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Intervalo15/03/2019 | 09h12Atualizada em 15/03/2019 | 09h12

Intervalo: Juventude está longe de ter um time ideal

Com a chegada de Marquinhos Santos, a situação não muda muito

Intervalo: Juventude está longe de ter um time ideal Antonio Valiente/Agencia RBS
Com a chegada de Marquinhos Santos, a situação não muda muito Foto: Antonio Valiente / Agencia RBS

Pergunte a qualquer torcedor do Juventude e dificilmente algum deles saberá elencar qual o time titular, ou pelo menos uma ideia dele, em 2019. Com 21 jogadores diferentes iniciando os 11 jogos até aqui com a camisa alviverde, o quebra-cabeça fica complicado. A pesquisa dos repórteres Eduardo Costa e Renan Silveira retrata um pouco da realidade na temporada. Sem repetir o time em nenhum momento do Estadual e da Copa do Brasil, por diversas questões, o técnico Luiz Carlos Winck sofreu na montagem de uma cara ideal para a equipe.

Com a chegada de Marquinhos Santos, a situação não muda muito. E o grande desafio do treinador é tentar dar uma continuidade na formação proposta. Detalhe, sem tempo para treinar e com a obrigação de vencer para não ficar de fora do mata-mata.

Baita campanha

Ao final do primeiro turno da fase classificatória, Esportivo e Glória fazem campanhas excelentes. O time de Bento Gonçalves lidera com folga de quatro pontos, mesmo tendo feito quatro dos seus sete jogos longe de casa. Tem tudo para confirmar a primeira colocação e chegar forte ao mata-mata. Já o Leão conquistou um resultado fundamental no Altos da Glória, quarta-feira, ao bater o Passo Fundo e se consolidou como vice-líder. Tem  apresentado um time forte na marcação e com muita velocidade. Agora, com a confiança em alta, é manter o mesmo retrospecto no returno e chegar com a força das respectivas camisas para o momento onde tudo muda. Na briga pelo acesso, só os mais fortes se sobressaem.

Mundial de clubes

A Fifa deverá confirmar nos próximos dias uma das grandes mudanças da história recente do futebol. Depois de quase dois anos de estudo, a entidade pretende anunciar o novo formato do Mundial de Clubes. A ideia é reunir 24 clubes em uma competição disputada a cada quatro anos, substituindo a Copa das Confederações, que é considerada pouco atrativa. O objetivo é realizar a primeira edição entre junho e julho de 2021, em sede a ser definida. Campeão da Libertadores de 2017, o Grêmio teria lugar garantido no torneio, caso ele ocorra.

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