Guarda Municipal promete tomar providências em relação a vandalismo no cemitério, em Caxias - Cidades - Pioneiro

Cemitério Municipal02/04/2017 | 15h22Atualizada em 02/04/2017 | 16h24

Guarda Municipal promete tomar providências em relação a vandalismo no cemitério, em Caxias

Ideia é tapar buracos e instalar alarme, mas não há previsão de disponibilizar efetivo no local

Guarda Municipal promete tomar providências em relação a vandalismo no cemitério, em Caxias Gustavo Trintinaglia/divulgação
No sábado, família encontrou jazigo repleto de cacos de vidro, próximo à entrada do Cemitério Público Municipal Foto: Gustavo Trintinaglia / divulgação
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Após reclamações de novos atos de vandalismo em jazigos no Cemitério Público Municipal de Caxias do Sul, neste final de semana, o diretor da Guarda Municipal, Jeferson Ricardo Vargas, prometeu buscar uma solução a partir desta segunda-feira.

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Segundo Vargas, teriam sido dois ataques: um na madrugada de sexta para sábado, atingindo duas capelas, e outro na de sábado para domingo, afetando outras três.

— No momento do ato, na noite de sábado, a Guarda estava em operações na Estação Férrea. No relatório de quem fez o contato consta que os dois elementos pularam de uma parte meio aberta no portão. Em três minutos, quebraram os jazigos e fugiram — conta.

Ele acrescenta que as viaturas da Guarda se deslocaram até a região do cemitério e ficaram cerca de uma hora procurando os vândalos, sem sucesso. As capelas tiveram vidros quebrados e fechaduras arrancadas. Na madrugada anterior, uma cruz de concreto, arrancada de um túmulo, havia sido usada para quebrar os vidros de um jazigo.

Nesta segunda-feira, o diretor conversará com a Secretaria do Meio Ambiente, para discutir a possibilidade de cobrir os buracos pelo qual os vândalos entraram e instalar mais alarmes na área — atualmente, só há alarme no escritório do cemitério. Quanto a manter efetivo da Guarda Municipal no local, a possibilidade está descartada por enquanto:

— Não tem mais (guardas no cemitério) desde setembro de 2013, pois temos pouco efetivo. Só se houvesse aumento de recursos humanos — diz Vargas, fazendo eco a declarações dadas ano passado por seu antecessor, Ricardo Fugante Martins, sobre o mesmo assunto.

 
 

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