ECA às 10h, no Largo do Centro Administrativo. :: 13 de julho: das 22h às 3h, no Largo da Estação Férrea, ação educativa com os frequentadores da área e ônibus do Ministério Público.A longo prazo:: As entidades que compõem a campanha buscam estudar durante o ano uma alteração do Código de Posturas do município que obrigue estabelecimentos a colocar cartazes sobre a proibição de venda de bebidas à menores.:: Há o objetivo de reeditar uma portaria vigente da Vara da Infância e Juventude de Caxias. Hoje, a permite a entrada de menores de 18 anos em casas noturnas com autorização ou acompanhamento de responsável. O grupo de trabalho quer a proibição total de acesso para esse grupo. :: Os participantes buscam o contato com a Universidade de Caxias do Sul (UCS) para a realização de estudo para diagnóstico do problema na cidade. FISCALIZAÇÃO:: Fora da campanha, a Secretaria Municipal do Urbanismo (SMU) garante que continua fiscalizando bares e casas noturnas para prevenir irregularidades, em operações conjuntas com a Brigada Militar.:: Em março, três locais foram interditados, dois deles por venderem bebidas à menores. Nenhum deles voltou a abrir, conforme Paulo Veiga, fiscal da pasta.:: No último fim de semana, mais dois estabelecimentos foram interditados pela fiscalização por falta de documentação. Desde março, não foram flagrados outros locais vendendo bebidas alcoólicas à adolescentes.ORIENTAÇÕESAos pais:: Converse com seu filho sobre o uso de bebida alcoólica e seus efeitos.:: Não tenha medo de estabelecer limites ou de desagradá-lo.:: Seja exemplo positivo e valorize um estilo de vida saudável.:: Quando seu filho for a uma festa, procure levar e buscar ou combinar carona com os pais dos amigos.:: Observe a entrada no local e fique atento a situações de oferta e consumo de álcool.:: Não permita que seu filho participe de "esquentas" que habitualmente acontecem antes das festas.Aos estabelecimentos:: Não venda bebida alcoólica para criança ou adolescente, é crime.:: Fique atento à possível entrega ou fornecimento de bebida alcoólica a criança e adolescente e, caso isso ocorra, denuncie à autoridade policial.:: Solicite documento de identificação do comprador da bebida alcoólica.Leia tambémInstituto Leonardo Murialdo exclui padre investigado por pornografia infantilBancos fecham às 13h nesta sexta-feiraPorto Alegre, RSPioneiro.comCampanha para prevenir o consumo de bebidas na adolescência começa na próxima semana, em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-campanha-para-prevenir-o-consumo-de-bebidas-na-adolescencia-comeca-na-proxima-semana-em-caxias-10398137Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24465404Revisão do Plano Diretor de Caxias altera projetos de construção de estações de ônibusAs estações Casa de Pedra e Júlio de Castilhos foram retiradas dos planos e a São Ciro foi dividida em duas 2018-07-06T08:00:31-03:002018-07-06T08:00:31-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPorthus Junior / Agência RBSRevisão do Plano Diretor de Caxias altera projetos de construção de estações de ônibusPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24465404Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-revisao-do-plano-diretor-de-caxias-altera-projetos-de-construcao-de-estacoes-de-onibus-10398146Revisão do Plano Diretor de Caxias altera projetos de construção de estações de ônibusAs estações Casa de Pedra e Júlio de Castilhos foram retiradas dos planos e a São Ciro foi dividida em duas 2018-07-06T08:00:31-03:002018-07-06T08:00:31-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO Plano Diretor do município prevê alterações no projeto das Estações Principais de Integração (EPI) que serão construídas em Caxias do Sul. O projeto original contava com 10 EPIs, incluindo a Estação Imigrante e a Floresta, que foram entregues à comunidade em abril de 2016, quando entrou em operação o Sistema Integrado de Mobilidade (SIM). Na prática, a proposta segue com a previsão de oito novas estações, que totalizam as 10 previstas desde o início da troncalização. Leia maisPróximas estações de integração dos ônibus de Caxias do Sul devem ser construídas nos bairros Serrano e Ana RechConfira as principais mudanças no projeto do Plano Diretor de CaxiasNo entanto, os projetos foram atualizados: as estações Casa de Pedra e Júlio de Castilhos foram retiradas do planejamento do transporte coletivo urbano. O da EPI São Ciro, por sua vez, foi dividido em dois para a construção de duas estações menores, Ana Rech e Serrano, mas que devem funcionar melhor operacionalmente para atender à demanda daquela área da cidade. Já a Moreira César deve se tornar uma estação secundária e a estrutura será diferente das atuais.A Estação Zona Norte substituirá a função original da EPI Moreira César, de troncalizar as linhas da Zona Norte com localização mais próxima à RST-453, ficando a estação Moreira César ainda prevista como uma estação para integração com as linhas coletoras, mas possivelmente, como um terminal secundário. O mesmo deve ocorrer em relação à EPI São Leopoldo. O município irá estudar a construção desses pontos como secundários, e os terminais podem também ser construídos em outros lugares, mas isso ainda está em análise. A EPI Ferrovia, apesar de estar presente no Plano Diretor, não deve sair do papel. Ela foi pensada para servir como um ponto de integração caso a linha férrea seja reativada. A tendência é que a estação seja descartada, já que a ideia de viabilizar esse tipo de transporte na cidade não seguiu adiante pela necessidade de investimentos altos. A marcação das áreas para receber os terminais já foi realizada. Na justificativa do Plano Diretor, um apontamento diz que "através da operação dessas estações (Floresta e Imigrante) percebeu-se o impacto da aceitação dos usuários em função da pouca distância com o centro da cidade, especialmente a do Imigrante, e do impacto no trânsito, em função de suas instalações junto a interseções já com elevados volumes de trânsito". Nos bastidores da Câmara de Vereadores, chegou-se a cogitar que as estações Floresta e Imigrante pudessem ser extintas no futuro. A informação é negada pelo secretário de Trânsito, Transportes e Mobilidade Urbana, Cristiano de Abreu Soares. — Esse assunto sequer foi tratado internamente, porque seria desperdício de dinheiro público, uma vez que as estruturas ficariam ociosas. As mudanças feitas no projeto original são definições técnicas levando em conta o impacto no trânsito, os custos com desapropriação e o investimento para construir os terminais e intervir na área viária.Localização das EPIs atuais não seria favorávelPara o secretário, as EPIs Floresta e Imigrante realmente estão localizadas em pontos desfavoráveis, mas isso não significa que sejam desativadas no futuro: — Eu tenho uma posição pessoal, que não é técnica, nem de governo, sobre as atuais estações. Acredito que o ideal é que a Imigrante tivesse sido construída junto à Universidade de Caxias do Sul (UCS) ou mais longe da BR-116, dentro do bairro Cruzeiro, e a Floresta mais próxima ao shopping Iguatemi, que são áreas nas quais há mais circulação de passageiros. A Imigrante hoje opera no limite, não há condições de mais ônibus serem deslocados para o terminal, então talvez no futuro seja preciso construir outro terminal nessa área da cidade, porque não podemos ampliar o atual. Os locais previstos inicialmente para a construção das estações foram escolhidos por uma empresa de consultoria contratada pela SMTTM no período de 2001 a 2003, que também fez os projetos. Na ocasião, levavam em conta pesquisas e estudos realizados que apontavam que o melhor seria a implantação dessas estações ao longo do Anel Perimetral, junto às interseções com os principais corredores de tráfego, à exceção da estação São Ciro. Em 2012, iniciaram-se as construções das estações Floresta e Imigrante, que atendem às regiões oeste e leste. Quatro anos depois, em abril de 2016, os terminais entraram em operação, e então foi possível perceber o impacto no trânsito, que acompanhou o crescimento da cidade ao longo do anos, e tornou-se caótico em alguns pontos. Por isso, as propostas foram reformuladas. Serrano e Ana Rech ganharão estaçõesUm dos locais cotados para a instalação de uma estação de integração é em frente à Marcopolo, em Ana RechFoto: Porthus Junior / Agencia RBSA ideal inicial era construir a EPI São Ciro no entroncamento da BR-116 com a RST-453. Além do valor alto de investimento para desapropriações, seria necessário aguardar a aprovação dos governos federal e estadual, responsáveis pelas rodovias. O município então elaborou um anteprojeto para construir o terminal na entrada do bairro Castelo. O elevado custo de desapropriação e de adequação da infraestrutura da rodovia, até mesmo com a construção de uma elevada, impediu a proposta de seguir em frente, e o anteprojeto foi descartado também. Os técnicos, então, analisaram os modelos de estações mais compactas e rápidas, e surgiu a ideia de substituir a São Ciro por duas estações menores: EPI Ana Rech, que será construída em frente à Marcopolo, e EPI Serrano, em frente ao posto Capoani e à antiga empresa Brasdiesel. A localização das EPIs foi definida a partir de um estudo de origem e destino que apontou a necessidade de construir a estação de Ana Rech nesse ponto, devido à demanda de funcionários da Marcopolo. O município pensou em fazer um terminal aberto _ a integração seria somente por meio do cartão e o embarque precisaria ser realizado pela catraca. Mas a ideia foi descartada e a estação será nos moldes das atuais. A estação do Serrano está prevista para ser tubular e fechada com vidro. O modelo permitirá o pagamento da passagem na entrada da estação, e não apenas dentro do ônibus, levando a um embarque e desembarque mais ágil. O secretário afirma que operacionalmente se tornou mais viável construir as duas estações menores, que vão encurtar as distâncias das linhas alimentadoras. A verba para os projetos gira em torno de R$ 8 milhões e está garantida via PAC Mobilidade — Médias Cidades. — Nossa prioridade é a construção desses dois terminais. Os projetos devem começar a sair do papel até o final da semana que vem. A Estação Ana Rech é um projeto mais fácil de concretizar e deve iniciar primeiro, porque não será preciso desapropriações e tampouco autorizações de órgãos federais ou estaduais. O Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (DNIT) teria aprovado verbalmente a viabilidade de construção do terminal às margens do km 143 da BR-116, no bairro Serrano. Agora é preciso a aprovação por escrito, mas para isso é necessário a elaboração do projeto, que está em andamento na Secretaria de Transportes. Estações impactarão 14,5 mil viagens por diaA EPI Serrano atenderá três linhas alimentadoras (33 - Castelo, 29 - Iracema, 57 - Serrano). Essas linhas atendem a cerca de 12,5 mil viagens por dia. Já a EPI de Ana Rech atenderá duas linhas atuais (52 - Parada Cristal e 02 - Salgado Filho / Ana Rech) que serão desmembradas em quatro ou cinco linhas alimentadoras, conforme determinarão os estudos para implantação do sistema troncalizado. Nesse local, serão atendidas cerca de 2 mil viagens/dia. Além das linhas alimentadoras citadas, será dimensionada a linha TR-02, que fará o deslocamento dessas EPIs até o Centro. A ideia é que ônibus saia da Estação Marcopolo, passe pelo terminal do Serrano e recolha os passageiros. EPIs extintas não seriam viáveis A EPI Júlio de Castilhos foi retirada do projeto em função da descontinuidade entre a Avenida Júlio de Castilhos e o sistema viário a oeste da Perimetral Oeste. A justificativa técnica é que aquela região não apresenta potencial para consolidar uma estação de troncalização, porque não há anel viário naquela região. Já a Estação Casa de Pedra, segundo o secretário Soares, foi prevista para ser construída no canteiro da Avenida Rubens Bento Alves, próximo ao entroncamento com a Jacob Brunetta. — O terminal é importante para troncalizar as linhas, mas o trânsito naquela região já é um caos, principalmente, em horários de pico, então imagina a saída de vários ônibus naquela área por volta das 18h, por exemplo. Ainda serão realizados estudos sobre a viabilidade e a construção na área da Jacob Luchesi, em direção ao bairro Santa Lúcia, porque aquela região tende a crescer e a demanda irá aumentar ainda mais. São LeopoldoA Estação São Leopoldo também deverá mudar de lugar ou se tornar um terminal secundário para que o deslocamento dos passageiros se torne mais rápido e eficiente. A Moreira César, por sua vez, segue no Plano Diretor, e há uma área marcada para a construção em um terreno na Pio XII. No entanto, deverá servir como uma estação secundária ou ser substituída pela Estação Zona Norte, que irá troncalizar as linhas daquela região. AS EPIS:: EPI Moreira César:: EPI Perimetral Norte:: EPI São Leopoldo:: EPI Bom Pastor:: EPI Ferrovia:: EPI Norte:: EPI Capoani:: EPI MarcopoloLeia também:Após assaltos em Jaquirana, dois criminosos morrem em confronto com a BM"Bandidos estavam com um armamento muito mais poderoso", afirma morador de JaquiranaAssaltantes atacam duas agências bancárias e lotérica em JaquiranaPorto Alegre, RSPioneiro.comRevisão do Plano Diretor de Caxias altera projetos de construção de estações de ônibusPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-revisao-do-plano-diretor-de-caxias-altera-projetos-de-construcao-de-estacoes-de-onibus-10398146Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24464316Memória: inauguração do Mercado Público de Caxias do Sul em 1968Espaço surgiu há 50 anos, na esquina das ruas Vinte de Setembro e Marechal Floriano, onde hoje situa-se o Postão 24 Horas2018-07-06T07:30:02-03:002018-07-06T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStudio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoMemória: inauguração do Mercado Público de Caxias do Sul em 1968Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24464316Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-inauguracao-do-mercado-publico-de-caxias-do-sul-em-1968-10398027Memória: inauguração do Mercado Público de Caxias do Sul em 1968Espaço surgiu há 50 anos, na esquina das ruas Vinte de Setembro e Marechal Floriano, onde hoje situa-se o Postão 24 Horas2018-07-06T07:30:02-03:002018-07-06T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA instalação de um mercado público no complexo da Maesa é uma das principais reivindicações da comunidade desde que se iniciaram os estudos para a ocupação do espaço. E toda essa mobilização (leia mais abaixo) coincide com os exatos 50 anos da chegada do primeiro Mercado Público Municipal de Caxias do Sul.O espaço, um amplo pavilhão