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05/09/2011 | 07h20

Sistema Marrecas, em Caxias do Sul, impressiona técnicos do governo federal

Projeto servirá de referência para o Ministério das Cidades na liberação de verbas na área de abastecimento

Sistema Marrecas, em Caxias do Sul, impressiona técnicos do governo federal Fabiana de Lucena, divulgação/
Técnicos do Ipea e do Ministério das Cidades visitaram Sistema Marrecas, em Caxias Foto: Fabiana de Lucena, divulgação
O complexo que levará água para 250 mil pessoas pelos próximos 20 anos, o Sistema Marrecas, foi escolhido como projeto-piloto pelo Ministério das Cidades. Como critérios para seleção contaram o vultoso investimento de cerca de R$ 200 milhões combinado ao objetivo de garantir abastecimento de qualidade e o bom andamento das obras.

Técnicos da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estiveram na cidade, na última quinta e sexta-feira, visitando as obras consideradas o melhor estudo de caso dos projetos do PAC na área de abastecimento hídrico.

Segundo a assessora técnica da secretaria, Lauseani Santoni, a avaliação das políticas públicas para o desenvolvimento urbano servirá de exigência na obtenção de recursos para futuras obras. Caxias é destaque na área de abastecimento de água, ao lado de Feira de Santana (BA), na área de economia solidária, e da Baixada Fluminense (RJ), na parte de drenagem.

Os seis integrantes da comitiva foram recebidos pelo diretor-presidente do Samae, Marcus Vinicius Caberlon, que destacou investimentos na área do saneamento, como o Plano de Despoluição dos Arroios. O responsável pelas obras do Marrecas, engenheiro Gerson Panarotto, relembrou as primeiras etapas do projeto, como o estudo de implantação da barragem.

A visita contemplou uma passagem pela Rota do Sol, onde estão sendo instaladas as adutoras, pela Estação de Tratamento de Água Morro Alegre, e pelas obras da barragem, na localidade de Nossa Senhora Aparecida, em Vila Seca.  
Os pesquisadores saíram admirados com o que viram:

— Estamos bem impressionados, pela grandeza da obra, mas principalmente pela organização das equipes. E o melhor disso é que esse resultado será utilizado em todas as obras na área do abastecimento do país — explicou o geógrafo do Ipea, Renato Balbim.

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