Intervalo: resultado final do Pan de Lima deixa ainda mais claro que o Brasil tem grande potencial  - Esportes - Pioneiro

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Opinião11/08/2019 | 20h15Atualizada em 11/08/2019 | 20h15

Intervalo: resultado final do Pan de Lima deixa ainda mais claro que o Brasil tem grande potencial 

Mesmo com a inexistência de uma política esportiva, qualidade dos atletas prevalece

Intervalo: resultado final do Pan de Lima deixa ainda mais claro que o Brasil tem grande potencial  Wander Roberto/COB/Divulgação
Só na natação, 30 medalhas foram conquistadas em Lima Foto: Wander Roberto / COB/Divulgação

Pan de recordes
Mesmo com a falta de uma política esportiva eficiente e todas as dificuldades conhecidas em grande parte das modalidades, o talento prevalece no Brasil. Foi o que acabou comprovado no Pan de Lima. É claro que a competição não tem o mesmo peso ou até a qualificação de atletas de uma Olimpíada, mas o desempenho foi acima de qualquer expectativa inicial. Com o maior número de ouros e medalhas da sua história, o país acabou na segunda colocação do quadro de medalhas.

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O mais importante neste momento é avaliar o surgimento e crescimento de jovens atletas e, principalmente,  buscar formas de valorizá-los e potencializar suas carreiras.

Ainda falta muito para o esporte brasileiro ser uma referência, mas competições como a no Peru mostram que existe o potencial, a qualidade. Basta o investimento ser bem administrado. 

Destaques brasileiros
Natação, atletismo, ginástica artística e vela carregaram boa parte das medalhas para o país. Porém, vale destacar algumas modalidades que cresceram e até surpreenderam. 

No taekwondo, foram sete medalhas de oito possíveis. No triatlo, dois ouros e duas pratas. O país ainda conquistou seus primeiros ouros em algumas modalidades: no boxe feminino, com Beatriz Ferreira; no arremesso de peso masculino com Darlan Romani; na classe 49er FX da vela com Martine e Kahena; na patinação artística feminina, com Bruna Wurts; no badminton masculino, com Ygor Coelho.

Isso sem falar do time de basquete feminino, que levou o ouro após 28 anos, em um ótimo início no seu processo de reconstrução, sob o comando do técnico José Neto.

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