subdivido em bancas, foi inaugurado em 11 de janeiro de 1968, na esquina das ruas Vinte de Setembro e Marechal Floriano — exatamente 20 anos após a instalação das primeiras Feiras Livres de Caxias, em 1948. Assim como as feiras, o mercado buscava oferecer frutas, verduras, hortaliças e iguarias coloniais a preços mais acessíveis, estreitando as relações entre consumidores e produtores. Mercadinho do Povo na Av. Júlio em 1947 Inauguração das Feiras Livres em 1948 As antigas feiras livres de Caxias do Sul Conforme matéria do Pioneiro de 13 de janeiro daquele ano (reprodução abaixo), a solenidade contou com a presença do prefeito Hermes João Weber, que cortou a fita inaugural, e do bispo auxiliar da Diocese de Caxias do Sul, Dom Cândido Maria Bampi, responsável pela tradicional bênção das instalações. Além das centenas de consumidores, expositores e produtores rurais, passaram por lá o presidente da Câmara Municipal, vereador Aurélio Barp; o empresário Livio Gazola, presidente da Comissão da Festa da Uva de 1969; o diretor do Departamento Municipal de Abastecimento Público, Isidoro Moretto; e o senhor Wilson Schaefer, representando os locadores dos estandes.Leia mais:Sila Mariani Santini e a Mercearia Caxiense em 1952Venda a granel: ontem, hoje e sempreDe volta aos antigos armazénsUm retorno aos velhos secos & molhados Restaurante da Exposição, na Rua Alfredo Chaves, em 1958Foto: Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoO inícioNos primórdios, o Mercado Público concentrava 36 bancas, dispostas em uma área de 890 metros quadrados. Além disso, abrigava a filial 5 do Super Calcagnotto, também inaugurada naquele dia pelo empresário Antonio Calcagnotto. Matéria do Pioneiro (foto abaixo) destacava a novidade: "O Super Mercado Calcagnotto de nº 5 segue as características dos demais supermercados daquela organização, mantendo um sortimento completo de gêneros alimentícios, enlatados, bebidas, especialidades, produtos coloniais, etc, com atendimento rápido e eficiente e por preços realmente acessíveis. Dentro, aliás, do espírito que norteia o Mercado Público, qual seja o de regulador de preços." Inauguração do Super Calcagnotto em 1975Foto: Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoO fimTanto o formato das bancas quanto a estrutura do prédio sofreram diversas alterações ao longo das décadas, até o complexo ser desativado e posteriormente demolido, em meados dos anos 1990 — para abrigar o atual Pronto Atendimento 24 Horas (Postão).Maesa, mercado e São JoãoNeste domingo, o Coletivo Abrace a Maesa volta a promover uma série de atividades em torno do prédio, a partir das 15h. Entre tantas abordagens, uma aula pública sobre a história do complexo — com a instalação de um mercado público novamente em pauta. A tarde reserva shows da banda Cuscobayo, apresentação do Maracatu Baque dos Bugres e uma intervenção cultural: um abraço ao prédio da antiga metalúrgica com um cordão formado por bandeirolas juninas, no melhor clima de São João. Todas as atividades ocorrem na Rua Plácido de Castro, próximo ao antigo portão de acesso, exatamente o cenário da foto abaixo: um flagrante de Mauro De Blanco para a saída dos trabalhadores em 1970. Rua Plácido de Castro: a saída dos trabalhadores da Maesa em 1970Foto: Mauro De Blanco / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoAgende-se:: Abrace a Maesa - São João (Rua Plácido de Castro, esquina com Treze de Maio):: 14h - DJ Stuani:: 15h - Maracatu Baque dos Bugres:: 15h45min - Aula pública sobre a Maesa:: 16h30min - Cuscobayo:: 18h - DJ Johnny BoaventuraTodas as atrações são abertas à comunidade.Leia mais: Praça Monteiro Lobato, ao lado da Maesa, em 1953 Chegada dos moldes do Imigrante à Maesa em 1953 Memória: um abraço para ficar na história da Maesa Comissão da Maesa vai definir modelo de edital para estudo arquitetônico de ocupação Maesa e as portas de bronze da Basílica de Belém do Pará em 1959 Maesa: lembrando o passado, projetando o futuro Maesa: um presente para Caxias do Sul Nos primórdios da Maesa Setor de gravação da Maesa em 1958 Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: inauguração do Mercado Público de Caxias do Sul em 1968Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-inauguracao-do-mercado-publico-de-caxias-do-sul-em-1968-10398027Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24459232Mesmo com infraestrutura precária, parques de Cambará do Sul recebem cerca de 200 mil visitantes por anoVeja condições dos dois parques, Serra Geral e Aparados da Serra2018-07-05T07:30:02-03:002018-07-05T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFelipe NylandMesmo com infraestrutura precária, parques de Cambará do Sul recebem cerca de 200 mil visitantes por anoPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24459232Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-mesmo-com-infraestrutura-precaria-parques-de-cambara-do-sul-recebem-cerca-de-200-mil-visitantes-por-ano-10397071Mesmo com infraestrutura precária, parques de Cambará do Sul recebem cerca de 200 mil visitantes por anoVeja condições dos dois parques, Serra Geral e Aparados da Serra2018-07-05T07:30:02-03:002018-07-05T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEstima-se que o número de visitantes em Cambará do Sul tenha saltado dos 40 mil, há dez anos, para os 220 mil. Os maiores responsáveis pelo crescimento são os dois parques, Aparados da Serra e Serra Geral, onde ficam os cânions Itaimbezinho e Fortaleza. A estrutura, no entanto, é tão precária que os visitantes se queixam por questões básicas: a ausência de um banheiro em boas condições, a falta de disponibilidade de bebedouro, a impossibilidade de fazer uma refeição no ambiente. O advogado Rafael de Andrade e a administradora Gabriele Alves são da região metropolitana de Porto Alegre e passaram na última terça-feira pelo parque onde fica o cânion Itaimbezinho. Um dia antes, visitaram o Fortaleza. — Não é recomendável fazer o cânion Fortaleza sem um guia turístico. Não tem uma placa lá. Esses cordões aqui, que protegem o visitante na beira do cânion, também não existem por lá. É lindo demais, mas precisa de mais condições — opina Gabriele.Os parques nacionais de Cambará foram a última parada turística do casal de aposentados Aloísio Barbosa e Terezinha, de Belo Horizonte (MG). Eles haviam visitado também os municípios de Bento Gonçalves, Gramado e Canela. Ainda que soubessem que a estrutura seria precária _ ou quase inexistente _ nos parques, resolveram arriscar o passeio. Não se arrependeram do que viram, mas afirmam que a visita poderia ter sido ainda melhor:Os mineiros Aloísio e Terezinha Barbosa sugerem cobrança simbólica para que se possa proporcionar melhor infraestruturaFoto: Felipe Nyland / Agencia RBS— O que a gente vê aqui é que não tem administração. Se fosse cobrado R$ 1 por visitante, a renda seria contínua e poderia pagar funcionários e um mínimo de estrutura. Sem falar na estrada, que precisa ser melhor conservada — afirma Aloísio. SAIBA MAIS:: Pioneiro na política de concessões, o Parque Nacional do Iguaçu emprega 700 funcionários diretos e tem seis empresas atuando em seu interior, oferecendo serviços como cobrança de ingressos, transporte, alimentação, hotel, ambulatório médico e estacionamento. :: Hoje o parque, que trabalha com a iniciativa privada desde 1999, é modelo para a nova política de concessões anunciada pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que deve atingir outras 25 unidades.:: É justamente a busca pelo aumento no número de visitantes e pela melhor qualidade dos serviços prestados nos parques nacionais que justificam a política de concessões, segundo Carlos Minc. De acordo com o ministro, a falta de um plano de manejo (que apresenta medidas para proteger e promover a integração das unidades de conservação ambiental à vida econômica e social das comunidades vizinhas), a pouca visitação e a má conservação das estradas internas e de acesso às unidades devem ser resolvidas. :: A ideia é que os dois parques de Cambará, Serra Geral e Aparados da Serra, sejam geridos por uma ou mais empresas. O projeto contempla a cobrança de ingressos, criação de estacionamento, centro de visitantes, loja e lanchonete. Há possibilidade de instalação de camping também. APARADOS DA SERRA:: É no Parque Nacional Aparados da Serra que fica o cânion Itaimbezinho, o mais famoso da cidade. O parque está distante 18 quilômetros do centro de Cambará do Sul. Os paredões do cânion medem 5,8 km de extensão e 720 metros de profundidade. :: A visitação acontece de terça a domingo. Na parte de cima, podem ser realizadas duas trilhas: a do Vértice e a do Cotovelo. Há espaços para piqueniques e mirantes para a contemplação dos paredões e das cachoeiras. :: O parque fica nas divisas dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, já que pertence, além de Cambará, ao município de Praia Grande.Situação atual:: A ESTRADA: dos 18 quilômetros de acesso ao parque, apenas um é asfaltado. É preciso atenção e paciência, já que a estrada de chão tem pedras que podem danificar o carro. Leva-se cerca de 40 minutos para percorrer esses 18 quilômetros.:: A ESTRUTURA: ainda que seja o parque mais equipado, a precariedade está presente em todos os itens. Os bancos espalhados pelo caminho estão, em sua maioria, deteriorados. O ingresso deixou de ser cobrado e há apenas um guarda na guarita que toma nota do nome de quem está ingressando no parque. Há banheiro e bebedouro, e estagiários fornecidos pela prefeitura para dar informações aos visitantes. Não há local para compra de lanches.:: SEGURANÇA AO VISITANTE: há cordões e placas que sinalizam que não devem ultrapassar nas bordas dos cânions, mas estão em péssimo estado de conservação. A prudência do visitante se torna obrigatória, portanto.SERRA GERALFoto: Felipe Nyland / Agencia RBS:: É no parque Serra Geral, a 23 quilômetros do centro da cidade, que fica o cânion Fortaleza, considerado o mais exuberante. A grandiosidade do cânion impressiona: são 7,5 quilômetros de extensão, 2 mil metros de largura e uma altitude de 1.240 metros acima do nível do mar. :: Para chegar ao cânion, é preciso percorrer uma caminhada de 3,2 quilômetros. Há também outras duas trilhas, da Cachoeira do Tigre Preto (dois quilômetros) e Pedra do Segredo (2,7 quilômetros).:: O parque foi criado em 1992 e fica aberto diariamente, das 8h às 17h. Até 18h, todo visitante precisa deixar o local. Ele fica no limite dos municípios de Cambará do Sul e Jacinto Machado (SC).Situação atual:: A ESTRADA: o acesso ocorre pela CS-012, estrada municipal que é uma continuidade da avenida principal, a Getúlio Vargas. Dos 23 quilômetros, cerca de sete ainda não estão asfaltados e estão em péssimo estado de conservação. Para se ter ideia, são necessários quase 40 minutos para percorrer esses sete quilômetros. A exigência de cuidado ao volante fica ainda maior já que não há sinal de telefonia para pedir ajuda no caso de algum estrago no carro.:: A ESTRUTURA: não há qualquer estrutura ao visitante, exceto um banheiro que fica na guarita de entrada. Um vigia é responsável por anotar o nome do condutor dos automóveis. Não há cobrança de entrada ou estacionamento. Leve água para beber na trilha, já que sequer bebedouro há no espaço. Não há placas que indiquem distância ou periculosidade da trilha.:: SEGURANÇA AO VISITANTE: não há cordões de isolamento no cânion Fortaleza que impeçam o visitante de chegar à borda, nem informações sobre o percurso para evitar que o caminhante se perca, por exemplo.Leia também:Apesar de proibição, Pároco admite que padre investigado celebra missas em capela onde circulam crianças em Fazenda SouzaPrefeitura estuda ampliar prazo para regularizar serviço por aplicativo em CaxiasPorto Alegre, RSPioneiro.comMesmo com infraestrutura precária, parques de Cambará do Sul recebem cerca de 200 mil visitantes por anoPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-mesmo-com-infraestrutura-precaria-parques-de-cambara-do-sul-recebem-cerca-de-200-mil-visitantes-por-ano-10397071Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24462516Memória: inauguração das Feiras Livres em 1948Espaços de venda de hortifrutis no Centro, São Pelegrino e Lourdes surgiram na gestão do prefeito Luciano Corsetti2018-07-05T07:30:02-03:002018-07-05T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStudio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoMemória: inauguração das Feiras Livres em 1948Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24462516Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-inauguracao-das-feiras-livres-em-1948-10397122Memória: inauguração das Feiras Livres em 1948Espaços de venda de hortifrutis no Centro, São Pelegrino e Lourdes surgiram na gestão do prefeito Luciano Corsetti2018-07-05T07:30:02-03:002018-07-05T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brHá 70 anos, em 24 de dezembro de 1948, a população de Caxias via concretizado o projeto de lei que estabelecia as primeiras feiras livres da cidade. Proposta pelo vereador Isidoro Moretto (PRP), a iniciativa foi aprovada pela administração do prefeito Luciano Corsetti (PTB) e levada a cabo no final do primeiro ano de governo.E a solenidade­ não poderia ter sido mais badalada. A inauguração, junto a um palanque erguido na esquina das ruas Dr. Montaury e Sinimbu, contou com a bênção do bispo Dom José Barea, corte da fita simbólica pelo prefeito e discurso do vereador Afonso de Almeida, membro da comissão executora das feiras.As antigas feiras livres de Caxias do SulA atuação comunitária do bispo Dom José BareaFamília de Raymundo Magnabosco em 1946Acompanhada por centenas de “donas de casa e outros curiosos”, a estreia foi um sucesso. Conforme registro do Pioneiro de 30 de dezembro de 1948, as transações comerciais do primeiro dia alcançaram a cifra da Cr$ 52 mil – entrando aí a venda de queijos, salames, pães, frutas, chimias, verduras, hortaliças e toda sorte de produtos coloniais. Os números expressivos selaram uma reivindicação antiga de agricultores e sub-prefeituras do interior, que esperavam há meses por uma definição do Município. Matéria do jornal A Época de 5 de setembro de 1948 já ventilava o formato a ser adotado e o regulamento pré-estabelecido. "Devem funcionar as feiras em barracas desmontáveis, devidamente cobertas e dotadas de bancas apropriadas à venda pública, de modo a oferecer uma realçada exposição dos produtos. Serão instaladas em três pontos distintos da cidade: uma na zona Guarani (bairro Lourdes), uma na zona Central e outra no bairro São Pelegrino." Vereador Afonso de Almeida, membro da comissão de feiras, discursa na inauguraçãoFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoSolenidade