Intervalo: No processo de recuperação, o Juventude tem um jogo-chave contra o Londrina - Esportes - Pioneiro

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Opinião27/09/2018 | 06h30Atualizada em 27/09/2018 | 06h30

Intervalo: No processo de recuperação, o Juventude tem um jogo-chave contra o Londrina

Equipe alviverde deixa o Z-4 em caso de vitória no Alfredo Jaconi

Intervalo: No processo de recuperação, o Juventude tem um jogo-chave contra o Londrina Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Na obrigação
A vitória do Brasil-Pel, fora de casa, sobre a Ponte Preta só aumentou a necessidade de o Juventude vencer na noite desta quinta-feira. Além de dar continuidade em um processo de recuperação, iniciado com o resultado positivo em Goiânia, o time de Winck precisa ganhar um fôlego na competição. Um novo tropeço no Jaconi significaria se distanciar de adversários fora do Z-4 e, mais uma vez, ficar na obrigado de pontuar longe de casa.

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É repetitivo, mas necessário dizer de novo: a força do Alfredo Jaconi pode garantir a permanência do Juventude na Série B. Com 10 jogos pela frente, sendo seis dentro de casa, a equipe alviverde não pode deixar para depois. Vencer o Londrina nesta noite é fundamental para aumentar a confiança de todos e dar um claro sinal de retomada no campeonato.

Por merecimento
Douglas segue como titular. Matheus precisará esperar o seu momento. É uma mudança que até poderia gerar alguma polêmica não fosse o merecimento. O camisa 1 fez grande partida em Goiânia e terá a sequência que tanto espera.

Estreia?
Outra grande expectativa para o jogo desta noite recai sobre a possível estreia do atacante Hygor.  Após sofrer uma lesão logo após a sua chegada, o jogador chama a atenção nos treinos. Pode ajudar bastante nesta reta final da Série B.

Não duvidem deles
O Brasil pode não ser tetracampeão mundial, mas é impossível duvidar desse time. Nesta quarta-feira tivemos mais uma prova disso. Na largada da terceira fase do Mundial, na Itália, os brasileiros tinham muitas dificuldades para segurar os gigantes russos e perdiam por 2 sets a 0. A derrota parecia algo natural.

Brasil vôlei
Foto: Divulgação / FIVB

O técnico Renan Dal Zotto viu na mudança do levantador uma possibilidade de alteração do cenário. Chamou William (foto) e o central Isaac. O duelo seguiu equilibrado, mas a troca deu um novo gás ao time, que lutou por cada bola e, mesmo diante dos fortes saques e dos ataques potentes de  Mikhaylov, foi superior. 

Mais uma vez, a superação prevaleceu e o Brasil mostrou a força que o fez reconquistar o título olímpico.

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