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Liga Nacional de Futsal15/09/2018 | 13h00Atualizada em 15/09/2018 | 13h00

ACBF recebe o Atlântico, em clássico que vale o segundo lugar

Jogo histórico para técnico Marquinhos Xavier será no domingo, às 11h

ACBF recebe o Atlântico, em clássico que vale o segundo lugar Ulisses Castro / ACBF, divulgação/ACBF, divulgação
Técnico Marquinhos Xavier completará 300 jogos no comando da ACBF neste domingo Foto: Ulisses Castro / ACBF, divulgação / ACBF, divulgação
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Se terminar a primeira fase em primeiro se tornou uma tarefa difícil, garantir a segunda colocação nesta etapa da Liga Nacional de Futsal é o objetivo da ACBF neste domingo. Às 11h, em Carlos Barbosa, a equipe laranja recebe o Atlântico. Mais do que um clássico, um confronto direto com o time de Erechim, que hoje é o terceiro colocado.

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– Além de ser um clássico. Tem uma conotação de posição, somos adversários. Eles podem nos passar. Espero dificuldades, de detalhes, de imposição deles pelo resultado. Acho que os dois times buscarão a vitória. Tem tudo para ser um grande jogo – resumiu Marquinhos Xavier, técnico da ACBF.

A equipe de Carlos Barbosa está com 40 pontos em 17 jogos. O Atlântico tem 37 em 16 jogos e ainda a vantagem de ter um saldo superior. Ambos correm por fora na disputa pela liderança, que hoje é ocupada pelo Joinville, com 41 pontos em 17 partidas.

– Mesmo passando, seja em primeiro, segundo ou terceiro, teremos confrontos difíceis já nas oitavas. São adversários que têm um histórico de muita competitividade. A dificuldade vai aumentar ainda mais – minimizou o treinador.

Marquinhos Xavier, aliás, tem um jogo histórico pela frente. O treinador vai para o jogo de número 300 frente à equipe laranja. Ao todo, foram 199 vitórias, 48 empates e 52 derrotas.  

– É uma marca importante. Talvez eu personifique os números, mas é um trabalho coletivo. Todos os que estão ao meu lado atingem essa marca também, principalmente no aproveitamento que temos. É um número expressivo que reflete o trabalho e o envolvimento de todos. Fico feliz de poder estar há tanto tempo no comando e ser aceito pelas pessoas. Fui colocado como líder, mas precisava ser aceito. E isso aconteceu – comentou o técnico, que elencou a final contra a Intelli, em 2015, como o momento mais marcante de sua passagem até então no comando do time de Carlos Barbosa.

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