contou com a bênção do bispo Dom José Barea. Ao fundo, atrás do microfone da Rádio Caxias, o radialista Nestor GolloFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoLeia mais:José Zugno e os primórdios da Feira do AgricultorO Horto Municipal na década de 1960O jardineiro do antigo Horto MunicipalJardins da Praça Dante Alighieri nos anos 1950Os feirantes e a sequência de barracas na Rua Dr. Montaury, ao lado do prédio do MagnaboscoFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoFlagrantes na Rua Dr. MontauryNas imagens acima e abaixo, a sequência de fotos publicada no Pioneiro de 30 de dezembro de 1948, quando o então semanário destinou uma página para o acontecimento. Em uma das fotos (acima), a antiga legenda do jornal destacava:"Em primeiro plano, a banca nº 1, que está sendo atendida pelo senhor Altyr Fischer de Moura. O leitor pode observar os pequenos cartões, com a indicação dos preços de cada produto, seu peso e qualidade, que obrigatoriamente deve estar à vista do público".O local é a Rua Dr. Montaury, entre a Sinimbu e a Os Dezoito do Forte, na calçada contígua às vitrines da Casa Magnabosco.Consumidores lotaram a Rua Dr. Montaury, onde ficavam as barracasFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoBarracas tomaram a extensão da Rua Dr. Montaury, entre a Sinimbu e a Os Dezoito do Forte Foto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoFeirantes e consumidores lotaram os espaços na estreia, em 24 de dezembro de 1948Foto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoLeia mais:Rua Dr. Montaury em 1959Casa Magnabosco e outros preferidos dos caxienses em 1954Praça Dante Alighieri e arredores nos anos 1930 e 1940Primórdios do Museu Municipal na década de 1950Catedral Diocesana: um campanário e um século de históriasCasa Magnabosco durante o Congresso Eucarístico Diocesano de 1948Interiores da Loja Magnabosco nos anos 1950Girólamo Magnabosco e os brevetados do Aeroclube de Caxias em 1942 A Caxias moderna de Silvio Toigo Na imprensaAbaixo, o Pioneiro de 30 de dezembro de 1948, destacando toda a movimentação da estreia.Foto: Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoDias e horários Anúncio veiculado no jornal O Momento de 8 de janeiro de 1949 destacava os dias e horários estipulados pelo Departamento de Feiras Livres da Prefeitura Municipal de Caxias do Sul::: Terças-feiras: Rua Sinimbu – Zona Frigeri:: Quartas-feiras: Rua Dr. Montaury – Perto da Igreja Matriz:: Quintas-feiras: Rua Feijó Júnior – Zona São Pelegrino:: Sábados: Rua Dr. Montaury – Perto da Igreja MatrizFoto: Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoBalanças viciadasO sucesso das feiras também motivou um alerta sobre os "espertos que pontificam nesse setor, como nos demais". O jornal Diário do Nordeste de 8 de junho de 1951 trazia um hilariante relato:"Balanças viciadas, enganos nos trocos, sempre contra o freguês, são as defesas que eles lançam para ganhar mais. A fiscalização é severa, e os preços obedecem a tabelas. Todavia, dever-se-ia estendê-la ao peso e aos trocos. Na confusão e na pressa, de quando em quando, o dedo ajuda o peso."Leia mais:Praça Dante Alighieri coberta de neve em 1941Caxias pelas lentes do fotógrafo Reno MancusoCasamento de Reno Mancuso em 1941Domingos e Reno Mancuso: as antigas agências bancárias de Caxias Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: inauguração das Feiras Livres em 1948Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-inauguracao-das-feiras-livres-em-1948-10397122Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24459596Memória: Restaurante da Exposição, na Rua Alfredo Chaves, em 1954Espaço junto ao antigo pavilhão da Festa da Uva, na Rua Alfredo Chaves, foi inaugurado em 18 dezembro de 19542018-07-04T07:30:02-03:002018-07-04T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStudio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoMemória: Restaurante da Exposição, na Rua Alfredo Chaves, em 1954Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24459596Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-restaurante-da-exposicao-na-rua-alfredo-chaves-em-1954-10395345Memória: Restaurante da Exposição, na Rua Alfredo Chaves, em 1954Espaço junto ao antigo pavilhão da Festa da Uva, na Rua Alfredo Chaves, foi inaugurado em 18 dezembro de 19542018-07-04T07:30:02-03:002018-07-04T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUm ambiente seleto, confortável e acolhedor: um presente para Caxias do Sul. Assim foi descrito pela imprensa o Restaurante da Exposição, espaço inaugurado em 18 de dezembro de 1954, junto ao novíssimo Parque de Exposições da Festa da Uva, na Rua Alfredo Chaves.Comandado pelo empresário Reinaldo Duso e a esposa, Ermelinda, o restaurante privilegiava, obviamente, pratos da gastronomia típica italiana — entre as estrelas do cardápio estavam os "galetos de primo canto ao espeto, acompanhados de uma macarronada". Também aceitava encomendas de banquetes e promovia almoços e jantares especiais, com serviço de bar e boate. A festa interminável de 1954 Restaurante da Exposição: um churrasco para Martha Rocha em 1955Mirante do Parque dos Macaquinhos em 1965Edição do Pioneiro de 25 de dezembro de 1954 destacou a inauguração, assim como o menu e o espaço, "onde a sociedade caxiense poderá saborear famosos pratos da cozinha italiana, inclusive a legítima e deliciosa pizza napolitana". Da solenidade participaram Camilo Leonini, cônsul geral da Itália no Rio Grande do Sul, e Giorgi Stasi, representante consular da Itália em Caxias, além de "vereadores, representantes da imprensa, industrialistas, jovens da sociedade local e outras pessoas gradas". Leia mais:Um novo pavilhão surge em 1954Lembranças da Rua Alfredo ChavesRua Alfredo Chaves em 1965O pavilhão da Festa da Uva e o restaurante captados a partir do pórtico da Chácara dos Eberle, em 1954Foto: Studio Geremia / Acervo pessoal de Ricardo Boff, divulgaçãoDireção e funcionários da Loja Renner durante um almoço festivo em 1958Foto: Foto Real Caxias / Acervo pessoal de Aires Lopes de Oliveira, divulgaçãoAniversário da Loja Renner em 1958Na foto acima, uma das tantas comemorações realizadas no restaurante. Trata-se do almoço que marcou o aniversário de 35 anos do Grupo A.J. Renner, cuja loja em Caxias situava-se na Av. Júlio Castilhos, 1.899, entre as ruas Dr. Montaury e Visconde de Pelotas. À epoca, a Loja Renner era comandada pelos empresários Ary De Carli e Luiz Cecconello, que aparecem no centro, junto ao grupo de funcionários, em 20 de dezembro de 1958.Em pé, a partir da esquerda, estão Luiz Carlos Castilhos, Vargas, Aires Lopes de Oliveira, Nadir Riboli, Luiz Cecconello, Ary De Carli, Fernando De Carli, João Soares e um senhor não identificado. Sentadas, vemos as funcionárias Irany, Nelza, Lourdes Pereira, Zélia e Elza, além de uma senhora não identificada. Leia mais:Comerciárias da Loja Renner em 1961Ari De Carli: um anúncio e uma foto premiada em 1968Nu fotográfico agita a Aliança Francesa em 1955Primórdios: o pavilhão Feira Industrial e o restaurante (à esquerda) em 1954, quando o parque da Festa da Uva foi inaugurado, na Rua Alfredo ChavesFoto: Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami / divulgaçãoMatéria do Pioneiro destacou a abertura do espaço, em 1954Foto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / divulgaçãoFoto: Reprodução do livro A Metrópole do Vinho / acervo pessoal de Rodrigo Lopes, divulgação"Animadas reuniões dançantes"O Restaurante da Exposição também foi destacado no álbum "Caxias do Sul - A Metrópole do Vinho", lançado em 1957 pelo jornalista Duminiense Paranhos Antunes. O autor referia-se ao local como "o ponto preferido da elite caxiense, onde se pode fazer uma ótima refeição num ambiente agradável". Leia abaixo parte do rebuscado texto original:"Ao par da beleza natural que oferece, burilado pelos jardins e lagos que transformaram o local num parque maravilhoso para recreação da população caxiense, dentro do mesmo se acha instalado um moderno e confortável restaurante, onde, num ambiente familiar, sadio e higiênico, é servida sempre uma boa refeição. Mas não paira somente nisso o ponto alto daquele restaurante. Instalado em amplos salões, tem o estabelecimento uma bem montada boate, onde semanalmente realizam-se animadas reuniões dançantes, convergindo para ali a sociedade local, para se divertir até tardias horas".Leia mais:1972: o último ano do Pavilhão da Festa da Uva no CentroInauguração dos Pavilhões da Festa da Uva de 1975 Festa da Uva: construção da Réplica de Caxias, nos Pavilhões, em 1977 Restaurante da Exposição abrigou uma reunião de revendedores Schell, em 1957Foto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoEspaço para reuniões e congressosNas fotos acima e abaixo, dois momentos do Restaurante da Exposição, quando abrigou uma reunião de revendedores Schell, em 1957, e um curso da Escola de Padaria Volante Fleischmann, em setembro de 1958. Leia mais:Getúlio Vargas no Real Hotel em 1954Um carro soberano na Festa da Uva de 1954 Galópolis na Festa da Uva de 1954Festa da Uva de 1954: lembranças escritas à mão Pavilhão da Festa da Uva 1954: por onde andará o outro Vasco Prado? Restaurante sediou o curso da Escola de Padaria Volante Fleischmann, em setembro de 1958Foto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoLeia mais:Flagrantes das Festas da Uva de 1965 e 1969Michelin Filmes: o filme de divulgação da Festa da Uva de 1969 Festa da Uva: um ensaio com as soberanas de 1965Festa da Uva de 1965: miss, bomba e cuia no desfileO primeiro corso noturno da Festa da Uva em 1969 Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: Restaurante da Exposição, na Rua Alfredo Chaves, em 1954Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-restaurante-da-exposicao-na-rua-alfredo-chaves-em-1954-10395345Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24457364Memória: Moinho Progresso e um incêndio em 1954Casarão de madeira da Rua Coronel Flores foi atingido por um sinistro na véspera do Natal de 64 anos atrás2018-07-03T07:30:37-03:002018-07-03T07:30:37-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStudio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoMemória: Moinho Progresso e um incêndio em 1954Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24457364Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-moinho-progresso-e-um-incendio-em-1954-10393504Memória: Moinho Progresso e um incêndio em 1954Casarão de madeira da Rua Coronel Flores foi atingido por um sinistro na véspera do Natal de 64 anos atrás2018-07-03T07:30:37-03:002018-07-03T07:30:37-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEdificação mais antiga do trecho da Rua Coronel Flores entre a Sinimbu e a Os Dezoito do Forte, o Moinho Progresso é daqueles exemplares cuja história mescla-se à evolução do bairro São Pelegrino e do setor tritícola na cidade.Um dos episódios mais emblemáticos envolvendo o espaço fundado por Angelo Corsetti em 1912 (leia mais abaixo) foi o incêndio que destruiu o casarão de madeira frontal (foto acima). Conforme informações contidas na publicação São Pelegrino - Quem te viu, Quem te Vê..., lançada em 2015 pelos autores Ana Seerig, Charles Tonet e Tânia Tonet, as chamas tiveram início na véspera do Natal de 1954. Em depoimento prestado no no livro, Enio Rossi Corsetti, neto de Angelo Corsetti, relata: "Provavelmente, foi um problema elétrico. Então, foi construído o prédio de material que existe até hoje". Para recordar do bairro São PelegrinoColégio La Salle: uma história de 80 anosFormatura de datilografia do Ginásio São Carlos em 1945Na imprensaMatéria publicada na capa do Pioneiro de 1º de janeiro de 1955 destacava o sinistro:"Cerca da meia-noite do dia 24, foi presa das chamas o pavilhão de madeira do Moinho Progresso, da tradicional firma caxiense Vva. João Corsetti. Graças à pronta intervenção do Corpo de Bombeiros, o fogo foi circunscrito à parte de madeira, não se alastrando às demais instalações, como a Mecânica Industrial Colar Ltda, e nem nos prédios vizinhos. Assim mesmo, os prejuízos somaram cerca de 250 mil cruzeiros, pois que no interior do prédio sinistrado havia, inclusive, uma máquina recentemente recebida para beneficiamento de cereais".Leia mais:Ferragem Andreazza: uma adega, décadas de históriasInauguração do novo Pastifício Caxiense em 1963Lembranças recheadas de sabor no antigo Pastifício CaxienseCooperativa Vinícola São Victor nos anos 1950Vinícola São Victor: a trajetória da família ZandomeneghiEstação Férrea em 1958A nova fachada do Moinho após o incêndio que destruiu o casarão de madeira, em 1954Foto: Acervo pessoal de Enio Corsetti / reproduçãoO prédio hojeO edifício como conhecemos hoje difere bastante da fachada em alvenaria dos anos 1950, erguida após o incêndio de 1954. Parte dela foi demolida, cedendo espaço para o prédio de uma escola de idiomas. A metade restante abriga um mix de loja e café, no térreo, uma clínica veterinária, no subsolo, além de uma agência de design e uma produtora audiovisual nos andares superiores, com acesso pela lateral. Tombado pelo Patrimônio Histórico do Município em 2003, o prédio sofreu um detalhado processo de revitalização, encabeçado pelo veterinário Máximo Kramer, proprietário do imóvel, e pela arquiteta Carla Todescato — a iniciativa foi possível graças à venda dos índices de potencial construtivo decorrentes do tombamento pela prefeitura. Em tempo: com a recente demolição do antigo prédio do Habib's, na esquina com a Sinimbu, uma moderna edificação em breve fará vizinhança com o complexo histórico. O projeto prevê subsolo e três andares, nivelando com a altura do moinho. Já o acesso de veículos, pela Rua Coronel Flores, deverá manter o antigo recuo existente junto ao muro.Leia mais:Bairro São Pelegrino: patrimônio histórico e memória em evidênciaBar Danúbio nos anos 1950: sorvetes, bebidas e guloseimasCaravaggio e a Via Sacra de Locatelli em 1960Vídeo: a inauguração da Via Sacra de Locatelli em 1960Demolição da Vinícola Mosele em 1981A lateral do prédio, após a revitalização: a moderna pele de vidro nos fundos e os tijolos aparentes da construção original Foto: Maicon Damasceno / Agência RBSA lateral do prédio, após a revitalização: a moderna pele de vidro nos fundos e os tijolos aparentes da construção original Foto: Maicon Damasceno / Agência RBSA lateral do Moinho Progresso e o terreno onde subirá a construção de três andares, na esquina com a SinimbuFoto: Acervo pessoal / divulgaçãoO fundadorNascido em 1887, Angelo Corsetti era filho dos imigrantes italianos Antonio Corsetti e Antonia Parenza, oriundos da província de Belluno, que se fixaram no antigo Campo dos Bugres em 1878. Aos 13 anos, o