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Opinião22/10/2018 | 07h26Atualizada em 22/10/2018 | 07h26

Intervalo: a primeira semana mais importante do ano para o Juventude

Após novo revés, alviverde tem que vencer o Sampaio Corrêa na sexta

Intervalo: a primeira semana mais importante do ano para o Juventude Felipe Nyland/Agencia RBS
Técnico Winck terá que encontrar soluções rápidas para conseguir vencer Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

Não há muito o que analisar. O Juventude pode criar mais que o adversário, mas acaba errando na mesma proporção. Por vezes, falta sorte, como foi no chute de Felipe Mattioni. Em outras há erro técnico, como na cabeçada de Rafael Bonfim que foi de raspão e a bola saiu ao lado da goleira. No fim, começa padecer de sorte para que a situação mude. É um roteiro de descenso. Mas se há esperança contra esse sentimento pessimista, ela reside nas próximas três rodadas. 

Agora é vencer ou vencer. São equipes iguais: Juventude e Sampaio Corrêa. As campanhas são a minha justificativa por comparar assim. Então, vencerá quem tiver mais vontade, estiver mais ligado e acreditando que ainda há como fugir da Série C. Para contrariar a lógica, o Ju precisará se superar. Se não vencer na sexta, aí só algo extraterreno salvará o alviverde.

Como todo roteiro de queda, há situações ruins no vestiário. Ao menos interpreto assim a frase do técnico Winck sobre Matheus Cavichioli sequer ter sido relacionado: “Quando finalizar, eu estando aqui, eu falo. Agora, não quero falar disso, quero falar de coisas boas. Coisas que não trazem nada de positivo, não vou falar.”

Desempenho segue ruim

O aproveitamento do técnico Winck não é bom. Isso é fato. Em nove jogos são uma vitória, dois empates e seis derrotas. Mas isso tem uma explicação que está no seu antecessor. 

O time não foi projetado para ter intensidade, mas para ter força na marcação. O atual técnico tenta alterar essa característica, mas é difícil fazer isso na reta final da temporada. Outro problema, há excesso de volantes e nenhum articulador. Ainda assim,  a mudança no padrão de jogo auxiliou o time criar mais. Só que o ataque não é efetivo e isso piora com a falta de confiança. Com esses problemas, há que se superar. 

Ânimos exaltados no fim de semana

Na Inglaterra, o auxiliar-técnico do Chelsea irritou José Mourinho, treinador do United no empate em 2 a 2. No Brasil, Lisca fez gestos de seu Ceará ser roubado contra o Palmeiras, após ser expulso. Ânimos quentes, mas não igual ao basquete. A cena lamentável do fim de semana é o pugilato entre os jogadores de Lakers e Rockets. Ficou chato para os americanos.

 
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