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Opinião02/12/2019 | 20h59Atualizada em 02/12/2019 | 20h59

Intervalo: Qual o tamanho da mudança de status do time feminino do Brasil-Fa para 2020?

Investimento precisará ser superior para a disputa do Brasileiro Série A2

Intervalo: Qual o tamanho da mudança de status do time feminino do Brasil-Fa para 2020? Brasil-Fa/Divulgação
Foto: Brasil-Fa / Divulgação

O futebol feminino, enfim, ganha o merecido destaque. Depois da grande visibilidade e do ótimo público no Mundial da França, neste ano, a decisão do Gauchão também subiu de patamar. Foi transmitida pela Rádio Gaúcha e teve ampla cobertura do Grupo RBS. O crescimento tem tudo para se confirmar nos próximos anos.

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Dentro da nossa realidade regional, a grande notícia é o fato de o Brasil de Farroupilha ter conquistado a vaga para o Brasileiro Série A2, em 2020. Um passo importante, mas que precisará ser dado com o total apoio da comunidade esportiva e também dos empresários da região. 

Para a competição nacional, não basta apenas a vontade e a dedicação das atletas. É preciso acrescentar qualidade ao grupo.  E planejar de forma diferente. Hoje, nenhuma das atletas do time rubro-verde recebe um centavo sequer para jogar. Elas trabalham e jogam quase como por um hobby. 

O Brasil-Fa virou uma referência no Interior e, pela seriedade do trabalho, deve  continuar sua ascensão. Só que o projeto também terá de alçar voos maiores.

No Brasileirão A-2 deste ano, a CBF custeou passagens rodoviárias, aéreas e as despesas de alimentação e hospedagem para a delegação visitante. Além disso, oferece R$ 5 mil, em partidas disputadas como visitante, como ajuda de custo. Nos jogos em casa, o valor é de R$ 10 mil,  para pagamento de arbitragem, ambulância, gandula e exame antidoping.

– A logística é uma preocupação menor. Temos outras despesas, com funcionários e manutenção. É um campeonato longo. Então, quanto mais se capta recursos, mais se canaliza eles – destaca Gabriel Marchet, diretor do clube. 

A principal mudança, de fato, está na diferença técnica dos adversários. Para se ter uma ideia, no Brasileiro A2 deste ano, os semifinalistas foram Grêmio, vice gaúcho, São Paulo, Cruzeiro e Palmeiras. Por isso, a possibilidade da contratação de jogadoras é real e necessária .

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