"O Juventude mostrou que tem muito coração", diz técnico alviverde após empate no Maranhão - Esportes - Pioneiro

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Vale o acesso02/09/2019 | 22h50Atualizada em 02/09/2019 | 22h50

"O Juventude mostrou que tem muito coração", diz técnico alviverde após empate no Maranhão

Marquinhos Santos valorizou a dedicação do seu time para segurar a igualdade com o Imperatriz

"O Juventude mostrou que tem muito coração", diz técnico alviverde após empate no Maranhão Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS
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Voltar do Maranhão com um empate foi um feito muito valorizado pelo técnico do Juventude. Marquinhos Santos ressaltou que o time teve uma entrega necessária para segurar o ímpeto e a velocidade do Imperatriz, e assim garantir o 0 a 0  que deixa a decisão para o Estádio Alfredo Jaconi. 

Mas, para o jogo da volta, o treinador espera mais da sua equipe

— Nós temos que jogar mais. Chegou num estágio da Série C que não tem jogo de qualidade, os times que jogam em casa não tem a preferência pela vitória. Em quatro jogos (das quartas de final) saiu apenas um gol (vitória do Confiança sobre o Ypiranga, por 1 a 0). Quando entra nesse estágio, não tem jogo qualificado. Agora é jogo estudado, estratégico e de coração. O Juventude mostrou que tem muito coração. Foi muito empenho, dedicação e o time correu bastante — ressaltou Marquinhos Santos.

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A grande surpresa para o jogo foi o ingresso de Moisés no time titular, com John Lennon na lateral e Vidal no banco. O objetivo era fechar o meio de campo alviverde e não dar liberdade à linha de meias rápidos que tem o Cavalo de Aço. Mas não funcionou como o treinador gostaria e ele precisou agir rápido, tirando Moisés e recolocando Vidal. 

— Eu pretendia ter o losango, com preenchimento de meio e velocidade pelos lados. Nós trabalhamos assim durante a semana, mas eu avisei ao elenco que se tivesse necessidade de mudança, poderia ocorrer ainda no primeiro tempo. Os primeiros 20 minutos estavam controlados — explicou o treinador, que complementou sobre a sua ideia para a partida:

— Eles iriam nos atacar e teríamos o contragolpe e a bola do jogo. Tivemos essa bola com o Carlão e não fizemos. Jogo fora de casa tem que matar. E depois com o lado direito vazando, o Renan Luis e o Vitor Xavier jogando por ali, e o Moises tendo dificuldade na cobertura de bolas longas, não hesitei na troca. Corrigimos para não correr risco de tomar o gol.

Marquinhos Santos ainda ressaltou a bela festa realizada pela torcida do Imperatriz e conclamou a Papada para fazer igual na próxima segunda-feira, dia 9. Será no Estádio Alfredo Jaconi que o acesso será decidido.

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