garoto iniciou na Metalúrgica Abramo Eberle, como aprendiz de funileiro. Posteriormente, empregou-se na firma Chaves & Almeida, em Porto Alegre, onde adquiriu conhecimentos nas áreas industrial e comercial. Ao retornar a Caxias, em 1912, fundou o Moinho Progresso, empresa que consolidou a aveia em flocos "Neve" a partir de 1926.Angelo Corsetti casou-se com Angelina Germani, filha de Aristides Germani, outro pioneiro e incentivador da triticultura gaúcha. O casal teve os filhos Ítalo, Hugo, Iracema, Hygino, Carlitos e Victor. Após a morte do empresário, em 1936, a viúva e os filhos assumiram o negócio, que perdurou até o final dos anos 1950.Nome de ruaUma avenida no bairro Pioneiro homenageia o empresário Angelo Corsetti. Leia mais:Histórias de São Pelegrino na Cafeteria TresBairro São Pelegrino em 1958Igreja de São Pelegrino nos tempos do pintor Emilio SessaO guardião da chave da Igreja São Pelegrino em 1953Formatura do secretariado do Colégio La Salle em 1973Formatura do Magistério do Colégio São Carlos em 1965Cooperativa Vinícola Caxiense em 1960Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: Moinho Progresso e um incêndio em 1954Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-moinho-progresso-e-um-incendio-em-1954-10393504Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24455968Consultor diz que Caxias do Sul poderia acelerar saneamento básico por meio da iniciativa privadaBruno Pereira diz que atuação do Samae seguiria no mesmo patamar de hoje2018-07-02T08:05:01-03:002018-07-02T08:05:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSRoni RigonConsultor diz que Caxias do Sul poderia acelerar saneamento básico por meio da iniciativa privadaPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24455968Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-consultor-diz-que-caxias-do-sul-poderia-acelerar-saneamento-basico-por-meio-da-iniciativa-privada-10393023Consultor diz que Caxias do Sul poderia acelerar saneamento básico por meio da iniciativa privadaBruno Pereira diz que atuação do Samae seguiria no mesmo patamar de hoje2018-07-02T08:05:01-03:002018-07-02T08:05:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brBruno Pereira, sócio fundador da Radar PPP, consultoria especializada em PPPs, ressalta que ao optar por uma parceria público-privada, Caxias do Sul não estaria limitando a atuação do Samae na área de sanamento básico. A gestão ainda seria do município. Entenda as vantagens apontadas por Pereira e os desafios que a cidade tem pela frente para cumprir as metas do Plano Municipal de Saneamento. O objetivo é universalizar o acesso ao tratamento de esgoto, o manejo e a drenagem de águas pluviais, o abastecimento de água, o saneamento rural e a gestão dos resíduos sólidos em até 20 anos. O maior desafio do setor é o esgotamento sanitário, que exigirá grandes somas de dinheiro público para ampliar o tratamento de efluentes até 2038. Leia mais:Vídeo: Conheça o Arroio Tega em Caxias, visto de cimaÁgua do Tega dá, sim, para beberArroio Tega: Lançamentos clandestinos de casas e empresas preocupamTega: Na área rural, o arroio volta a viverPioneiro: De que forma a parceria público-privada pode fazer com que a meta de universalizar o esgotamento sanitário em Caxias do Sul seja cumprida no prazo?Bruno Pereira: o saneamento básico no Brasil é um setor que precisa de muitos investimentos e boa gestão para alcançar a universalização dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. Se o abastecimento de água vem avançando nas últimas décadas, o esgotamento sanitário segue ainda muito atrasado. Segundo o Instituto Trata Brasil, 55% (no país) do esgoto coletado é despejado diretamente na natureza, sem tratamento. Mantendo o ritmo, demoraremos 50 anos para universalizar os serviços de esgotamento sanitário. Trata-se de um problema muito grave, que prejudica a saúde das pessoas, a evolução das cidades, o desenvolvimento econômico e social, assim como prejudica o ambiente.Entretanto, infelizmente, o tema não é levado muito a sério por governos e pelos cidadãos, que ainda não estão sensíveis o bastante sobre a importância de universalizar o esgotamento sanitário. Caxias do Sul coleta 80% do esgoto produzido na cidade e trata apenas 47,95%. Entretanto, a rede de coleta de Caxias do Sul acaba por misturar drenagem pluvial com esgoto, ou seja, a rede de esgoto existente precisa ser trocada por redes inteiramente dedicadas ao esgotamento sanitário. Ou seja, há muito ainda a ser feito em Caxias do Sul no tema do esgoto. A parceria precisa ser total ou o próprio município pode limitar a participação da iniciativa privada?As parcerias público-privadas (PPPs) e as concessões nunca são totais. O que é total é algo chamado privatização, que se materializa quando o setor público decide vender um ativo. É importante não confundir os conceitos, pois são muito diferentes. No caso da PPP de esgoto, é o setor público, no caso o Samae, que decide o objeto do contrato, os indicadores de desempenho da futura concessionária (selecionada por concorrência pública), os investimentos mínimos que devem ser feitos, as metas que devem ser alcançadas e o pagamento máximo a que a concessionária terá direito, se ficar provado que alcançou as metas, tudo de acordo com o plano de saneamento básico recentemente proposto pelo Poder Executivo e aprovado por unanimidade pela Câmara. O dilema de Caxias do Sul agora é o seguinte: dado o objetivo do plano de saneamento, de universalizar os serviços de esgotamento sanitário até 2038, como isso será feito já que, segundo dados de 2016 (previstos no plano de saneamento), o Samae arrecadou R$ 45 milhões com os serviços de esgotamento sanitário e investiu aproximadamente R$ 3 milhões no sistema de esgoto da cidade? Adicionalmente, praticamente tudo que o Samae investiu em 2016 em água e esgoto (R$ 22 milhões) foi feito com recursos próprios. Ou seja, apenas com o caixa do Samae parece que será impossível cumprir as metas do plano de saneamento básico para os serviços de esgotamento sanitário. O Samae, portanto, precisa de soluções inteligentes para financiar os investimentos e serviços necessários no sistema de esgoto e a PPP é uma solução ao dispor da cidade. Uma PPP também é vista como algo que deve dar lucro para quem administra um serviço público. A conta de água e de esgoto não ficará mais cara?Em uma PPP, o setor público seleciona uma empresa que vai investir capital próprio em um ativo que pertence ao setor público, que vai se endividar em bancos para realizar os investimentos solicitados pelo governo no contrato e que terá a responsabilidade de gerir vários riscos do projeto no longo prazo. É lógico que uma empresa só irá investir em qualquer negócio se houver uma perspectiva/possibilidade de ter retorno sobre o capital investido que seja proporcional aos riscos e às responsabilidades assumidas. Isso é assim em qualquer setor, não apenas em PPPs, não apenas em saneamento. Ora, o próprio Samae tem que ser eficiente, ou seja, ter resultado financeiro positivo, para poder melhorar a sua capacidade de investimento com recursos próprios. O cidadão e as empresas apenas passarão a pagar pela tarifa de esgoto quando o serviço estiver disponível. Cabe lembrar que a receita da tarifa seguirá sendo coletada e indo para o caixa do Samae que, então, pagará à eventual concessionária da PPP de esgoto. Agora, sobre o tema do aumento da tarifa, é importante lembrar que não há mágica. Ou seja, se a cidade quer de fato cumprir o plano de saneamento e, por hipótese, os investimentos e custos operacionais decorrentes da implantação do plano não forem compatíveis com a atual estrutura tarifária, cabe aos cidadãos e as lideranças da cidade decidirem se querem pagar um pouco mais para cumprir o plano de saneamento, se estão confortáveis em não cumpri-lo ou se preferem prorrogar a meta de universalização para depois de 2038. É importante deixar algo muito claro: o Samae deve ser preservado. Trata-se de uma autarquia que orgulha os caxienses e um privilégio para a cidade.Porto Alegre, RSPioneiro.comConsultor diz que Caxias do Sul poderia acelerar saneamento básico por meio da iniciativa privadaPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-consultor-diz-que-caxias-do-sul-poderia-acelerar-saneamento-basico-por-meio-da-iniciativa-privada-10393023Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24455719Memória: Lobo da Estepe e o Baile do Caixão em 1975Show realizado no Dia de Finados de 43 anos atrás entrou para a história da banda caxiense2018-07-02T07:30:01-03:002018-07-02T07:30:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAcervo pessoal de Luiz Benvenutti / divulgaçãoMemória: Lobo da Estepe e o Baile do Caixão em 1975Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24455719Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-lobo-da-estepe-e-o-baile-do-caixao-em-1975-10392837Memória: Lobo da Estepe e o Baile do Caixão em 1975Show realizado no Dia de Finados de 43 anos atrás entrou para a história da banda caxiense2018-07-02T07:30:01-03:002018-07-02T07:30:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUma das bandas mais lembradas do rock caxiense dos anos 1970, a Lobo da Estepe teve de prestar esclarecimentos públicos por causa de um show. Foi o polêmico Baile do Caixão, realizado em 2 de novembro de 1975, no antigo Clube Atlético Madrid, no bairro Rio Branco. A agremiação contratou o grupo para fazer uma espécie de "homenagem aos mortos" no Dia de Finados. Banda Lobo da Estepe nos anos 1970Matéria veiculada no Pioneiro de 5 de novembro de 1975, "Morto ressuscitou durante o Baile do Caixão", detalhava a noitada:"Para animar o baile, foi contratado um conjunto moderno, conforme anunciavam os cartazes. E participaram ainda diversos dançarinos fantasiados de caveiras, que animaram a noite ao som estridente das guitarras, dançando em volta de um caixão fúnebre, estrategicamente colocado no meio do salão. A maior surpresa só veio à meia-noite. As velhas dobradiças do caixão começaram a ranger, e o morto, ao mesmo tempo em que levantava a cobertura, deixava ver suas pinturas de caveira. Ressuscitou e pôs-se a dançar".Logicamente, o ineditismo da performance não passou batido. Na edição de 15 de novembro de 1975, duas semanas após o show, a banda foi entrevistada pelo Pioneiro. O título da matéria já dava uma noção do ocorrido: "Deu polêmica o Baile do Caixão". E o texto seguia o mesmo estilo: "Muita gente condenou, criticou e mil transas foram comentadas, por isso entramos em contato com os músicos para sabermos realmente o que foi promovido".Os músicosÀ época do show, a banda Lobo da Estepe estava formada pelos músicos Joel Viana, Egidio Caberlon, Mário Badalotti, Abel Prezzi Neto, Onofre Hoffmann, Luiz Afonso Benvenutti e Mario Pastor, todos na foto acima — a mesma publicada na matéria de 15 de novembro de 1975 (abaixo). Atuante entre 1969 e 1981, a Lobo tinha uma postura ousada em cena, privilegiando um repertório hard-rock de covers de Led Zeppelin, Deep Purple, Rolling Stones, Alice Cooper e Steppenwolf.Born to be wild!!!!!!Leia mais:Eloy Paco Teixeira: um mestre da guitarra Mauro De Blanco e a Big Band do Itamone em 1972 Foto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoFoto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoA entrevista de 1975A seguir, a entrevista concedida pelos integrantes ao Pioneiro em 1975:"Já no início de nossa reportagem os rapazes do Lobo da Estepe nos disseram: "Fomos nós que tocamos no Baile do Caixão".Pioneiro: Vocês foram pagos para tocar?Lobo da Estepe: Naturalmente, do contrário, nós não teríamos tocado.O conjunto sofreu alguma critica ou foi desprestigiado?Não houve problemas, todos os comentários só estão nos tornando mais conhecidos ainda.Qual foi a função do conjunto dentro do esquema do baile?Na verdade, nós nem sabíamos ao certo o que estava programado, apenas tínhamos a função de animar o baile, e que seria posto um caixão de defunto no centro do salão. A aparição do "negão", lá pelas tantas, foi improvisada.O clube se deu mal?É, parece que houveram alguns problemas, especialmente de alguns conservadores.Naquele momento do Baile do Caixão, como vocês se sentiram?Nos sentimos da mesma forma como se estivéssemos num outro baile qualquer, pois a nossa preocupação estava voltada para a música.E como reagiu o público?Alguns com indiferença, outros se divertiram muito, mas durante a abertura do caixão, muitos gritinhos pelas moças que estavam presentes, pois não esperavam alguém dentro do caixãoO clube tinha decoração?Não.Qual a indumentária do conjunto?Todos com pintura facial e trajes exóticos, pois faz parte de nossa performance, de nos vestirmos de maneira diferente de vez em quando.Qual a crítica de vocês diante do acontecido?De nossa parte não temos nada a protestar. Acreditamos que, como Hermann Hesse, Huxley e Nietzche, as pessoas diferem entre si, por isso não se pode exigir um comportamento igual na reação da plateia e comentários futuros da moral religiosa e da ética conservadora. Sabe-se que, mesmo em Dia de Finados, muitos estão mais dispostos a dançar do que a seguir o caminho pré-estabelecido pela sociedade convencional.ParticipeSe você possui fotos de antigos conjuntos musicais de Caxias dos anos 1950 a 1970, envie para o e-mail rodrigolopes33@gmail.com.Leia mais: Conjunto Musical Prestige nos anos 1960 Conjunto Musical Os Pedreiros em 1967 Conjunto Musical Itamone em 1972 Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: Lobo da Estepe e o Baile do Caixão em 1975Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-lobo-da-estepe-e-o-baile-do-caixao-em-1975-10392837Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24304245Prefeito de Caxias sanciona lei que flexibiliza regras para táxisMedida altera três pontos da legislação municipal que regula o serviço2018-06-29T19:33:28-03:002018-06-29T19:33:28-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFelipe NylandPrefeito de Caxias sanciona lei que flexibiliza regras para táxisPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24304245Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-prefeito-de-caxias-sanciona-lei-que-flexibiliza-regras-para-taxis-10391650Prefeito de Caxias sanciona lei que flexibiliza regras para táxisMedida altera três pontos da legislação municipal que regula o serviço2018-06-29T19:33:28-03:002018-06-29T19:33:28-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO projeto de lei que propunha a alteração da legislação que rege o serviço de táxi em Caxias do Sul foi sancionado na tarde desta sexta-feira pelo prefeito Daniel Guerra (PRB). Leia maisProjeto da Câmara de Vereadores de Caxias prevê regras flexíveis para táxisLei dos