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Série B20/10/2018 | 08h00Atualizada em 20/10/2018 | 08h00

Juventude quer evitar apagões e buscar bom resultado contra o Vila Nova

Equipe alviverde entra em campo neste sábado(20), às 16h30min, em Goiânia

Juventude quer evitar apagões e buscar bom resultado contra o Vila Nova Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

Os jogos do Juventude contra os times de Goiânia neste segundo turno estão marcados pelos apagões. Na 28ª rodada, contra o Atlético-GO, na última vitória alviverde no Campeonato Brasileiro da Série B, foram os refletores do Estádio Antônio Accioly que se desligaram. 

Porém, o maior apagão veio contra o Goiás, na semana passada, dentro do Jaconi. Depois de um primeiro tempo de gala, o time do técnico Luiz Carlos Winck desligou após os 15 minutos da etapa complementar e a vitória encaminhada por 2 a 0 virou numa derrota acachapante por 5 a 3. Por isso, contra o Vila Nova, às 16h30min deste sábado(20), no Serra Dourada, a missão alviverde é ser consistente durante toda a partida.

— Vamos trabalhar para fazer um grande jogo mais uma vez. Mas não os 60 minutos, e sim os 90. (Contra o Goiás) Foram 45 minutos no primeiro tempo e os 15 do segundo. Até ali, tínhamos o controle do jogo. Tem que ter o tempo todo um nível de concentração altíssimo. Só quando o juiz apitar o final do jogo é que desligamos — decretou o técnico Luiz Carlos Winck.

A semana foi de cobranças da comissão técnica e dos próprios jogadores pelo apagão em casa. No entanto, há o entendimento de que nem tudo foi ruim na partida anterior.

— Foi uma semana para ver o que erramos e o que precisa melhorar na forma de jogar. Analisamos nossos erros, mas vimos que não foi todo o jogo mal. Reconhecemos nossas partes boas e é em cima disso que vamos para o confronto e com a confiança que podemos fazer um bom jogo — afirmou o goleiro Douglas.

Mesmo com a vontade de todos em querer ajudar, Winck já mandou um recado para Douglas, que foi para o ataque contra o Goiás e não estava na sua área na hora do quinto gol sofrido:

— Eu não aceito o goleiro na área e achar que vai resolver. Ele não treina isso. De 100 vezes, aconteceria uma. Não gosto e já conversei com ele que não permito e não quero que aconteça novamente.

O recado foi entendido por Douglas:

— Fui tomado pela situação e vi a possibilidade de empatar. Conversei com o Winck e poderia ter pensado e raciocinado um pouco mais. Fui tomado pelo impulso de ajudar. Mas vou analisar melhor as situações, ver o que pode acontecer e quais serão as consequências. 

Sem um goleiro herói no ataque e com o time sem apagões, o Ju precisa pontuar em Goiânia.

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