Juventude vive situação atípica na última rodada, contra o CSA - Esportes - Pioneiro

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Série B24/11/2018 | 09h00Atualizada em 24/11/2018 | 09h00

Juventude vive situação atípica na última rodada, contra o CSA

Winck abre mão da concentração, mas preza por entrega total para boa impressão

Juventude vive situação atípica na última rodada, contra o CSA Porthus Junior/Agencia RBS
Técnico Luiz Carlos Winck (C) comandará o seu jogo de número 15 como comandante do Juventude Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Será um jogo diferente. Uma situação diferente. Algo que o Juventude não está acostumado a passar na sua história. Mas, na tarde deste sábado, às 17h, o Ju recebe o CSA apenas para cumprir tabela na última rodada da Série B.

Assim que a bola rolar no Alfredo Jaconi, o time alviverde dará seus últimos passos na competição, uma vez que terá de enfrentar a Série C na próxima temporada. Se não vale nada para efeito de classificação, no entanto, vale e muito já pensando na próxima temporada.

– Procurei sempre trabalhar normalmente. Tenho que me motivar diariamente, independentemente do que esteja acontecendo. A adversidade é grande, fomos rebaixados, sofremos com isso, temos vergonha na cara. A única maneira de mudar algo é mudando essa última impressão, mesmo que o jogo não valha nada. Temos de ter respeito com a instituição, os torcedores e com aquilo que pensamos e onde queremos chegar profissionalmente – resumiu Luiz Carlos Winck.

Para o treinador, mesmo que o Juventude tenha abdicado da concentração pré-jogo nesta rodada, a partida contra os alagoanos pode ser um divisor de águas na carreira de cada um dos 18 atletas que devem ser relacionados para o duelo:

– Não tem motivo para isso (concentração). Também não será isso que vai fazer com que os atletas corram mais ou menos. Se eu fosse atleta neste momento, daria o meu melhor. Talvez esse jogo, pela visibilidade, possa abrir outras portas ou ainda manter essa porta que está aberta.

A porta para Luiz Carlos Winck, inclusive, se abriu quando da procura do Pelotas. O treinador, no entanto, optou por terminar a temporada na equipe alviverde. E, se depender dele, o trabalho poderia ter sequência na próxima temporada.

– Se eu pensasse no meu futuro teria ido para o Pelotas. Sempre pensei de forma profissional e cumpro minhas obrigações. Vou finalizar meu trabalho com a cabeça erguida porque sempre fiz e dei o meu melhor. Respeito e gosto muito do Juventude. Se tiver de permanecer aqui, vai ser um prazer. E aí sim tendo a possibilidade de montar um trabalho diferente – reiterou, ao elogiar torcida, dirigentes e funcionários do clube.

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