Táxis pode ficar mais flexível em CaxiasA medida, proposta pelo vereador Adiló Didomenico (PTB), busca flexibilizar três pontos da Lei 7.910, de 12 de dezembro de 2014. A partir de agora, a vistoria obrigatória nos veículos passa a ser anual, e não mais semestral.Também não é mais necessário pintar de branco para-choques, retrovisores externos, maçanetas, saias e grade frontal dos veículos na cor branca, quando as peças vêm originalmente pretas de fábrica. Além disso, deixa de ser obrigatório que o taxista tenha completado o Ensino Fundamental para exercer a profissão, o que era exigido para a renovação do cadastro. A mudança é justificada como forma de deixar o serviço mais competitivo, no momento em que sofre concorrência da modalidade de transporte de passageiros por aplicativos. Leia tambémCaminhoneiro afirma não saber se atropelou a própria esposa em VacariaAssaltantes amarram padre e roubam carro e doações de igreja em FarroupilhaPorto Alegre, RSPioneiro.comPrefeito de Caxias sanciona lei que flexibiliza regras para táxisPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-prefeito-de-caxias-sanciona-lei-que-flexibiliza-regras-para-taxis-10391650Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24451440Memória: corso alegórico da Festa da Uva 1972Cortejo pela Sinimbu destacou criações das equipes de Isaac Menegotto, Nair Hoffmann, Carlos Mambrini, Darwin Gazzana e Sally Cardoso Luz2018-06-29T07:30:02-03:002018-06-29T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSHildo Boff / acervo pessoal de Ricardo Boff, divulgaçãoMemória: corso alegórico da Festa da Uva 1972Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24451440Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-corso-alegorico-da-festa-da-uva-1972-10390697Memória: corso alegórico da Festa da Uva 1972Cortejo pela Sinimbu destacou criações das equipes de Isaac Menegotto, Nair Hoffmann, Carlos Mambrini, Darwin Gazzana e Sally Cardoso Luz2018-06-29T07:30:02-03:002018-06-29T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO desfile da Festa da Uva de 1972 ficou eternizado por marcar a pioneira transmissão a cores da TV brasileira. Mas outras novidades assinalaram o primeiro corso alegórico da década de 1970. A principal delas foi a redução no número de veículos na Sinimbu em relação à edição de 1969: de 60 para 42.Festa da Uva: um desfile pela Sinimbu em 1972Conforme abordado pela arquiteta e pesquisadora Roberta Tiburri no livro Cenários em Movimento – Memórias do Corso Alegórico da Festa da Uva, o tema manteve-se semelhante ao das festas da década de 1960: mostrar a diversificada produção de Caxias do Sul, em todas as áreas.Entrou aí a mão do mestre Isaac Menegotto, responsável não apenas pela concepção de alguns carros como também pela organização geral do corso. Segundo Roberta, as formas sinuosas e irregulares deram o tom das composições. Grandes esculturas, detalhes ricamente elaborados, uso de materiais nobres, flores e arabescos compunham os veículos. "A uva natural não aparecia mais nas alegorias. Estava presente, sim, mas na forma de réplicas e esculturas", detalha Roberta no livro.Já no quesito figurino, os trajes típicos da colonização italiana não predominavam tanto. Moças e rapazes desfilando a moda da época, além da figura do gaúcho e do índio começaram a dar as caras na Sinimbu – como mostram as imagens abaixo, destacando as confecções Kalil Sehbe e o Projeto Rondon. As fotos integram um conjunto de slides doados ao Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami pelo leitor Ricardo Boff, filho do fotógrafo Hildo Boff (1931-2014).Na imagem que abre a matéria, o carro do Recreio da Juventude, concebido por Carlos Mambrini: uma carruagem de ferro puxada por borboletas suspensas em hastes, trazendo a rainha de 1971/72, Lucila Valsechi.Lojas Alfred: globo terrestre aludia aos países para onde a empresa Kalil Sehbe exportava suas confecçõesFoto: Hildo Boff / acervo pessoal de Ricardo Boff, divulgaçãoCasacos, jaquetas e sobretudos confeccionados pela empresa Kalil Sehbe S/A fora mostrados na Sinimbu por vários figurantesFoto: Hildo Boff / acervo pessoal de Ricardo Boff, divulgaçãoProjeto Rondon: carro criado por Darwin Gazzana destacava um enorme cocar e diversos adereços indígenasMiss Rio Grande do Sul Maria Lucia Rezende desfilou no carro do EberleFoto: Hildo Boff / acervo pessoal de Ricardo Boff, divulgaçãoLeia mais:Flagrantes das Festas da Uva de 1965 e 1969Michelin Filmes: o filme de divulgação da Festa da Uva de 1969 Festa da Uva: um ensaio com as soberanas de 1965Festa da Uva de 1965: miss, bomba e cuia no desfileO primeiro corso noturno da Festa da Uva em 1969 Miss Rio Grande do Sul Maria Lucia Rezende desfilou no luxuoso carro do Eberle, projetado por Isaac MenegottoFoto: Hildo Boff / acervo pessoal de Ricardo Boff, divulgaçãoAdornosNas fotos acima e abaixo, o luxuoso carro da Metalúrgica Abramo Eberle, concebido por Isaac Menegotto e sua equipe. O artista valeu-se de uma enorme taça adornada com uvas. Junto a ela, a Miss Rio Grande do Sul, Maria Alice Rezende. O veículo destacava ainda a escultura de uma coroa de louros, uma cascata de flores e, na base em jacarandá, uma colher de prata, simbolizando a produção da empresa.Taça de uvas e colher de prata eram destaques do carro da Metalúrgica Abramo Eberle, que trazia a Miss RS Maria Lucia RezendeFoto: Hildo Boff / acervo pessoal de Ricardo Boff, divulgaçãoLeia mais:1972: o último ano do Pavilhão da Festa da Uva no CentroInauguração dos Pavilhões da Festa da Uva de 1975 Festa da Uva: construção da Réplica de Caxias, nos Pavilhões, em 1977 As equipesO corso alegórico teve como vice-presidente o empresário Doviglio Gianella. Já os carros foram criados pelas equipes de Isaac Menegotto, Nair Hoffmann, Carlos Mambrini, Sally Cardoso Luz e Darwin Gazzana, para muitos o papa dos figurinos e carros alegóricos de toda a história da Festa da Uva.Leia mais:Os míticos carros alegóricos de Darwin GazzanaDarwin Gazzana: o mago dos figurinos Lola Salles: entre agulhas e tecidos desde 1937Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: corso alegórico da Festa da Uva 1972Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-corso-alegorico-da-festa-da-uva-1972-10390697Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24448191Memória: chegada dos moldes do Imigrante à Maesa em 1953Esculturas em gesso desenvolvidas por Antonio Caringi, no Rio de Janeiro, foram trazidas de caminhão a Caxias pelo motorista Amélio Mariani2018-06-28T07:30:02-03:002018-06-28T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStudio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoMemória: chegada dos moldes do Imigrante à Maesa em 1953Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24448191Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-chegada-dos-moldes-do-imigrante-a-maesa-em-1953-10389410Memória: chegada dos moldes do Imigrante à Maesa em 1953Esculturas em gesso desenvolvidas por Antonio Caringi, no Rio de Janeiro, foram trazidas de caminhão a Caxias pelo motorista Amélio Mariani2018-06-28T07:30:02-03:002018-06-28T07:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAs atividades em torno da futura ocupação do complexo da Maesa seguem a todo vapor. Depois do abraço realizado em 20 de maio, nesta quinta (28) é a vez do Façamos a Luz - O Rio Grande Abraça o Patrimônio Cultural. A atividade, programada para as 18h, sugere que a comunidade compareça à Rua Plácido de Castro munida de velas para iluminar o prédio histórico. O encontro é organizado pelo coletivo Abrace a Maesa, em parceria com o Conselho Estadual de Cultura e o Conselho Municipal de Política Cultural de Caxias do Sul. Também conta com o apoio do VivaCidade, Laboratório de Ativações Urbanas e do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) - Núcleo Caxias do Sul.Ato reunirá comunidade caxiense ao redor da Maesa Memória: um abraço para ficar na história da Maesa Comissão da Maesa vai definir modelo de edital para estudo arquitetônico de ocupaçãoEnquanto isso, continuamos a recordar de histórias que marcaram a trajetória do prédio. Uma delas foi a chegada dos moldes em gesso do Monumento Nacional ao Imigrante, desenvolvidos por Antonio Caringi em seu atelier, no Rio de Janeiro. Eles foram trazidos a Caxias no início de 1953 pelo motorista Amélio Mariani, momento eternizado em apenas duas imagens. A primeira delas destaca Amélioa e seu caminhão — um GMC 454 modelo 1951, do Expresso Javali — defronte a primeira sede do jornal Pioneiro, na Av. Júlio de Castilhos, junto à Praça Dante Alighieri (foto acima). Na época, o Pioneiro funcionava anexo à Gráfica Nordeste, responsável pela impressão do semanário — o térreo do chamado Palacete Andreazza abrigava também a antiga Livraria Calcagnotto.A outra imagem, talvez uma das mais emblemáticas da Maesa, destaca seu Amélio junto ao portão de acesso da fundição, na Rua Dom José Barea (abaixo), e o famoso logotipo no topo. Chegados a Caxias, os dois moldes começaram a ser fundidos na Fábrica 2 do Eberle, trabalho coordenado pelo mestre Tito Bettini, com o auxílio de dezenas de operários. O Monumento foi inaugurado em 28 de fevereiro de 1954, data de abertura da Festa da Uva, com a presença do presidente Getúlio Vargas.Memória: Pórtico da Estrada Federal Getúlio Vargas em 1941 Maesa e as portas de bronze da Basílica de Belém do Pará em 1959Maesa: lembrando o passado, projetando o futuro Maesa: um presente para Caxias do SulNos primórdios da Maesa Setor de gravação da Maesa em 1958 Amélio Mariani (escorado no veículo) e seu caminhão do Expresso Javali defronte ao portão da fundição, em 1953Foto: Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami / divulgaçãoTito Bettini (à esquerda) e trabalhadores da Maesa durante os trabalhos de fundição de uma das cabeças do Monumento ao Imigrante, em 1953Foto: Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami / divulgaçãoA fundição da Maesa em meados dos anos 1960Foto: Mauro De Blanco / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoSão João em julhoEm julho é a vez do Abrace a Maesa São João - Aula Pública sobre a Maesa. O encontro, dia 8, um domingo, vai mesclar história, show da banda Cuscobayo, apresentação do Maracatu Baque dos Bugres e presença dos DJS Johnny Boaventura e Stuani. É em julho também, no dia 31, que expira o prazo para o grupo Voges deixar o prédio. ParticipeVocê possui fotos antigas do ano de 1948, quando o Pioneiro foi fundado? Podem ser registros da cidade, famílias, esportes, trabalho, educação, lazer e cenas do cotidiano. As imagens devem ser enviadas em alta resolução, com nome e fone de contato, para o e-mail rodrigolopes33@gmail.com. Leia mais: Pioneiro 70 anos: de volta a 1952 Pioneiro 70 anos: anúncios na estreia do jornal em 4 de novembro de 1948 Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog Memória ;Porto Alegre, RSPioneiro.comMemória: chegada dos moldes do Imigrante à Maesa em 1953Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-chegada-dos-moldes-do-imigrante-a-maesa-em-1953-10389410Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24448628Serviço noturno de abordagens a pessoas em situação de rua fez 869 atendimentos em CaxiasEquipe voltou a atuar também das 17h às 22h em março deste ano2018-06-27T15:27:22-03:002018-06-27T15:27:22-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSVeronice PaimServiço noturno de abordagens a pessoas em situação de rua fez 869 atendimentos em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24448628Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-servico-noturno-de-abordagens-a-pessoas-em-situacao-de-rua-fez-869-atendimentos-em-caxias-10389560Serviço noturno de abordagens a pessoas em situação de rua fez 869 atendimentos em CaxiasEquipe voltou a atuar também das 17h às 22h em março deste ano2018-06-27T15:27:22-03:002018-06-27T15:27:22-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brDesde que a Fundação de Assistência Social (Fas) de Caxias voltou a realizar atendimentos a pessoas em situação de rua das 17h às 22h, em março, 869 abordagens foram realizadas na cidade.Leia maisFas retoma serviço de abordagem a pessoas em situação de rua no turno da noiteO atendimento noturno havia sido atribuído exclusivamente à Guarda Municipal em maio do ano passado, em razão de reformulações de serviços socioassistenciais que integram o programa SuperAção, desenvolvido pela Fas. Com o retorno do horário estendido do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas), o número de atendimentos cresceu em relação ao início de 2018. Nos primeiros 30 dias foram registradas 232 abordagens, ante 103 atendimentos em fevereiro. Em abril, foram 355 abordagens e no mês de maio, 282. O objetivo do serviço é identificar a incidência de casos de risco pessoal e social nas ruas da cidade, por violação de direitos e trabalho infantil. Conforme a FAS, a equipe trabalha para garantir atenção às necessidades mais imediatas das famílias e indivíduos abordados, promovendo principalmente o acesso à rede de serviços socioassistenciais e políticas públicas do município. As pessoas abordadas também são adicionadas ao cadastro do Centro Pop Rua. A FAS monitora diversos pontos da cidade que, segundo um estudo territorial, possuem registros de pessoas em situação de rua ou trabalho infantil. Durante a abordagem, a equipe explica os serviços disponíveis, como as casas de passagem, o Centro Pop Rua, serviços de saúde nas UBS e Restaurante Popular, por exemplo.A abordagem social, de acordo com a FAS, não recolhe as pessoas que estão em situação de rua, mas oferece os serviços da rede pública que podem ser usados por elas, se desejarem. A equipe do Seas atua das das 8h às 22h, de segunda a sexta-feira e atende pelo telefone (54) 98403-8864.Leia tambémEx-vereador de Caxias sofre derrota no STJ e STFPacientes faltam a mais de 15% das consultas com especialistas pelo SUS em CaxiasPorto Alegre, RSPioneiro.comServiço noturno de abordagens a pessoas em situação de rua fez 869 atendimentos em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-servico-noturno-de-abordagens-a-pessoas-em-situacao-de-rua-fez-869-atendimentos-em-caxias-10389560Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24447989Memória: banda Lobo da Estepe nos anos 1970Grupo teve atuação em Caxias e no Estado entre 1969 e 1981, com um repertório destacando covers de Rolling Stones, Deep Purple e Led Zeppelin2018-06-27T11:35:01-03:002018-06-27T11:35:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStudio Tomazoni Caxias / acervo pessoal de Luiz Benvenutti, divulgaçãoMemória: banda Lobo da Estepe nos anos 1970Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24447989Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-banda-lobo-da-estepe-nos-anos-1970-10388840Memória: banda Lobo da Estepe nos anos 1970Grupo teve atuação em Caxias e no Estado entre 1969 e 1981, com um repertório destacando covers de Rolling Stones, Deep Purple e Led Zeppelin2018-06-27T11:35:01-03:002018-06-27T11:35:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuem viveu os anos 1970, lembra. Pela vanguarda, pelo visual, pela postura, a banda caxiense Lobo da Estepe foi um verdadeiro marco daqueles tempos de contracultura, paz, amor, cabelos longos e muito, mas muito rock and roll.Fundado em 1968 e atuante até 1981, o grupo apresentou-se em boa parte dos clubes e casas noturnas de Caxias e do Estado, levando ao público repertório, performance e figurinos inspirados nas bandas que sacudiam a juventude da época – Deep Purple, Led Zeppelin, Steppenwolf, Rolling Stones e Alice Cooper. Tanto que no set list dos shows não podiam faltar clássicos como Smoke on the Water, Born to be Wild e Schools Out.