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Opinião11/02/2020 | 22h00Atualizada em 11/02/2020 | 22h00

Intervalo: O que Marquinhos Santos pode fazer se os reforços para o ataque não chegarem

Equipe alviverde terá um bom período de treinamentos antes do próximo compromisso oficial

Intervalo: O que Marquinhos Santos pode fazer se os reforços para o ataque não chegarem Lucas Amorelli/Agencia RBS
Foto: Lucas Amorelli / Agencia RBS

Partindo do pressuposto de que o Juventude não consiga trazer reforços de impacto para o seu ataque, o técnico Marquinhos Santos precisará repensar algumas estratégias para o segundo turno do Gauchão e as etapas que vem pela frente na Copa do Brasil. 

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Em 2019, o estilo de jogo bem definido, com um modelo posicional, e movimentações específicas envolvendo laterais e extremas deu resultado. As peças se encaixaram e, mesmo com dificuldades de um camisa 9 se estabelecer na temporada, o desempenho foi satisfatório.

Neste começo de 2020, a inoperância ofensiva do Ju tem chamado a atenção. Não restam dúvidas de que a equipe agregou qualidade em seu meio-campo com os acréscimos de Marciel e Pedro Ken, e na lateral com Samuel Santos. Sendo assim, e com a falta de opções momentâneas para o ataque, talvez o treinador alviverde precise buscar alternativas táticas.

Dá para se manter dois jogadores abertos sem ter atletas que possam cumprir essa função com eficiência, sem ter um driblador para furar os bloqueios defensivos? Acredito que seja válido testar um meio-campo mais móvel, tradicional, num 4-4-2, como fez, por exemplo, a Seleção Brasileira olímpica na decisão contra a Argentina. 

Sei que Marquinhos não é adepto aos números para identificar sua forma de jogar, mas o momento pede mudanças, mesmo em um início de temporada. 

Até pode ser que alguns guris da base resolvam, mas não dá para colocar tamanha pressão nos ombros deles. 

Ineficiente

Em seis jogos, a equipe alviverde marcou só quatro vezes e em apenas dois confrontos. É muito pouco. Contra o São Luiz, os polivalentes John Lennon e Samuel Santos foram os responsáveis por garantir a única vitória na competição estadual. Na derrota para o Pelotas, o centroavante Gabriel Aires fez de cabeça.

Nos dois empates sem gols em casa, contra Novo Hamburgo e Ypiranga, o cenário se repetiu. O Ju tem a bola, trabalha com qualidade, mas falta profundidade ou velocidade em alguns momentos. Do jeito que está, o time ficou manjado. É um adversário que pode ser facilmente marcado pelos rivais.

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