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Gauchão 29/01/2020 | 05h17Atualizada em 29/01/2020 | 13h01

Juventude projeta decisão contra o Novo Hamburgo e quer evitar lei do ex no Alfredo Jaconi

Oito jogadores do anilado, além do técnico Julinho Camargo, já passaram pelo alviverde

Juventude projeta decisão contra o Novo Hamburgo e quer evitar lei do ex no Alfredo Jaconi Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Na atual edição do Campeonato Gaúcho, grande parte dos times do Interior contam com atletas com passagens recentes pelo Juventude. De olho na lei do ex, sempre citada no meio do futebol, o time alviverde se prepara para dois compromissos, no mínimo, perigosos.

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É que o adversário de hoje, o Novo Hamburgo, e o Pelotas, rival de sábado, na Boca do Lobo, têm em seus elencos nada menos do que 17 atletas com passagens pelo Alfredo Jaconi. Isso sem contar os técnicos Julinho Camargo e Picoli, respectivamente.

Para o jogo desta quarta-feira, às 20h, Marquinhos Santos pediu uma atenção especial nessa situação. Afinal, em um confronto tão importante na briga pela classificação, não dá para vacilar diante de nomes bem conhecidos. 

– É uma decisão em casa e precisamos dos três pontos. Não podemos abrir mão dessa partida. O Julinho passou por aqui, é experiente, um treinador estrategista, que tem um modelo de jogo muito bem definido, uma bola aérea forte. Temos que tomar cuidado, até porque muitos jogadores que lá estão passaram pelo Juventude. Precisamos estar atentos para a lei do ex não prevalecer - destaca o treinador.

No Novo Hamburgo, estão oito jogadores que jogaram pelo Ju – os laterais Felipe Mattioni e Romano, o zagueiro Diego Ivo, os volantes Chicão, Bertotto e Itaqui, além dos meias Mossoró e Felipe Lima. No comando, um treinador com estilo de jogo bem definido e que recebeu elogios do rival desta noite.

– É um time experiente, que vai nos entregar a posse de bola para fazer um jogo reativo e de transição. Além disso, tem uma bola aérea forte, característica dos times do Julinho. Ele é um grande treinador, nos enfrentamos muitas vezes na base. Digo até hoje para ele que aprendi muito. Sempre o tive e tenho como uma referência. É um técnico matreiro, que sabe jogar fora das quatro linhas, que provoca o fator motivacional da sua equipe e induz o adversário ao que ele quer – comentou Marquinhos Santos.

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