– Fomos a primeira banda a ter um som pesado como o hard rock dos anos 70 exigia – recorda o músico Luiz Afonso Benvenutti, que teve como companheiros de estrada feras como Mario Badalotti, Abel Prezzi Neto, Pedro Onofre Hoffmann, Egídio Caberlon, Vítor Matzembacker, Joel Vianna e o ícone dos “bateras”, Mário Pastor.Eloy Paco Teixeira: um mestre da guitarraApesar de também tocar o repertório tradicional de bailes, a Lobo destacava-se mesmo pela autenticidade e crueza do rock, principalmente nas apresentações e reuniões dançantes estudantis. E colecionou diversos momentos memoráveis que marcaram aquela década: o primeiro festival de rock de Caxias do Sul, no Clube Guarany, em 1974; o Baile da Lingüiça, em São Gotardo; e o show na localidade de Morro Azul, em que os integrantes tiveram de sair do clube com a escolta da brigada.Mas nada superou o inacreditável “Baile do Caixão”, realizado no Dia de Finados de 1975, no antigo Clube Atlético Madrid. Mas essa é uma história que contaremos em detalhes em breve... Leia mais: Conjunto Musical Prestige nos anos 1960 Conjunto Musical Os Pedreiros em 1967 Conjunto Musical Itamone em 1972 Na estrada, de Kombi: Badalotti, Caberlon, Benvenutti, Prezzi e Hoffmann rumando a Torres em 1972Foto: Acervo pessoal de Luiz Benvenutti / divulgaçãoO quinteto com sua famosa Veraneio, em 1977: Luiz Benvenutti, Mario Badalotti, Abel Prezzi Netto, Onofre Hoffmann e Vitor MatzembackerFoto: Acervo pessoal de Luiz Benvenutti / divulgaçãoCabeludos em 1972: Mario Badalotti, Luiz Benvenutti, Abel Prezzi, Egídio e Onofre HoffmannFoto: Studio São Pelegrino / acervo pessoal de Luiz Benvenutti, divulgaçãoNome cultO nome da banda não poderia fugir do espírito libertário e riponga daquela década: foi inspirado pelo revolucionário romance O Lobo da Estepe, de Hermann Hesse. Publicada originalmente em 1927, na Alemanha, a obra “fez a cabeça” da geração dos anos 1960 e 1970 ao mesclar a trajetória de um intelectual de meia-idade em crise a uma crítica mordaz à sociedade burguesa. Cult é pouco...Leia mais:Mauro De Blanco e a Big Band do Itamone em 1972Mauro De Blanco no Atelier de Teatro da Aliança Francesa em 1960O Instante e o Tempo: Mauro De Blanco e a trajetória dos fotógrafos de Caxias do SulConfira uma galeria de imagens de Mauro De Blanco pertencentes ao acervo particular da fotógrafa Janete Kriger O grupo mandando um som no Dia da Criança de 1976, no Parque CinquentenárioFoto: Acervo pessoal de Luiz Benvenutti / divulgaçãoAuge dos anos 70: Vítor Matzembacker, Luis Afonso Benvenutti, Mário Badalotti, Abel Prezzi e Pedro Onofre Hoffmann.Foto: Acervo pessoal de Luiz Benvenutti / divulgaçãoVisual glam rock em 1978: Onofre Hoffman, Abel Prezzi Netto, Mario Badalotti, Vitor Matzembcker e Luiz BenvenuttiFoto: Acervo pessoal de Luiz Benvenutti / divulgaçãoMario Pastor, Mário Badalotti, Abel Prezzi, Luis Afonso Benvenutti e Pedro Onofre Hoffmann em 1979Foto: Acervo pessoal de Luiz Benvenutti / divulgaçãoÁlbum de fotosAs imagens desta página integram o acervo do tecladista Luiz Benvenutti (Lila Das), também fundador da banda Maha Mantra, surgida em 1990 e focada no mantra rock. O grupo atuou em Caxias até meados de 2000 e depois foi reestruturado em Porto Alegre, onde o músico reside atualmente. Em 2010, a Lobo da Estepe figurou no documentário Volume Um – Em Bom Som, do DJ Jorge de Jesus, sobre as antigas bandas de Caxias.ParticipeSe você possui fotos de antigos conjuntos musicais de Caxias dos anos 1950 a 1970, envie para o e-mail rodrigolopes33@gmail.com.Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: banda Lobo da Estepe nos anos 1970Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-banda-lobo-da-estepe-nos-anos-1970-10388840Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24446563Moradora do bairro De Lazzer, em Caxias, espera há cinco meses por consulta com ortopedistaPrazo para atendimento com especialista é de até 238 dias na cidade2018-06-27T08:15:33-03:002018-06-27T08:15:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcelo CasagrandeMoradora do bairro De Lazzer, em Caxias, espera há cinco meses por consulta com ortopedistaPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24446563Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-moradora-do-bairro-de-lazzer-em-caxias-espera-ha-cinco-meses-por-consulta-com-ortopedista-10388722Moradora do bairro De Lazzer, em Caxias, espera há cinco meses por consulta com ortopedistaPrazo para atendimento com especialista é de até 238 dias na cidade2018-06-27T08:15:33-03:002018-06-27T08:15:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brApesar do índice de mais de 15% de desistências em consultas com especialistas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Caxias do Sul, a maioria das pessoas que espera atendimentos na rede pública não tem outra alternativa senão aguardar. A demora para o atendimento é, inclusive, a principal reclamação dos usuários sobre o SUS, conforme pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgada nesta terça-feira.A cozinheira Neusa Scariot Mendes, 53 anos, é uma das pacientes que sofre com o problema. Moradora do bairro Diamantino, ela aguarda consulta com ortopedista há exatos 155 dias, conforme relata a filha Francine Scariot Vinhas, 34.Leia maisPacientes faltam a mais de 15% das consultas com especialistas pelo SUS em CaxiasConheça serviços disponíveis para atendimento na saúde pública de Caxias no inverno— Nesse tempo, ela piorou bastante. Como é um problema no fêmur e no quadril, tem impacto na mobilidade. Ela já não tem musculatura na perna — lamenta. Durante a espera, Francine conseguiu levar a mãe para uma consulta privada, com a ajuda de um cartão de desconto, já que não tem condições de pagar um plano de saúde. Ali, realizou radiografias que teriam apontado que Neusa necessita de cirurgia. Mesmo assim, a espera continua enquanto o problema se agrava.Dona Neusa teve que deixar emprego e recorrer a andador enquanto aguarda tratamentoFoto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS— Ela não trabalha desde agosto do ano passado, porque não consegue mais. Eu tive de comprar bengala e andador. A mobilidade dela caiu muito. A minha mãe está se deteriorando dia a dia e ninguém me ajuda — lamenta Francine.Ela teme que com a continuidade da espera, que já dura cinco meses, o problema de saúde da mãe passe também para a outra perna. Hoje, é preciso aguardar até 238 dias para uma consulta com um ortopedista no CES, e os pacientes faltam em 18,4% dos atendimentos agendados. O Pioneiro tentou contato com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) durante a segunda e a terça-feira mas, até a publicação da reportagem, não obteve retorno. ATUALIZAÇÃO: Na tarde de sexta-feira (29), a assessoria de imprensa da SMS entrou em contato com o Pioneiro e informou que a consulta de dona Neusa com um ortopedista foi agendada para o dia 9 de julho. !function(e,t,n,s){var i="InfogramEmbeds",o=e.getElementsByTagName(t)[0],d=/^http:/.test(e.location)?"http:":"https:";if(/^\/{2}/.test(s)&&(s=d+s),window[i]&&window[i].initialized)window[i].process&&window[i].process();else if(!e.getElementById(n)){var a=e.createElement(t);a.async=1,a.id=n,a.src=s,o.parentNode.insertBefore(a,o)}}(document,"script","infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");InfogramLeia tambémBancos têm horário reduzido nesta quarta-feira, dia de jogo do Brasil contra a SérviaMãe e filha são assassinadas em Bento GonçalvesPorto Alegre, RSPioneiro.comMoradora do bairro De Lazzer, em Caxias, espera há cinco meses por consulta com ortopedistaPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-moradora-do-bairro-de-lazzer-em-caxias-espera-ha-cinco-meses-por-consulta-com-ortopedista-10388722Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:22994094Transporte universitário gratuito tem mudanças em Flores da CunhaCadastramento para o segundo semestre deve ser feito de 9 de julho a 10 de agosto2018-06-27T07:57:22-03:002018-06-27T07:57:22-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSImprensa de Flores da Cunha / divulgaçãoTransporte universitário gratuito tem mudanças em Flores da CunhaPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:22994094Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-transporte-universitario-gratuito-tem-mudancas-em-flores-da-cunha-10389242Transporte universitário gratuito tem mudanças em Flores da CunhaCadastramento para o segundo semestre deve ser feito de 9 de julho a 10 de agosto2018-06-27T07:57:22-03:002018-06-27T07:57:22-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEstudantes universitários e da educação profissional técnica de nível médio residentes em Flores da Cunha podem se cadastrar, de 9 de julho a 10 de agosto, para utilizar o transporte estudantil gratuito no segundo semestre de 2018. O registro deverá ser feito das 8h à 11h30min e das 13h15min às 17h, no Departamento de Transporte Escolar, junto à Secretaria de Educação, Cultura e Desporto (Rua São José, 2.500), na prefeitura. A prefeitura vai realizar algumas adequações no sistema de embarque e desembarque, para evitar a elevação do custo da passagem. Com as alterações, os embarque nos horários da manhã, tarde, vespertino e noite serão somente no Paradão, na Rua Frei Eugenio (atrás da Cantina do Muraro), não ocorrendo mais as rotas nos bairros. As paradas ao longo da Avenida 25 de Julho e da ERS-122 serão mantidas. Já os desembarques da manhã, tarde e vespertino serão na Avenida 25 de Julho (na parada da Massaiola) e na antiga estação rodoviária. À noite, a partir das 22h, desembarque normal em todas as paradas da área central e dos bairros (conforme o itinerário do primeiro semestre).O investimento previsto com essa modalidade de transporte durante o ano é de aproximadamente R$ 1,3 milhão, e no primeiro semestre foram beneficiados 1.371 estudantes.Confira os documentos necessários para realizar o cadastro:Para novos cadastros::: Cópia do comprovante de matrícula e/ou requerimento.:: Cópia do comprovante de residência no município (água, luz, telefone, etc) em nome do beneficiado ou responsável.:: Cópia da Carteira de Identidade e do CPF.Para renovação::: Cópia do comprovante de matrícula e/ou requerimento.:: Cópia da Carteira de Identidade e do CPF.Informações no Departamento de Transporte da Secretaria de Educação, Cultura e Desporto, pelo telefone 3279-3600, ramal 236.Leia também:Pacientes faltam a mais de 15% das consultas com especialistas pelo SUS em CaxiasPoços artesianos são fechados em Caxias Grupo Rodoviário de Farroupilha registra 20 mortes e 244 feridos em rodovias da Serra em 2018Porto Alegre, RSPioneiro.comTransporte universitário gratuito tem mudanças em Flores da CunhaPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-transporte-universitario-gratuito-tem-mudancas-em-flores-da-cunha-10389242Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24446556Pacientes faltam a mais de 15% das consultas com especialistas pelo SUS em CaxiasEm algumas especialidades, um em cada cinco usuários não comparece ao agendamento no CES2018-06-27T07:45:01-03:002018-06-27T07:45:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcelo CasagrandePacientes faltam a mais de 15% das consultas com especialistas pelo SUS em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24446556Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-pacientes-faltam-a-mais-de-15-das-consultas-com-especialistas-pelo-sus-em-caxias-10388723Pacientes faltam a mais de 15% das consultas com especialistas pelo SUS em CaxiasEm algumas especialidades, um em cada cinco usuários não comparece ao agendamento no CES2018-06-27T07:45:01-03:002018-06-27T07:45:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNo mês de maio, das 8.290 consultas marcadas no Centro Especializado de Saúde (CES) de Caxias do Sul, 1.405 não foram realizadas porque os pacientes não compareceram. Ou seja, cerca de 17% dos usuários que haviam agendado atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) faltaram. Conforme a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), o percentual de faltas, historicamente, mantêm-se em torno dos 15%. Leia maisSaúde ganhou mais verba em Caxias, mas gargalos no atendimento continuamHospital Pompéia tem 740 pacientes na lista de espera por cirurgiasFaltar a uma consulta parece um contrassenso em virtude da conhecida dificuldade de conseguir horário com um médico especialista ou mesmo com o clínico geral em unidades básicas de saúde (UBSs) do município. Um levantamento realizado em abril já mostrava que mais de 23 mil pessoas aguardavam por atendimentos com especialistas na cidade e um déficit de 3,6 mil consultas por semana na rede básica. O próprio tamanho da fila, porém, é motivador das ausências dos pacientes: a especialidade em que os usuários mais faltam, por exemplo, via de regra é a dermatologia, com mais de 20% de ausências: pelo menos um em cada cinco pacientes não comparecem aos agendamentos.Ao mesmo tempo, a demora para consultar com um dermatologista em Caxias pode chegar a 606 dias, mais de um ano e sete meses. É a fila mais longa entre as especialidades no SUS. Conforme a diretoria do CES, o número de médicos é reduzido, e como o atendimento na modalidade costuma ser procurado por razões estéticas ou doenças de pouca gravidade, o paciente acaba resolvendo o problema na rede privada. O mesmo não acontece em especialidades que preveem acompanhamento constante. Mesmo que demore até 375 dias para conseguir consulta com um cardiologista, por exemplo, o índice de faltas fica em pouco mais de 10%. Isso ocorre, segundo a diretoria do CES, porque as doenças cardiovasculares costumam a ser crônicas e o usuário precisa