Orientação05/05/2012 | 11h01

Brasileiros que têm familiares mortos no Exterior devem ser responsáveis pelo transporte do corpo

Marcelo Tosin Furlanetto foi sepultado sexta-feira, em Garibaldi

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A família Tosin Furlanetto precisou esperar 12 dias pelo corpo do jovem Marcelo, que morreu em Moçambique dia 22 de abril. O rapaz havia escolhido viver no país africano por seis meses, para realizar trabalho voluntário. O corpo chegou ao Brasil na sexta-feira, quando dezenas de amigos e parentes prestaram as últimas homenagens.

Quando um brasileiro tem um familiar morto no exterior, procurar o consulado ou a embaixada mais próximos do país em que a pessoa vivia é o primeiro passo, segundo a assessoria de imprensa do Itamaraty. Se não houver consulado, é preciso entrar em contato com o setor consular da embaixada. Lá, o familiar será orientado sobre como proceder, de acordo com a legislação daquele país.

Como depende da lei estrangeira, o Itamaraty não tem como estimar quanto tempo levará para que ocorra o translado dos restos mortais. O Órgão também não auxilia com os custos, somente presta orientações.

Leia mais na edição impressa deste fim de semana.

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