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Série C15/07/2019 | 06h00Atualizada em 15/07/2019 | 06h00

Na reestreia pelo Juventude, Renato Cajá valoriza reação e assistência decisiva no empate

Jogador voltou a vestir a camisa alviverde após 12 anos

Na reestreia pelo Juventude, Renato Cajá valoriza reação e assistência decisiva no empate Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS
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O empate em 1 a 1 entre Juventude e Paysandu foi importante para a tabela do Grupo B e marcou uma reestreia. Renato Cajá voltou a vestir a camisa alviverde e teve papel importante no resultado, com a assistência para o gol de Breno.

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— Fiquei feliz por ter voltado a jogar. Foram quase seis meses parado, em casa, esperando um clube. Infelizmente foi numa situação não tão boa, com um jogador a menos. Você fica correndo errado, mas o futebol é assim mesmo — disse o meia, que valorizou o empenho da equipe em busca da igualdade:

– Tivemos que passar por situações adversas e o time soube administrar, sofrer a partida e se defender. Chega um momento que fica difícil, você não tem mais forças, recua, mas pude ajudar de alguma forma. O mais importante é que o time continua na liderança. Agora é mais uma semana de preparação para encarar o Boa Epsorte – completou Cajá. 

Foram 12 anos da despedida até o retorno ao Alfredo Jaconi. Por isso, voltar a vestir a camisa do Juventude em uma partida oficial foi marcante para o experiente jogador.

— O Jaconi me faz relembrar uma história, desde quando cheguei aqui, aos 22 anos (em 2007). Hoje, com quase com 35, quero dar meu máximo enquanto estiver jogando futebol e espero ajudar o Marquinhos Santos e a equipe durante a competição — disse Cajá. 

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