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Opinião01/08/2019 | 20h39Atualizada em 01/08/2019 | 20h39

Intervalo: a base do Juventude segue rendendo frutos ao clube

Sustentabilidade financeira da base permite maior investimento no profissional

Intervalo: a base do Juventude segue rendendo frutos ao clube Arquivo Pessoal/
Foto: Arquivo Pessoal

O Juventude está fazendo uma nova negociação de atleta da base. O empréstimo do zagueiro Kelvin é muito bom para os cofres e para quem comanda o clube. Mesmo que o Corinthians não exerça a opção de compra, Kelvin estará no grande centro e poderá chamar atenção de outros investidores – quem sabe até de fora do Brasil. O mesmo ocorre para o meia-atacante Adrian, de 18 anos, que foi para o Grêmio. Ou até Pedro Arthur, que saiu do Jaconi para o Flamengo antes de assinar seu primeiro contrato com o clube alviverde. Esses são alguns casos de jogadores que sequer passaram pelo time profissional.

Ainda é possível citar o meia Denner, que após a Série C irá para o Athlético-PR. Ou até mesmo Gabriel Valentini que foi para os Emirados Árabes Unidos. São negociações que ajudam o clube a se manter financeiramente, já que a disputa da Terceira Divisão não rende quase nada. Isso faz o clube sonhar com o acesso e poder investir nele.

Esses são fatores só comprovam a importância da categoria de base, que é o oxigênio para os clubes médios e pequenos se manterem vivos. Afinal, o poder financeiro ficará cada vez mais na mão de poucos grandes do Brasileirão. Diga-se, até estes grandes dependem da base. Por exemplo, o Flamengo voltou a ser uma potência com a venda de Vinícius Júnior e Lucas Paquetá. Quem não tiver categoria de base, vai sofrer bastante para sobreviver. Ainda mais no interior.

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Quem vai assumir?

A escolha sobre o novo presidente do Caxias será mais importante que os resultados em campo neste segundo semestre. A normalidade será uma sucessão dentro do grupo gestor e alguns nomes sempre tiveram protagonismo. Basta saber quem irá se habilitar, afinal a pressão crescerá ainda mais na próxima temporada. Não só pela torcida, mas pelo planejamento que está atrasando com o clube estagnado na Quarta Divisão. 

O objetivo era em 2020 estar na Série B ou brigando por um acesso à ela, não deu. Isso desgasta muito e é natural que algumas pessoas se afastem.

Nem demorou

Na quarta-feira, questionei nesta coluna quem seria o próximo dirigente que iria abraçar a causa Wagner. Pois não demorou. Nem dois dias depois e a resposta é Guilherme Eich, dirigente de futebol do Avenida. O polêmico ex-meia grená será apresentado no clube de Santa Cruz do Sul na próxima terça-feira, inclusive é adversário do Caxias na Copinha. 

Pouco durou a nova investida de Wagner no futebol amador. Ao menos assinar com o clube de Caraá despertou o interesse do Avenida, basta saber se o meia vai jogar nos dois ou se concentrar somente na camisa verde do Vale do Rio Pardo.

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