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Opinião28/09/2018 | 07h00Atualizada em 28/09/2018 | 07h00

Intervalo: Apesar da entrega do grupo de jogadores, Juventude não conseguiu acabar com jejum

Equipe alviverde empatou mais uma e terá de lutar muito para não cair 

Intervalo: Apesar da entrega do grupo de jogadores, Juventude não conseguiu acabar com jejum Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Lutou até o fim
De novo, não faltou entrega para o time do Juventude dentro de casa. Ficou faltando aquilo que já se mostrou uma carência da equipe durante toda a temporada: qualidade. Aliada a intranquilidade e a pressão pela necessidade do resultado, a goleira adversária ficou pequena mais uma vez.

É bem verdade que o time de Luiz Carlos Winck não criou oportunidades em número exorbitante, mas pode-se afirmar que foi melhor durante praticamente todo o jogo. Mais do que isso, contou com o apoio do torcedor, que entendeu as dificuldades do time e tentou empurrar os jogadores, mesmo diante de erros bisonhos.

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No final, mais uma frustração em casa e a certeza de que o Juventude precisará lutar muito para continuar na Série B em 2019.

Evento com os campeões
O Bar Jaconero, reduto dos torcedores alviverdes, promove nesta sexta-feira um evento muito bacana. Trata-se de um bate papo com personagens que participaram do título da Copa do Brasil de 1999. Entre os atletas confirmados estão Fernando Rech, Humberto, Geufer, Luis Oscar. Além disso, membros da comissão técnica e outros jogadores devem marcar presença.

Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (crianças de até 12 anos) e são limitados. No cardápio, picados de churrasco, batata frita e polenta frita.

Encontro grená
O Departamento Jovem do Caxias convida para um almoço de confraternização para novos membros, que ocorrerá amanhã. Todos grenás estão convidados.

O valor é de R$ 20 e inclui o almoço e chopp.  Mais informações com Eduardo Boff, pelo telefone (54) 98115-1002.

Abaixo do esperado
Com a sétima colocação na disputa por equipes, o Brasil encerrou sua participação no Mundial de Judô, em Baku, no Azerbaijão, com uma dose de decepção. Dos 18 atletas que viajaram ao país, apenas um subiu ao pódio: a sogipana Érika Miranda, com o bronze conquistado na categoria até 52kg. 

A seleção não conseguiu superar as expectativas da Confederação Brasileira de Judô (CBJ). Foi o pior desempenho em Mundiais do Brasil no individual desde Roterdã 2009, quando nenhum judoca do país conquistou medalhas.

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