retirar os medicamentos pelo SUS, o que faz com que esteja sempre atento ao tratamento. De qualquer forma, se for faltar à consulta, a recomendação da prefeitura é uma só: avisar com antecedência. Caso o paciente não compareça e não avise, o horário da consulta fica vago e só resta ao médico aguardar pelo próximo paciente. Se o usuário comunicar o CES ou a UBS onde marcou a consulta com pelo menos 72 horas de antecedência, por outro lado, há tempo hábil para que outra pessoa seja avisada e ocupe o horário vago.O paciente que não comparece a um agendamento sem avisar também não pode marcar nova consulta diretamente com o especialista: ao invés de poder agendar um retorno em até 90 dias, como de praxe, tem de percorrer todo o caminho desde a UBS outra vez para um novo atendimento.!function(e,t,n,s){var i="InfogramEmbeds",o=e.getElementsByTagName(t)[0],d=/^http:/.test(e.location)?"http:":"https:";if(/^\/{2}/.test(s)&&(s=d+s),window[i]&&window[i].initialized)window[i].process&&window[i].process();else if(!e.getElementById(n)){var a=e.createElement(t);a.async=1,a.id=n,a.src=s,o.parentNode.insertBefore(a,o)}}(document,"script","infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");Consultas no CESInfogram11% faltam em examesEm 2017, dos 189.610 exames agendados no SUS em Caxias, 20.351 deixaram de ser realizados porque os pacientes não compareceram. Ou seja, 10,7% dos usuários se ausentaram em agendamentos na Central de Exames e nos prestadores de serviços que realizam os procedimentos. Conforme a prefeitura de Caxias, os serviços terceirizados não cobram pelos exames não realizados, mas o horário deixa de servir para outros pacientes. Além das faltas, 25% dos usuários não retiraram o resultado de exames realizados na Central de Exames.NA SERRA:: As faltas em consultas pelo SUS não são exclusividade de Caxias do Sul. Um levantamento mostra que a situação é semelhante nos principais municípios da Serra. :: Em Bento Gonçalves, por exemplo, as ausências em agendamento com especialistas costumam ficar em torno dos 17%. A maioria das ausências ocorre em consultas com nutricionista, ginecologista, e fonoaudiólogo. :: Já em Farroupilha, na rede básica, em 2018 as faltas variam entre 9%, nas consultas com clínicos gerais, até mais de 18% para ginecologista, pediatra e obstetra. Nas outras especialidades oferecidas no município, as faltas não chegam a 10%, em média, mas alcançam 16% na dermatologia e 18% em consultas com ginecologistas no CES do município. :: A prefeitura de Garibaldi divulgou que, em maio, nas cerca 2,6 mil consultas oferecidas pelo município, 400 pacientes não comparecem, chegando a 15% de ausências nos atendimentos agendados.Leia tambémGrupo Rodoviário de Farroupilha registra 20 mortes e 244 feridos em rodovias da Serra em 2018Mãe e filha são assassinadas em Bento GonçalvesPorto Alegre, RSPioneiro.comPacientes faltam a mais de 15% das consultas com especialistas pelo SUS em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-pacientes-faltam-a-mais-de-15-das-consultas-com-especialistas-pelo-sus-em-caxias-10388723Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24444470Memória: pórtico da Estrada Federal Getúlio Vargas em 1941Estrutura localizada no início da Av. Júlio de Castilhos surgiu à época da conclusão do trecho da BR-116 entre Caxias do Sul e Porto Alegre2018-06-26T07:30:41-03:002018-06-26T07:30:41-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStudio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoMemória: pórtico da Estrada Federal Getúlio Vargas em 1941Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24444470Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-portico-da-estrada-federal-getulio-vargas-em-1941-10387682Memória: pórtico da Estrada Federal Getúlio Vargas em 1941Estrutura localizada no início da Av. Júlio de Castilhos surgiu à época da conclusão do trecho da BR-116 entre Caxias do Sul e Porto Alegre2018-06-26T07:30:41-03:002018-06-26T07:30:41-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEstrada Federal Getúlio Vargas, BR-116, Avenida Presidente Vargas. Dependendo do trecho (Galópolis, São Marcos, Nova Petrópolis, Vacaria) ou da idade do morador, a rodovia mais emblemática de Caxias do Sul costuma ser identificada por todos esses nomes. E sua história está atrelada a um pórtico que nem sempre costuma receber a devida atenção entre os pontos turísticos da cidade.Falamos da estrutura de pedra localizada no início da Avenida Júlio de Castilhos, em Lourdes. O então chamado "cartão de visitas da Metrópole do Vinho" surgiu à época da entrega do trecho Porto Alegre-Caxias do Sul, em 9 de novembro de 1941, quando Lourdes ainda era um arrabalde distante e pouco povoado.Leia mais:Primórdios da BR-116 nos anos 1950Getúlio Vargas e o inseparável guardião Gregório FortunatoFesta da Uva: um novo pavilhão surge em 1954Obra do mestre canteiro José Zambon, o monumento em alvenaria e basalto destaca o período de construção e o nome do presidente da República, em dizeres que acompanham a estrutura em semi-círculo: "1938 – Estrada Getúlio Vargas – 1941". Posteriormente, em 24 de agosto de 1955, um ano após o suicídio de Vargas, o espaço recebeu o busto em bronze do ex-presidente — uma espécie de homenagem da cidade ao mentor da estrada responsável por acelerar o desenvolvimento econômico da região.José Zambon: o Monumento à Itália em 1958Nas imagens desta página, alguns momentos do pórtico ao longo das décadas. A estrutura faz conjunto com outros dois endereços históricos daquele ponto: a Praça Vestibular Abramo Eberle, onde situa-se o busto do empresário (inaugurado em 1946); e o Monumento Nacional ao Imigrante, descerrrado pelo próprio Getúlio na Festa da Uva de 1954.Nas fotos abaixo percebe-se também a antiga fonte que existia no centro da estrutura, onde posteriormente foi instalada a herma de Getúlio Vargas. A Júlio deserta: a estrutura recém-concluída em 1941, ainda sem os bancos, as luminárias e o ajardinamentoFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoO pórtico por volta de 1948, já com os bancos, os postes de luz e o paisagismoFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoLeia mais:Primórdios da Igreja de LourdesLourdes, Zona Caipora e Bairro GuaraniCripta do Santo Sepulcro na década de 1930Zambelli & Locatelli: os detalhes do interior da Igreja do Santo SepulcroMemórias da Júlio: as histórias que rondam o velho casarão ao lado do Santo Sepulcro O pórtico em 1960, já com o busto de Getúlio Vargas, inaugurado em 24 de agosto de 1955Foto: Foto Real Caxias / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoA estrutura em 1970, ainda com as placas originais, os bancos de concreto e as lumináriasFoto: Studio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoAs inscriçõesNa placa frontal do busto, em bronze, constam as inscrições: "Ao presidente Getúlio Dorneles Vargas, homenagem do povo caxiense 24-8-1955". Abaixo dela havia um laço, também em bronze, mas furtado há tempos. Na parte traseira, em outra placa — furtada, reposta em 2012 e novamente furtada — constavam: "Comissão Organizadora da Homenagem ao Presidente Getúlio Vargas. Presidente: Olavo Hoffman. Vice-Presidente: Evangelista Costa Pires. Secretário: Agenor da Silva. Segundo Secretário: Carlino Facchin. Tesoureiro: Vergílio Antonio Merlo. Segundo Tesoureiro: Ismael Rangel de Castilhos. Membros do Conselho: Vercidino A. Souza, Julio Kuhn, Alzerino Hoffman, Jacinto Cechett, Abilio Webber, João A. de Andrade, Francelino de Lima, Godofredo Costa, Primo Adami, Adelia Vencatto e Nair Peccin".Leia mais:Dante Marcucci: um busto e uma polêmicaA cidade de Dante Marcucci nos anos 1930 e 1940Busto de Dante Alighieri, um ícone da praça desde 1914Busto de Dante completa um século na praçaHospital Pompéia: inauguração do busto de Dom José Barea em 1966Estátua da Liberdade, um ícone da Praça Dante desde 1922 Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: pórtico da Estrada Federal Getúlio Vargas em 1941Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-portico-da-estrada-federal-getulio-vargas-em-1941-10387682Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24444549Desde o ano passado, mais de 50 animais silvestres vítimas de acidentes foram resgatados em CaxiasMaioria salvamentos é em decorrência de atropelamentos ocorridos em estradas do município2018-06-25T20:24:11-03:002018-06-25T20:24:11-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPrefeitura de CaxiasDesde o ano passado, mais de 50 animais silvestres vítimas de acidentes foram resgatados em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24444549Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-desde-o-ano-passado-mais-de-50-animais-silvestres-vitimas-de-acidentes-foram-resgatados-em-caxias-10387806Desde o ano passado, mais de 50 animais silvestres vítimas de acidentes foram resgatados em CaxiasMaioria salvamentos é em decorrência de atropelamentos ocorridos em estradas do município2018-06-25T20:24:11-03:002018-06-25T20:24:11-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brDesde que o Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal começou a receber denúncias sobre animais silvestres vítimas de atropelamentos ou maus-tratos em Caxias do Sul, em 2017, mais de 50 resgates foram realizados na cidade.De acordo com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), os atendimentos são feitos por uma equipe veterinária. A maioria dos resgates é realizada em decorrência de atropelamentos, que ocorrem em estradas da cidade. Corujas e cervos, que estão em extinção, estão entre os animais atingidos. Conforme a pasta, a expansão dos núcleos urbanos é uma das causadoras do problema, já que acaba invadindo parte do habitat natural das espécies. Após receberem os cuidados necessários, se estiverem em condições, os animais são reintroduzidos na natureza.Além de receberem atendimento após acidentes, os animais silvestres também são resgatados de situações de maus-tratos. Papagaios e cobras, por exemplo, geralmente são vítimas de tráfico e resgatados de cativeiros.Foto: Prefeitura de Caxias / DivulgaçãoCOMO DENUNCIARCasos de animais em vulnerabilidade social podem ser denunciados pelo telefone (54) 3901-1445 ou presencialmente na Semma, que fica na Avenida Rubem Bento Alves, 8.308, com atendimento das 10h às 16h de segunda a sexta-feira. Denúncias também podem ser feitas por meio do site da prefeitura.Leia tambémVinícolas da Serra diversificam a fabricação de produtos à base de uvaMuro desaba e mata mulher no loteamento São Lucas em CaxiasPorto Alegre, RSPioneiro.comDesde o ano passado, mais de 50 animais silvestres vítimas de acidentes foram resgatados em CaxiasPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-desde-o-ano-passado-mais-de-50-animais-silvestres-vitimas-de-acidentes-foram-resgatados-em-caxias-10387806Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24441739Memória: Praça Dante Alighieri coberta de neve em 1941Em 29 de maio de 77 anos atrás, Caxias "amanheceu coberta de um vasto e espesso lençol de neve"2018-06-25T07:30:28-03:002018-06-25T07:30:28-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSStudio Geremia / Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgaçãoMemória: Praça Dante Alighieri coberta de neve em 1941Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24441739Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-praca-dante-alighieri-coberta-de-neve-em-1941-10386726Memória: Praça Dante Alighieri coberta de neve em 1941Em 29 de maio de 77 anos atrás, Caxias "amanheceu coberta de um vasto e espesso lençol de neve"2018-06-25T07:30:28-03:002018-06-25T07:30:28-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNesse ínicio oficial de inverno, as ocorrências de neve ao longo do século 20 voltam a dar as caras na coluna Memória. Hoje, retornamos a 28 de maio de 1941, quando o semanário “A Época” noticiou o fenômeno na capa da edição de 1º de junho. A notícia “Caxias sob o espetáculo deslumbrante de mais uma nevada”, destaque da primeira página, é um primor em expressões, adjetivos e construções rebuscadas características da época.Ou alguém ousaria hoje publicar algo como: “Dir-se-ia que a nossa cidade, qual elegantíssima noiva, ostentava altiva o véu virginal, decidida ao cortejo nupcial”?O texto“A alma emotiva da nossa população viveu, na manhã de quinta-feira última, horas de imenso deslumbramento. É que a cidade amanheceu coberta de vasto e espesso lençol de neve. Já na tarde quarta-feira, 28 de maio, se observara queda brusca de temperatura, acompanhada de gélido chuvisqueiro. Pelas 21h daquele dia puderam inúmeras pessoas observar o início da nevada, que, em quantidade cada vez maior, ia se dissolvendo sob a ação da chuva. Pelas 23h, porém, com a interrupção desta, começou o nosso solo a mostrar a camada alvíssima de neve. E o espetáculo maravilhoso prosseguiu madrugada adentro. Às 6h, a nossa cidade oferecia aspecto inolvidável. É que se não divisava, sob as primeiras barras do dia 29, aqui, outra coisa que não a brancura belíssima da neve. Uma camada média de 25 centímetros cobria e tomava as formas de todas as coisas que estavam ao alcance da vista extasiada: telhados, ruas, calçadas, árvores, automóveis, etc, formando um conjunto encantador. E as encostas montanhosas da cidade não apresentavam aspecto diferente: tudo era branco! Dir-se-ia que a nossa cidade, qual elegantíssima noiva, ostentava altiva o véu virginal, decidida ao cortejo nupcial. E, com efeito, como se fora uma noiva, ela nunca se apresentara, antes, tão deliciosamente bela. Mas o espetáculo grandioso deveria ter curta duração: é que pelas 6h30min, insistente e indesejada chuvinha iniciava a sua ação destruidora. E, no seu maléfico afã, ia a pouco e pouco minorando aquele quadro sem par. Contudo, puderam os caxienses — e os visitantes, extasiados! — viver aquele ambiente polar até a tardinha, quando se dissiparam os últimos contornos daquela efêmera beleza!”Jornal A Época (1º de junho de 1941)Foto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoFoto: Acervo Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul / reproduçãoA Praça Dante e a neve, captadas a partir do Clube JuvenilFoto: Reno Mancuso / Acervo de Renan Carlos Mancuso, divulgaçãoFenômeno durou pouco, mas cobriu a área central e os canteiros da praça de brancoFoto: Reno Mancuso / Acervo de Renan Carlos Mancuso, divulgaçãoA praça coberta de neve, com o Clube Juvenil ao fundo (ainda sem o terceiro andar)Foto: Reno Mancuso / Acervo de Renan Carlos Mancuso, divulgaçãoAs fotosAs imagens acima integram o blog www.caxiaspormancuso.blogspot.com, mantido pelo leitor Renan Carlos Mancuso, filho do fotógrafo Reno Mancuso (1919-1974), autor