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Importância real30/07/2015 | 06h08

Embaixatrizes têm papel fundamental ao longo da Festa da Uva

Meninas representam Caxias do Sul por todo país

Embaixatrizes têm papel fundamental ao longo da Festa da Uva Porthus Junior/Agencia RBS
Cristiane Palandi e Angélica Zardo foram embaixatrizes da Festa da Uva 2014 Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

O trabalho que a rainha e as princesas da Festa da Uva assumem, desde o momento em que são coroadas até a entrega da coroa e as faixas às sucessoras, é bastante valorizado pela comunidade. Posam para fotos com o público, estão sempre na mídia e servem como referência de beleza e elegância feminina em Caxias. Mesmo assim, é preciso reconhecer que há muito mais mulheres envolvidas em divulgar o evento e receber de forma carinhosa o turista.

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As outras 22 jovens que também almejavam ocupar o posto de Giovana Crosa, coroada em 31 de agosto de 2013, se empenharam bastante durante o período da Festa. São as embaixatrizes, que prestam suporte à organização e esbanjam amor pela festa.

— Elas também são a festa e, para que o sucesso seja completo, precisamos da doação de todas. São fundamentais e me orgulho muito do trabalho de todas, sem exceção — explica a rainha Giovana Crosa.

Além de representar Caxias Brasil afora, as embaixatrizes têm o papel de acompanhar o trio de soberanas na divulgação da festa. Angélica Zardo, Cristiane Palandi e Viviane Baron concorreram com Giovana e são unânimes em afirmar que não se arrependem em ter concorrido ao título de rainha. Também concordam que o momento mais marcante foram os desfiles na Sinimbu. Angélica lembra com carinho da noite do primeiro desfile. Cristiane e Viviane preferiram o último, quando se despediram na Sinimbu. As jovens compareceram aos Pavilhões em todos os dias de Festa da Uva. Elas aconselham as 20 meninas que concorrem ao título neste ano a honrarem o compromisso que estão assumindo. Afirmam que receberam a mesma dose de carinho que o público deu ao trio de soberanas, e que o pré-concurso serviu como uma espécie de escola.

— Fui para representar minha família, e fiz isso até o fim. Trabalhei por aquilo que acreditava. Faria tudo de novo, sem dúvidas — afirma Viviane.

— Só o fato de estar inserida na maior festa comunitária é muito emocionante. Fomos sempre muito bem recebidas nos pavilhões, o povo dá muito carinho — revela Angélica.

— O trio sozinho não faz uma festa deste tamanho. Os turistas recebidos por uma embaixatriz, vestindo faixa e tiara, se sentem encantados. É importante nosso trabalho —detalha Cristiane.

 
 
 

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