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Nova mentalidade03/01/2020 | 22h06

Técnico do Caxias diz que escolheu a dedo jogadores para o grupo de 2020

Rafael Lacerda e o auxiliar Jeferson Ribeiro participaram do Show dos Esportes na sexta (3)

Técnico do Caxias diz que escolheu a dedo jogadores para o grupo de 2020 Cristiano Daros / Agência RBS/Agência RBS
Lacerda (C) e Jefferson Ribeiro (D) foram os convidados do Show dos Esportes Foto: Cristiano Daros / Agência RBS / Agência RBS
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O Caxias está na preparação para o Gauchão e, principalmente, para a temporada de 2020, onde quer o acesso nacional. Por isso, a montagem do grupo de atletas foi feita direcionada para uma alteração no tipo de jogador que o clube precisa para conseguir seus objetivos. Quem garantiu isso foi o técnico grená, Rafael Lacerda, em entrevista ao Show dos Esportes nesta sexta-feira (3).

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— O nível (de qualidade) até aumentou. Nossa cabeça é perfil de atleta, acostumados a jogos grandes e que não sintam a pressão. O Caxias jogou bem o ano inteiro em 2018 e em 2019, mas na hora decisiva faltou. A minha escolha, não sei se vão jogar bem o ano inteiro, mas vão jogar bem na hora necessária. Na hora decisiva vão chamar a responsabilidade — afirmou o técnico.

Desde a disputa da Copinha, o foco já estava na montagem desse time. A comissão técnica trabalhava manhãs e noites buscando nomes e bem específicos. Apenas três atletas desejados acabaram não acertando com o clube. O resultado disso, segundo Lacerda, é visto nos treinos:  

— Tem uma evolução gritante (em relação à Copinha), principalmente na parte técnica. Às vezes na Copinha tentava fazer um tipo de trabalho, as coisas não andavam. Agora, se vê que está diferente. O nível elevou muito. Mudou. Agora tem a nossa cara e o nosso DNA.

Outras alterações estão no modo de jogar. O Caxias será diferente da temporada de 2019, por uma nova visão da comissão técnica. A preferência é por um meio de campo mais técnico e sem um jogador específico para dar combate no meio de campo. Outras alterações estão nos sistemas que o time irá usar dentro de campo, desde a formação até o estilo de jogo.

— O sistema defensivo, por exemplo, os atletas do Caxias marcava num padrão, como o do Inter marca, como o do Juventude e que a maioria dos times fazem. O Pingo trouxe outra forma e no início causou problemas. Os jogadores precisavam correr mais para sair na caça. Eu comento com os atletas, era errado? Não. Deu certo no Gauchão, só tomou gols em casa da dupla Gre-Nal. Não é o que eu gosto, mas não está errado. Só que tenho meu jeito de fazer e que o sistema corre um pouco menos, mas está mais protegido. Não fica mais exposto — explicou o treinador.

O Caxias está em preparação para o Gauchão. A estreia contra o Grêmio, no dia 22 de janeiro, na Arena. 

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