das fotos de 1941. Já o jornal de onde foi retirado o texto original integra o acervo do Centro de Memória da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul.Em atividade entre os anos de 1938 e 1958, o semanário "A Época" circulava aos sábados e teve como primeiros diretores Ítalo Balen e João Brusa Netto. Também trazia o seguinte slogan: Jornal da Mocidade em Prol das Aspirações Coletivas. Caxias pelas lentes do fotógrafo Reno MancusoCasamento de Reno Mancuso em 1941Domingos e Reno Mancuso: as antigas agências bancárias de CaxiasLeia mais:A neve de agosto de 1965Caxienses e os flagrantes da neve de 1965Estácio Zambelli e um boneco de neve em 1965A nevada de 1965 em postaisCaxias cobertas de branco em 1965 e 1975Confira outras publicações da coluna MemóriaLeia antigos conteúdos do blog MemóriaPorto Alegre, RSPioneiro.comMemória: Praça Dante Alighieri coberta de neve em 1941Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-memoria-praca-dante-alighieri-coberta-de-neve-em-1941-10386726Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24441638Prefeitura de Caxias vai licitar transporte para estudantes que estão fora da escolaAlunos ainda não iniciaram o ano letivo por morarem muito longe das instituições onde conseguiram vaga2018-06-24T17:34:49-03:002018-06-24T17:34:49-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcelo CasagrandePrefeitura de Caxias vai licitar transporte para estudantes que estão fora da escolaPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24441638Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-prefeitura-de-caxias-vai-licitar-transporte-para-estudantes-que-estao-fora-da-escola-10386709Prefeitura de Caxias vai licitar transporte para estudantes que estão fora da escolaAlunos ainda não iniciaram o ano letivo por morarem muito longe das instituições onde conseguiram vaga2018-06-24T17:34:49-03:002018-06-24T17:34:49-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUma nova licitação para a contratação do serviço de transporte escolar para alunos da rede municipal deve ser aberta pela prefeitura de Caxias do Sul na primeira quinzena de julho. O transporte atenderá estudantes dos distritos de Vila Oliva, Fazenda Souza e Vila Seca, do loteamento Rota Nova, e alunos das escolas Helen Keller e Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Bela Vista e Centro Dia. O processo licitatório já foi aberto anteriormente, mas não teve interessados. Nesta segunda tentativa, a licitação também vai incluir o serviço de transporte para 68 alunos de Ensino Fundamental que ainda não iniciaram as aulas em Caxias. Leia maisPais denunciam falta de vagas em escolas próximas de casa em Caxias do SulEstado vai analisar vinculação de matrículas ao endereço dos alunos em Caxias do SulEstado cria turmas para acabar com o déficit de vagas em Caxias do Sul Novas turmas já têm professores para iniciar aulas no Ensino Fundamental em Caxias do Sul São estudantes do 1° ao 3° ano que só conseguiram vagas em escolas distantes de casa e não têm condições de chegar às instituições. Para resolver o problema, o governo do Estado e a prefeitura de Caxias fizeram um acordo: a administração estadual abriria vagas para os alunos e o município arcaria com o transporte dos estudantes. Três novas turmas já foram homologadas na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dante Marcucci. Os estudantes restantes serão alocados em vagas disponíveis no Instituto de Educação Cristóvão de Mendoza e na Escola Coronel José Pena de Moraes. Para adiantar o processo, a Secretaria Municipal da Educação (Smed) contratará o transporte por dispensa de licitação por 60 dias, até que o processo licitatório esteja concluído. Os 68 alunos beneficiados residem na região dos bairros Desvio Rizzo e Esplanada e já estão sem aula há mais de quatro meses. Segundo Danúbia Sartor, diretora financeira da Smed, o trâmite demorou porque somente na semana passada a pasta recebeu da Central de Matrículas a lista definitiva de crianças que precisam do serviço. O número de estudantes fora da escola já foi estimado em centenas no início do ano letivo, até diminuir para pouco mais de 100 alunos.— Muitos alunos a gente conseguiu realocar em escolas próximas, muitos foram transferidos e outros acabaram retornando para suas cidades de origem. Por isso, esses números foram reduzindo — explica Danúbia. A expectativa é de que os estudantes possam, efetivamente, iniciar as aulas na volta do recesso de inverno. Quando houver data definida, a 4ª Coordenadoria Regional de Educação (Cre) terá que elaborar um calendário especial para eles, já que o ano letivo precisa ter pelo menos 200 dias de aula.O problema da falta de vagas em escolas próximas das residências das famílias é crônico em Caxias já foi alvo de apontamentos do Ministério Público (MP). O tema ganhou mais espaço no debate público após o desaparecimento e morte da menina Naiara Soares Gomes, sete anos, no mês de março. Ela foi raptada durante o caminho para a Escola Municipal Renato João Cesa, a 2,3 quilômetros de onde morava.Para o próximo ano, o governo do Estado estuda alternativas para minimizar a dificuldade. Entre elas, está a alteração do sistema de matrículas: no momento da inscrição, as famílias informam o endereço residencial e o aluno seria obrigatoriamente matriculado em uma instituição próxima.Paralelamente, a prefeitura de Caxias estuda adequar o itinerário do transporte coletivo urbano até a frente das instituições de ensino.Leia tambémCerca de 140 pessoas participam de almoço de confraternização em Caxias para assistir jogo de Senegal Municípios da Serra vão liberar vacinação contra a gripe para o público em geralPorto Alegre, RSPioneiro.comPrefeitura de Caxias vai licitar transporte para estudantes que estão fora da escolaPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-prefeitura-de-caxias-vai-licitar-transporte-para-estudantes-que-estao-fora-da-escola-10386709Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24440907Brigada Militar realiza apreensão de drogas no bairro Charqueadas, em Caxias do SulForam apreendidas, na tarde deste sábado, mais de 1,3 mil pedras de crack, além de porções de maconha e cocaína2018-06-23T19:43:37-03:002018-06-23T19:43:37-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSBrigada MilitarBrigada Militar realiza apreensão de drogas no bairro Charqueadas, em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24440907Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-brigada-militar-realiza-apreensao-de-drogas-no-bairro-charqueadas-em-caxias-do-sul-10386396Brigada Militar realiza apreensão de drogas no bairro Charqueadas, em Caxias do SulForam apreendidas, na tarde deste sábado, mais de 1,3 mil pedras de crack, além de porções de maconha e cocaína2018-06-23T19:43:37-03:002018-06-23T19:43:37-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Brigada Militar realizou, às 15h deste sábado, uma apreensão de drogas no bairro Charqueadas, em Caxias do Sul. Foram apreendidas mais de 1,3 mil pedras de crack, 4,44 quilos de maconha e 151 gramas de cocaína, além de celulares, R$ 195 em dinheiro e uma caminhonete S10 azul. Um homem de 21 anos e uma mulher de 32 anos foram presos em flagrante. Durante patrulhamento, a BM avistou a caminhonete, que já constava em registro como veículo utilizado para tráfico, saindo de uma residência. A abordagem foi feita no veículo, onde estava a dupla, que portava parte do material ilícito. Outra parte foi encontrada no interior da residência, na Rua Almerinda Ramos Santos, onde não mora ninguém.Porto Alegre, RSPioneiro.comBrigada Militar realiza apreensão de drogas no bairro Charqueadas, em Caxias do SulPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-brigada-militar-realiza-apreensao-de-drogas-no-bairro-charqueadas-em-caxias-do-sul-10386396Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24307711Municípios da Serra vão liberar vacinação contra a gripe para o público em geralCaxias do Sul não alcançou meta de vacinação durante campanha2018-06-23T14:53:02-03:002018-06-23T14:53:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFélix ZuccoMunicípios da Serra vão liberar vacinação contra a gripe para o público em geralPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24307711Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-municipios-da-serra-vao-liberar-vacinacao-contra-a-gripe-para-o-publico-em-geral-10386234Municípios da Serra vão liberar vacinação contra a gripe para o público em geralCaxias do Sul não alcançou meta de vacinação durante campanha2018-06-23T14:53:02-03:002018-06-23T14:53:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brMunicípios da Serra começarão a liberar vacinas contra a gripe para o público em geral a partir da próxima semana. Em Caxias do Sul e Bento Gonçalves, as doses estarão disponíveis nos postos de saúde a partir de segunda-feira (25). Em Farroupilha, o público poderá receber as doses a partir de terça. Em Caxias do Sul, a meta de vacinação de 90% dos grupos prioritários não foi atingida ao fim da campanha, nesta sexta-feira (22). Conforme a Secretaria de Saúde do município, o índice ficou em 76,86%. Em Bento Gonçalves, o índice também ficou abaixo, em 83,77% .FarroupilhaEm Farroupilha, cerca de 2 mil doses sobraram. A secretária de Saúde do município, Rosane da Rosa, estima que cada posto deva receber 200 doses excedentes. Crianças ainda terão prioridade de vacinação. No município, dois grupos prioritários atingiram a meta de imunização: idosos, com 93% de cobertura, e mulheres que deram à luz há até 45 dias, com 91%. Os grupos com a menor taxa de imunização foram crianças, com 62,6%, e gestantes, com 68,42%. O restante dos públicos ficou próximo à meta de vacinação, que era de 90%. Profissionais da saúde tiveram 87% de cobertura; professores, 86%; e indígenas, 83%. Serra teve uma morte por gripeA região teve um caso confirmado de morte em função da gripe. Foi no município de Gramado, onde um homem de 48 anos morreu no dia 5 de junho no Hospital Arcanjo São Miguel. Em função da morte e por conta da sobra de doses da campanha, Gramado já havia aberto a possibilidade de vacinação para o público em geral. A imunização encerrou para toda a população nesta sexta-feira (22). Conforme a coordenadora de Vigilância em Saúde, Marina Toniolo, até às 16h, o município registrava um índice de 102,7% de imunização dos grupos prioritários, considerando as doses que também foram aplicadas ao restante do público. Leia também"Ele estava bem feliz por mais uma conquista", diz amiga de motociclista que morreu na ERS-122Proximidade com prefeito de Caxias não constrange relator de subcomissão que analisa processo contra líder do governoPorto Alegre, RSPioneiro.comMunicípios da Serra vão liberar vacinação contra a gripe para o público em geralPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-municipios-da-serra-vao-liberar-vacinacao-contra-a-gripe-para-o-publico-em-geral-10386234Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24439208"Ele estava bem feliz por mais uma conquista", diz amiga de motociclista que morreu na ERS-122Acidente ocorreu por volta das 9h deste sábado em Antônio Prado2018-06-23T12:35:44-03:002018-06-23T12:35:44-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFacebook"Ele estava bem feliz por mais uma conquista", diz amiga de motociclista que morreu na ERS-122Pioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24439208Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-ele-estava-bem-feliz-por-mais-uma-conquista-diz-amiga-de-motociclista-que-morreu-na-ers-122-10386179"Ele estava bem feliz por mais uma conquista", diz amiga de motociclista que morreu na ERS-122Acidente ocorreu por volta das 9h deste sábado em Antônio Prado2018-06-23T12:35:44-03:002018-06-23T12:35:44-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO motociclista Graziel Carra, 24 anos, que morreu em um acidente na ERS-122, em Antônio Prado, na manhã deste sábado, será lembrado pelos amigos como uma pessoa alegre e que era querida por todos. Carra pilotava uma moto que colidiu na traseira de um Voyage, no Km 128 da rodovia, por volta das 9h. Ele foi socorrido pelo Samu, mas chegou sem vida ao Hospital São José. O jovem morava e trabalhava na cidade.— Faz algum tempinho que ele comprou a moto e estava bem feliz por mais uma conquista. Ele era uma pessoa muito alegre e querida por todos — lembra a amiga Alessandra Andreatta, 17 anos.Carra deixa os pais e um irmão mais velho. Até as 12h deste sábado, ainda não havia informações sobre o local do sepultamento. Leia tambémAo completar dez anos, Lei Seca impacta no comportamento de motoristas e reduz acidentes em CaxiasÚltimos dias para doar agasalhos na SerraPorto Alegre, RSPioneiro.com"Ele estava bem feliz por mais uma conquista", diz amiga de motociclista que morreu na ERS-122Pioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-ele-estava-bem-feliz-por-mais-uma-conquista-diz-amiga-de-motociclista-que-morreu-na-ers-122-10386179Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24439111Motociclista morre em colisão envolvendo carro na ERS-122, em Antônio PradoAcidente ocorreu no Km 128 da rodovia2018-06-23T10:56:33-03:002018-06-23T10:56:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSGrupo Rodoviário de FarroupilhaMotociclista morre em colisão envolvendo carro na ERS-122, em Antônio PradoPioneiro.comurn:publicid:clicrbs.com.br:24439111Change0Usableurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-motociclista-morre-em-colisao-envolvendo-carro-na-ers-122-em-antonio-prado-10386139Motociclista morre em colisão envolvendo carro na ERS-122, em Antônio PradoAcidente ocorreu no Km 128 da rodovia2018-06-23T10:56:33-03:002018-06-23T10:56:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUm jovem de 24 anos morreu em um acidente de trânsito na ERS-122, em Antônio Prado, na manhã deste sábado. A colisão ocorreu no Km 128, por volta das 9h. A vítima, que conduzia uma motocicleta, colidiu na traseira de um carro modelo Voyage. O jovem foi socorrido pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos e chegou sem vida ao Hospital São José. Os dois veículos envolvidos no acidente são de Antônio Prado. O nome da vítima ainda não foi divulgado oficialmente.Leia tambémAdolescente é apreendido após roubar celular de pedestre em Bento GonçalvesAo completar dez anos, Lei Seca impacta no comportamento de motoristas e reduz acidentes em CaxiasPorto Alegre, RSPioneiro.comMotociclista morre em colisão envolvendo carro na ERS-122, em Antônio PradoPioneiro.comurn:publicid:pioneiro-clicrbs-com-br-rs-geral-cidades-motociclista-morre-em-colisao-envolvendo-carro-na-ers-122-em-antonio-prado-10386139Change0Usable