Caxias não dá férias para jogadores, mas segue com período de folga para todos - Esportes - Pioneiro

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Gauchão31/03/2020 | 19h53Atualizada em 31/03/2020 | 19h53

Caxias não dá férias para jogadores, mas segue com período de folga para todos

Direção grená aguarda também definições sobre continuidade da temporada

Caxias não dá férias para jogadores, mas segue com período de folga para todos Lucas Amorelli/Agencia RBS
Foto: Lucas Amorelli / Agencia RBS

O Caxias segue suas atividades paralisadas durante o período da pandemia do coronavírus e enquanto os jogos não retornam. No entanto, o clube não dará férias oficialmente para os atletas como ocorre com outras equipes do país, que a partir desta quarta-feira (1) iniciam um recesso de 20 dias.

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— Nosso acerto é deixar os atletas de folga e conversar com eles sobre valores. Têm alguns que encerrariam o contrato após o Gauchão, enquanto outros têm o vínculo até o final da Série D — afirmou o presidente grená Paulo Cesar Santos.

Segundo o mandatário grená, a ideia é retornar com as atividades assim que forem liberados os treinamentos. Santos garantiu que os salários serão pagos, mas que o clube precisará fazer ajustes de algumas situações para se manter em dia com suas responsabilidades com jogadores e funcionários.

VOLTA DO GAUCHÃO

Ainda sem a confirmação de como será definida a situação do Campeonato Gaúcho e se terá um desfecho, o Caxias começa a pensar também no restante da temporada.

— Sinceramente, acho que dificilmente o Gauchão irá voltar. Estamos conversando com a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) e com o presidente (Luciano Hocsman) — admitiu o presidente grená.

Outra situação que preocupa o mandatário grená está na possibilidade do clube não receber a última parcela da cota de transmissão do Estadual.

Como há o risco de não serem encerados vários campeonatos pelo país, algumas informações de que a detentora dos direitos de  transmissão não irá repassar a quarta parcela do valor inicial começou a ficar forte nos bastidores. Para o Caxias, esse valor representa cerca de R$ 250 mil.

— Não precisamos de mais esse problema. Esse valor estava orçado — concluiu Paulo Cesar.

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