Juventude encerra jejum de cinco anos e vence o Caxias por 2 a 0, no Alfredo Jaconi - Esportes - Pioneiro

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Ca-Ju 28423/07/2020 | 13h12Atualizada em 23/07/2020 | 13h20

Juventude encerra jejum de cinco anos e vence o Caxias por 2 a 0, no Alfredo Jaconi

Igor e Breno marcaram os gols da partida, que não teve a presença de público

Juventude encerra jejum de cinco anos e vence o Caxias por 2 a 0, no Alfredo Jaconi Porthus Junior/Agencia RBS
Igor (C) marcou o primeiro gol do clássico Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

O Juventude acabou com cinco anos de jejum no clássico Ca-Ju. Desde 2015, a equipe alviverde não vencia o principal duelo da cidade. Em um confronto sem torcida e após mais de quatro meses de inatividade, a equipe do estreante Pintado derrotou o Caxias de Lacerda por 2 a 0. Igor e Breno marcaram os gols da partida desta quinta-feira (23), no Estádio Alfredo Jaconi. 

FOTOS: confira imagens da partida entre Caxias e Juventude

Com o resultado, o Ju ingressa na zona de classificação das semifinais do segundo turno do Estadual, com quatro pontos em quatro partida. No domingo, tem jogo marcado diante do Brasil-Pel, ainda sem local definido.

Já o Caxias, que tem sete pontos, ocupa a terceira colocação do Grupo B e está atrás do Esportivo pelo saldo de gols. No domingo, recebe o Pelotas, às 16h, no Estádio Centenário.

O início da partida foi de estudo dos dois lados. Com seis novidades em relação ao time que atuava antes da parada por conta da pandemia e sob novo comando, o Juventude mostrou suas credenciais a partir dos nove minutos. A primeira finalização foi do estreante Tarta, aos nove minutos. Aos 16, veio o gol. Na primeira jogada bem triangulada pela equipe alviverde, Tarta recebeu na meia direita e serviu Igor, que avançou em velocidade e, quase sem ângulo, chutou cruzado. A bola passou entre as pernas de Marcelo Pitol e morreu nas redes: 1 a 0 Juventude.

Com dificuldades de escapar da forte marcação do meio-campo alviverde, o Caxias só foi levar perigo na bola parada. Aos 23, após cobrança de escanteio de Ivan, Thiago Sales subiu mais alto que todo mundo e cabeceou sobre o gol, assustando Marcelo Carné. A partir daí, nem mesmo a velocidade de Tilica ou as investidas individuais de Diogo Oliveira foram suficientes para o Grená criar chances de gol.

Por outro lado, o time do técnico Pintado conseguiu controlar o meio-campo e, a partir dos 30 minutos, criou diversas chances de ampliar o marcados ainda no primeiro tempo. Em duas oportunidades, Rafael Silva finalizou de dentro da área e errou a pontaria. Aos 39, o novo camisa 9 do Juventude se antecipou a Bruno Ré, mas a cabeçada saiu ao lado da meta de Pitol. 

Preterido na primeira parte da temporada, o lateral-direito Igor voltou a aparecer bem no ataque alviverde. Aos 43, Bochecha deu linda assistência nas costas da defesa grená e o jogador finalizou sobre o gol de Marcelo Pitol. Por fim, aos 49, Breno recebeu na área e tentou um voleio que acabou sem direção, sobre o gol. 

Na segunda etapa, com Vinícius Baiano na vaga do apagado Juninho Potiguar, Lacerda tentou mudar a cara do Caxias. E o time parecia disposto a buscar o empate logo de cara. Passou a ter mais posse de bola e agredir o adversário. Só que, num contra-ataque rápido, Gabriel Bispo roubou na intermediária e serviu Breno. O chute do atacante do Juventude desviou na defesa e matou Marcelo Pitol: 2 a 0, aos três minutos.

Da mesma forma, pressionando a saída de jogo grená, o Juventude quase ampliou aos 11. Cajá roubou de Carlos Alberto e na sequência recebeu de Breno para ficar cara a cara com Pitol. O camisa 10 tentou o chute colocado, mas parou no goleiro do Caxias.

O Caxias voltou a levar perigo aos 14, sempre pelos pés de Ivan. A cobrança de falta atravessou a área e Marcelo Carné fez boa defesa. Logo na sequência, Gilmar saiu da área e cruzou para Vinícius Baiano. O cabeceio do atacante grená foi bloqueado pela mão de Igor. Pênalti marcado por Leandro Vuaden. Na cobrança, Ivan tentou acertar o ângulo, mas acertou o travessão. Era a chance de o Grená reduzir a vantagem, mas acabou desperdiçada.

Sendo assim, os minutos derradeiros foram de uma pressão ineficiente dos visitantes e pouca inspiração do Ju nos contra-ataques, que ainda teve Bruno Alves obrigando Pitol a fazer grande defesa aos 32. 

No fim, o Juventude administrou o resultado e celebrou o fim de um jejum de cinco anos no clássico Ca-Ju.

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