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Opinião13/07/2020 | 20h33Atualizada em 14/07/2020 | 08h55

Intervalo: é uma fase, não um novo normal do futebol

Mudanças para atender protocolos sanitários não devem ser consideradas eternas

Intervalo: é uma fase, não um novo normal do futebol Arthur Dallegrave/EC Juventude
Foto: Arthur Dallegrave / EC Juventude

A rotina será diferente a partir desta terça-feira (14), nos estádios de Caxias do Sul e região, com a volta das atividades coletivas. Os treinamentos fechados, que antes eram notícia, agora serão um costume necessário para que, mesmo em meio à uma pandemia, seja possível que o futebol retorno aos jogos.

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Para a realidade, de fato, não volta tão cedo. O contato do dia a dia, a conversa de quem trabalha no entorno de Caxias, Juventude e Esportivo, com os torcedores que dedicam parte do seu tempo para ir até o estádio dar uma olhada no treino, ainda vai demorar mais.

A realidade está tão inversa, que o treinamento no Estádio Alfredo Jaconi desta terça-feira terá todo um processo diferente para que a imprensa possa acompanhar parte dele e leve algum tipo de informação, imagens e relatos dos primeiros passos do técnico Pintado no comando do Juventude.

Entre as medidas tomadas, está que a imprensa ocupará as atividades da arquibancada, com distanciamento determinado, máscara, aferição de temperatura corporal e tempo reduzido dentro do estádio. Além disso, nem todas as atividades serão liberadas, para que o trânsito de pessoas não se intensifique no decorrer dos dias. Por vezes, acompanhar 30 minutos de um treinamento pode parecer muito pouco. Porém, dentro da realidade atual, será um período precioso.

Com sugestão, que também vale para Caxias e Esportivo, quando os treinamentos forem nos CT’s, acompanhar um treino drive-in pode fazer com que a imprensa consiga levar mais informações a aquele que, infelizmente, deve ser o último a retomar seu encontro de forma física com o clube de futebol: o torcedor.

Na volta do Gauchão, serão cinco jogos em Caxias e dois em Bento. Nem todos vão envolver clubes da região, pois as cidades são sedes propostas pela Federação Gaúcha de Futebol (FGF) para que a competição pudesse voltar.

Que isso passe logo. De maneira nenhuma consigo achar que isso é um novo normal. É uma fase que precisa ser respeitada, mas que passará.

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