Filha de vitivinicultores, Patrícia Piccoli Zanrosso é a princesa da uva e do vinho - Cidades - Pioneiro

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Soberana eleita06/09/2015 | 12h31

Filha de vitivinicultores, Patrícia Piccoli Zanrosso é a princesa da uva e do vinho

Ela compõe o trio de soberanas com Rafaelle Galiotto Furlan e Laura Denardi Fritz

Filha de vitivinicultores, Patrícia Piccoli Zanrosso é a princesa da uva e do vinho Roni Rigon/ Agência RBS/
Na manhã deste domingo, Patrícia ainda tentava assimilar todas as emoções que vivenciou no dia anterior juntamente com os pais Celso e Marilse e demais familiares. Foto: Roni Rigon/ Agência RBS
Poucas soberanas da história da Festa da Uva falam com tanta propriedade do fruto que é a estrela da celebração quanto Patrícia Piccoli Zanrosso, uma das escolhidas para ser princesa da edição de 2016. Filha de vitivinicultores, a morena de sorriso largo praticamente nasceu e se criou entre parreiras e pipas.



O conhecimento sobre a uva, adquirido naturalmente tendo como quintal uma vinícola e várias parreiras, ajudou a soberana de 24 anos a se destacar entre as 20 candidatas. Na última sexta-feira, por exemplo, um dos pedidos do júri foi justamente para ela citar três variedades americanas do fruto e três européias. Pati, como é chamada por amigos e familiares, não precisou buscar a resposta em livros, foi só recorrer à memória e às conversas do dia a dia com os pais:

— Sabia até mais de três. Citei quais são as mais comuns na região, falei qual é usada para fazer o sagu — lembra ela, se divertindo com a "aula" que sabe dar sobre o tema.

Na manhã deste domingo, Patrícia ainda tentava assimilar todas as emoções que vivenciou no dia anterior. Ela e os pais Celso e Marilse pouco dormiram, mas não demonstravam cansaço algum. Do desfile, Pati lembra principalmente de sua torcida, posicionada bem no início do percurso. 

— Ver tanta gente torcendo por mim logo no início me deu muita motivação e energia para caminhar pelos 200 metros de passarela. Aproveitei tudo como se fosse o último dia. Mas que alegria que tenho mais dois anos — recorda.

Outro fator que trouxe alento para Pati foi a religião, reforçada especialmente em sua vestimenta. A "nonna" Vilma costurou no traje três medalhinhas bentas (Santo Antônio, Nossa Senhora de Guadalupe e Nossa Senhora de Caravaggio) e a soberana ainda ganhou outras duas da comissão da festa.

— No dia da entrevista com os jurados, acendi uma vela benta. Também peguei outra de sete dias que tá acesa até agora — conta Vilma, orgulhosa de ter uma neta compondo o trio da Festa da Uva.

Para a edição do próximo ano, Patrícia acredita que um dos desafios das soberanas será resgatar ao máximo o espírito de interior da festa, deixando o aspecto de "feira" um pouco de lado. A tarefa parece perfeita para a comunicativa jovem que sempre participou das festividades justamente expondo as uvas da família e falando com os visitantes sobre a tradição do fruto.

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