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Série B06/11/2018 | 09h31Atualizada em 06/11/2018 | 09h31

Só a vitória interessa ao Juventude diante do CRB

Em caso de derrota em Maceió, alviverde estará virtualmente rebaixado

Só a vitória interessa ao Juventude diante do CRB Porthus Junior/Agencia RBS
Hugo Sanches (E) e Denner (C) são esperanças de uma boa atuação no Estádio Rei Pelé Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

O Juventude não tem mais opção. Nesta terça (6), às 21h30min, diante do CRB, no Estádio Rei Pelé, a equipe alviverde precisa vencer o time alagoano para seguir com chances reais de deixar a zona do rebaixamento. Até por isso, o time viajou para o Nordeste sabendo da urgência de buscar os três pontos fora de casa.

— Não podemos ter medo. Temos que assumir o risco do jogo. Uma vitória nos coloca junto com eles (CRB). Uma derrota complica muito. Precisamos dos cuidados defensivos, mas temos que ser uma equipe que vá agredir o adversário ofensivamente e que transforme as situações em gols — afirmou o técnico alviverde Luiz Carlos Winck.

Para tentar de alguma maneira surpreender o adversário, Winck fechou os treinos de segunda (5) e de domingo (4). O treinador sequer deu pistas de quem mandará a campo para a decisão. 

Mesmo com a necessidade de alterações, o técnico garantiu que a postura não deve ser tão diferente do que vem sendo desenvolvido, mas com uma efetividade maior:

— Não tem que ficar fazendo muitas mudanças nesse momento. Temos que seguir uma linha de trabalho. Fizemos um bom jogo (contra o Brasil-Pel), mas não tivemos resultado. E é isso que precisamos. Vamos lá com atitude e personalidade para fazer um bom jogo.

Entre as dúvidas que o treinador deixou no ar na entrevista coletiva antes da viagem para Maceió, está o substituto do suspenso Lucas. Bertotto surge como a possibilidade mais forte, apesar de Tony não ser totalmente descartado.

— O Bertotto é um jogador canhoto com característica diferente do Lucas. Ele sai um pouco menos, mas dá uma bola aérea, um poder de marcação muito bom. Se tiver que jogar com Rodrigo e Bertotto, estaremos bem servidos — afirmou o comandante alviverde, que espera que o time reverta a alta probabilidade de rebaixamento:

— Isso faz parte da matemática e nós temos que mudar isso. O futebol é imprevisível, tudo pode acontecer nessas quatro rodadas. E é nisso que nos baseamos. No acreditar, no ter fé, no trabalho que realizamos diariamente. Se fosse ver pelos jogos, não era para estarmos nessa situação incômoda.

Porém, é com a pressão do risco iminente do rebaixamento que o time trabalha e terá que entrar em campo. É com a corda esticada para não cair e com a obrigação de vencer o CRB. Caso contrário, é lamentar a queda em um ano de tantos erros no Estádio Alfredo Jaconi.

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