Intervalo: surgirá um novo Juventude já diante do Paysandu? - Esportes - Pioneiro

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Opinião31/08/2018 | 09h23Atualizada em 31/08/2018 | 09h23

Intervalo: surgirá um novo Juventude já diante do Paysandu?

O que será possível ver já do trabalho de Luiz Carlos Winck na noite de sexta é uma incógnita

Intervalo: surgirá um novo Juventude já diante do Paysandu? Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

A expectativa de todo torcedor do Juventude é que o time dê fim as mais de 10 horas sem balançar as redes adversárias e ganhe. A pergunta é se o técnico Luiz Carlos Winck conseguirá mudar, em tão pouco tempo, a forma da equipe atuar. Se, ao menos, ele conseguir dar velocidade a transição defesa-ataque já mostrará algo novo.

Acredito ser difícil que o time já consiga atuar com um novo padrão de jogo, que seja mais ofensivo. A tendência é aprimorar ainda mais a estratégia adotada ao longo de boa parte do ano:  o contragolpe. É o caminho mais fácil para arrumar a casa e ter a vitória sobre o Paysandu. O resto virá com o tempo.

Início básico (e certo)

Pela possível escalação alviverde, Winck propõe algo lógico. Por mais que Maurício seja zagueiro, pode atuar como lateral-esquerdo. E só. Jogar numa segunda linha ou quase de extrema é uma invenção. No meio, dois volantes. Certo novamente. Três jogadores de qualidade e velocidade do meio para a frente. Alguém contra? Na frente, depende da estratégia. Acredito que Elias seja a melhor opção se o objetivo for contra-atacar.


Que trabalho faz o técnico Tiago Nunes! Com a vitória sobre o Vasco, o Atlético-PR deixou para trás o Z-4 e já se encontra no meio da tabela. Quando encerrou seu trabalho no VEC, em 2017, e assumiu o sub-23 do Furacão, deu um passo “para trás”. A sua estratégia de carreira deu certo. Agora foram cinco passos à frente. Difícil sair do mercado de A e B.


Prévia do melhor do ano

O meia croata Modric levou, e com sobras, o prêmio de melhor jogador da Europa. Nada de novo. O segundo foi Cristiano Ronaldo e o terceiro Salah. Essa é a prévia e não deverá ser diferente da escolha dos melhores da Fifa. 

O croata merece por tudo que fez na temporada e a excelente Copa. A minha mudança seria Salah à frente de CR7. O ano do egípcio pelo Liverpool me parece mais consistente que o do português.

E o grande grupo da "morte"?

Seja na Libertadores ou na Champions, sempre terá aquele grupo que todos irão se perguntar: quem vai assistir um jogo desses?

Pois na Liga dos Campeões, a chave D é daquelas em que só os “viciadinhos” irão assistir aos duelos – e até deles eu duvido. Vamos aos times: Lokomotiv Moscou, Porto, Schalke 04 e Galatasaray. Na comparação, o Grupo B tem Barcelona, Tottenham, PSV e Inter de Milão. É muita disparidade entre as chaves.

 
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