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Gauchão26/02/2020 | 17h54Atualizada em 26/02/2020 | 17h54

"Vamos ter que provar que podemos chegar mais longe", diz capitão do Caxias

Time grená estreia no segundo turno no sábado (29), às 19h, contra o Inter

"Vamos ter que provar que podemos chegar mais longe", diz capitão do Caxias Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Após a conquista da Taça Ewaldo Poeta, o Caxias iniciou os trabalhos, nesta quarta-feira (26), para a estreia no segundo turno da competição. Ainda sem apagar as imagens do título, o foco agora será o Inter no jogo do próximo sábado (29), às 19h, no Estádio Centenário.

—Esquecer, eu nem quero. É um momento que fica marcado para sempre. Uma energia muito grande. Ganhar do Grêmio e estar garantido na final do Campeonato Gaúcho. Então, esquecer jamais. Ficará sempre na memória.  Mas a preparação continua. Vai começar o segundo turno contra o Inter, outro grande rival. Agora, vamos ter que provar que podemos chegar mais longe — disse o volante e capitão Juliano. 

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Mesmo que a conquista não seja esquecida, e nem deve, o objetivo será fazer um bom segundo turno. Para isso, uma estratégia será importante: nada de empolgação, mesmo que inconscientemente isso possa acontecer.

— O psicológico muito forte. Não deixar a empolgação falar mais alto. Continuar com os pés no chão e com a humildade. O próprio companheiro deve policiar o outro para que a gente conquiste o segundo turno. Se isso não acontecer, chegar forte na final — avaliou Juliano. 

O volante grená é o capitão do time. Aos 29 anos, o jogador participou dos sete jogos do primeiro turno e teve a experiência de levantar a Taça Ewaldo Poeta. Se o Caxias, vencer o segundo turno ou até mesmo a final do Gauchão, ele terá essa responsabilidade novamente. Por isso, nada de acomodação para a Taça Francisco Novelletto Neto. 

— Isso varia de pessoa para pessoa. A forma como encara a carreira e a profissão. Talvez, para alguns tenha sido o primeiro título, para outros não. As vezes, um jogo faz o pensamento de quem avalia mudar. Temos o Inter, o clássico Ca-Ju. Pra quê mais motivação que isso? Temos que estar sempre mostrando mais e crescendo — finalizou.

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