Chega a quatro o número de escolas ocupadas por estudantes em Caxias - Cidades - Pioneiro

Vers?o mobile

 
 

Educação21/05/2016 | 10h31Atualizada em 21/05/2016 | 10h41

Chega a quatro o número de escolas ocupadas por estudantes em Caxias

Alunos prometem ficar abrigados nos colégios por tempo indeterminado

Chega a quatro o número de escolas ocupadas por estudantes em Caxias Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Alunos começaram a mobilização em Caxias na quarta-feira, montando dormitórios improvisados dentro dos colégios Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS
Pioneiro
Pioneiro

Caxias do Sul encerra a semana com quatro escolas estaduais ocupadas por estudantesApolinário Alves dos SantosEmilio MeyerCristóvão de Mendoza e Cavalheiro Aristides Germani. Em todas, não há prazo para encerramento do manifesto.

Confira as últimas notícias do Pioneiro

A última a aderir ao movimento foi a Aristides Germani, no bairro Rio Branco, na sexta-feira. A movimentação iniciou por volta de 8h, mas a ocupação com colchões, cobertores e outros materiais para passar o dia na escola ocorreu apenas ao final do dia. Estudantes dormiram dentro da escola e prometem permanecer. De acordo com o aluno Nicollas dos Santos Chaves, 16 anos, do 2º ano no Ensino Médio, o plano é realizar oficinas a partir da próxima semana.

Leia mais

Alunos da Escola Estadual Técnica voltam a protestar em Caxias
Dez escolas de Caxias têm professores em greve nesta quinta-feira

Ratos, 33 centavos e descaso: por que alunos ocupam escolas em Caxias

O que está por trás das ocupações dos alunos nas escolas do RS 

A Apolinário foi a primeira escola a começar a ocupação em Caxias, seguindo ações ocorridas em Porto Alegre e em outras cidade do país. O Apolinário está ocupado desde quarta-feira pela manhã. 

Ainda na quarta, o Emilio Meyer, que fica no Exposição, também iniciou ocupação. O Cristóvão, maior colégio de Caxias do Sul, registrou a ocupação na quinta-feira.

Os alunos defendem a causa dos professores, que pedem salários pagos integralmente, mas também pedem melhorias nas escolas e na educação. 

Um dos maiores pedidos é quanto à merenda: em grande parte das escolas o lanche servido é pouco, porque os colégios recebem pouco dinheiro para providenciar a alimentação. Problemas de estrutura nos prédios escolares também são reclamados pelos estudantes.Professores estão em greve desde a última segunda-feira.

Conforme dados da 4ª Coordenadoria Regional de Educação (4ª CRE), divulgados na sexta-feira, 103 professores e 12 funcionários já aderiram à paralisação.

Na manhã desta sexta-feira também ocorreu protesto na escola Victório Webber, no bairro Serrano.


 
 
 

Veja também

 
Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros