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Opinião27/11/2018 | 11h30Atualizada em 27/11/2018 | 13h44

Intervalo: realidade é dura para os clubes de Caxias do Sul

A busca por patrocinadores é cada vez mais complicada

Intervalo: realidade é dura para os clubes de Caxias do Sul Lucas Amorelli/Agencia RBS
Foto: Lucas Amorelli / Agencia RBS

Preocupação
A realidade é dura para os clubes de Caxias do Sul quando se projeta a temporada 2019. Com a queda do Juventude, o cenário de ambos se aproxima. As cotas de TV para o Gauchão são as mesmas e não existem para o Brasileiro, seja na Série C ou na Série D. E a receita é ínfima para a realidade de ambos.

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A partir daí, a busca por patrocinadores é cada vez mais complicada. Poucos, de fato, apoiam o esporte no Rio Grande do Sul. E isso não é de hoje. O jeito é ter criatividade, buscar a mobilização de sócios e torcedores para conseguir arrecadar um valor maior ao final de cada mês. Mas até quando um clube consegue ser sustentável desta forma?

Na entrevista em que anunciou sua saída, Roberto Tonietto citou a disparidade financeira entre os clubes brasileiros e o distanciamento entre gigantes e pequenos. Os médios, como vejo hoje a dupla Ca-Ju, pela estrutura e história, estão em um limbo preocupante. Cada vez mais propensos para a segunda fileira.

Nova data
O sábado que era para ser de festa foi marcado pela violência na Argentina e por um novo adiamento da final da Libertadores. Na manhã de hoje, presidentes de Boca e River se reúnem na sede da Conmebol, em Luque, no Paraguai, para definir a nova data da decisão. 

A tendência é de que ela ocorre entre 3 e 9 de dezembro. Isso porque Buenos Aires recebe até o dia 1° a cúpula do G-20, com reuniões entre as lideranças das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia, e a cidade não teria efetivo policial suficiente para que os dois eventos ocorram ao mesmo tempo. 

O problema é que o Mundial de Clubes da Fifa começa em 12 de dezembro – o campeão da América estrearia no dia 18, deixando apenas 10 dias de diferença entre a final da Libertadores e a estreia do representante da América do Sul no torneio.

A equipe de São Peregrino/Kalabia, de Nova Prata, conquistou no último final de semana, em Carlos Barbosa, o tricampeonato do Estadual Taça Ouro de Bocha. Estiveram presentes 16 equipes do Rio Grande do Sul. 

Em Tramandaí
Dez atletas de Caxias do Sul representaram a cidade na etapa Tramandaí do Circuito Nacional do Sesc Triathlon. O destaque foi Renato Susin, 16 anos, quatro colocado na categoria elite. Com o resultado, ele tornou-se o atleta gaúcho mais jovem da história a subir ao pódio entre os profissionais. 

O campeão foi Flávio Queiroga, do Sesi-SP. A prova teve 750 metros de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida. Alguns atletas participaram apenas do duatlo, que não tinha a natação como uma das modalidades.

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