Melhor do mundo, Marta acompanha Juventude x CSA no Alfredo Jaconi - Esportes - Pioneiro

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Na torcida24/11/2018 | 16h39Atualizada em 24/11/2018 | 17h55

Melhor do mundo, Marta acompanha Juventude x CSA no Alfredo Jaconi

Time alagoano depende de uma vitória para conseguir acesso à Série A

Melhor do mundo, Marta acompanha Juventude x CSA no Alfredo Jaconi Maurício Reolon/Agência RBS
Craque Marta atendeu à imprensa antes de ir para o camarote do estádio Alfredo Jaconi para Juventude x CSA Foto: Maurício Reolon / Agência RBS

Para o Juventude, o duelo da tarde de sábado diante do CSA não tem mais importância. O alviverde está rebaixado para a Série C e encerra o ano contra o time alagoano na Série B. Para o time nordestino, no entanto, vale e muito. O time depende de uma vitória para conseguir o acesso à Série A. Apesar dos mais de 3.000km de distância que separam a capital Maceió de Caxias do Sul, o CSA conta com uma torcedora mais do que ilustre na arquibancada: a craque Marta.

Seis vezes melhor do mundo, a jogadora da seleção brasileira é torcedor fiel da equipe azul e espera ser pé-quente na tarde deste sábado.

- É uma situação mais difícil. Quando você está no campo é possível fazer alguma coisa. Fora você fica só na expectativa para que as coisas aconteçam. Mas está sendo muito bacana. É a primeira vez que venho para o Sul e desde o primeiro momento as coisas vêm acontecendo de maneira positiva. Espero que continue assim e que a gente possa voltar para Alagoas com o resultado positivo e com essa impressão que tive do povo aqui. Tri legal - resumiu a jogadora, antes de subir para os camarotes do estádio Alfredo Jaconi.

Natural de Dois Riachos, no interior alagoano, o gosto pelo CSA veio ainda nos primeiros chutes na bola.

- Minha relação com o CSA começou quando iniciei no futebol. Jogava num clube amador chamado CSA na minha cidade. Por ter o mesmo nome que o time da capital, me tornei mais próxima. A equipe esteve muitos anos sem divisão e veio nesse crescimento avassalador. Agora tive a oportunidade de conhecer mais o trabalho, acompanhar mais a equipe. Está sendo muito legal - acrescentou.

A camisa 10 do Orlando Pride, dos Estados Unidos, preferiu não falar do futuro da carreira. Aos 32 anos, ela espera que 2019, primeiramente, seja de CSA na Série A:  

- Sem dúvida será um grande feito se der tudo certo, não só para o CSA, mas para o esporte alagoano. Torço muito para que isso aconteça. Quero estar aqui para presenciar isso.

 
 
 
 
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