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Intervalo07/04/2019 | 20h15Atualizada em 07/04/2019 | 20h15

Opinião: Caxias precisa de um atacante que faça gols para a Série D

Após eliminação grená no Gauchão, necessidade se tornou mais evidente no Centenário

Opinião: Caxias precisa de um atacante que faça gols para a Série D Antonio Valiente/Agencia RBS
Contra o Inter, erros de Bruno Alves (11) foram decisivos para eliminação grená Foto: Antonio Valiente / Agencia RBS

Foi até onde deu

A eliminação grená na semifinal do Gauchão mostrou que o Caxias tem um bom time, mas precisa de algo a mais para ter um bom grupo. A diferença do que Pingo tinha na mão na fase de classificação para o que teve à disposição diante dos colorados mostrou que há espaço para reforços pensando na Série D.

Para piorar, ficaram de fora dos confrontos mais importantes o jogador mais decisivo e o que mudou o meio-campo no decorrer do Estadual. Rafael Gava e Diego Miranda – ao lado de Foguinho e Juliano – davam a cara do Caxias no Gauchão. Sem eles, o time ficou capenga na criação e sem jogadores com capacidade de decidir.

Precisa de um fazedor de gols

É verdade que o Caxias não encontrará times com a força de um Inter na Série D. Mas os jogadores de ataque não podem ser tão ineficientes como foram no Estadual. Precisa de um fazedor de gols. Junior Juazeiro não o foi nas chances que teve. Ruan, mais participativo, também não se mostrou artilheiro. Dos jogadores de lado, Bruno Alves é destaque, menos na arte de fazer gols – como se viu na primeira partidas das semifinais. Ter um atacante artilheiro fará diferença para conquistar o acesso.

A lógica, mas nem tanto

A final do Gauchão entre Grêmio e Inter já foi considerada uma lógica no cenário estadual pelo poderio dos times da capital. Porém, analisando os últimos 20 anos, o Gre-Nal na decisão não é algo tão corriqueiro assim. De 2000 até agora, essa será a sexta decisão entre azuis e vermelhos.

No meio do caminho nessas duas décadas, há os títulos do Caxias, em 2000, e do Novo Hamburgo, em 2017. Além disso, houve o tempo em que o XV de Novembro de Campo Bom decidiu o campeonato, o Juventude volta e meia aparecendo e  Brasil-Pel e Ulbra, que foram vice em uma oportunidade. Nesse ano, a lógica fez prevalecer os melhores times.

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