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Opinião23/08/2018 | 09h00Atualizada em 23/08/2018 | 09h00

Intervalo: Estratégia utilizada pelo Juventude na Série B irrita o torcedor

Jogo de sábado, contra o Boa Esporte, ganhou contornos de decisão

Intervalo: Estratégia utilizada pelo Juventude na Série B irrita o torcedor Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS
mauricio reolon

Querer vencer
Ninguém entra em campo para perder. Isso é um fato. Porém, a estratégia utilizada pelo Juventude em grande parte dos jogos da Série B é o que mais tem irritado o torcedor. Falta vontade de vencer.

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No pós-jogo contra o Avaí, por exemplo, Julinho Camargo citou a formação utilizada para neutralizar o rápido Guga, um dos destaques do time catarinense na temporada. Ele optou pelo trio Maurício, Bertotto e Tony para fechar o lado esquerdo. No caso, não seria melhor investir em Caio Rangel, colocar um atacante nas costas do lateral e impedir que ele saísse ao ataque com tranquilidade?

Não se trata de jogar com um ou dois atacantes, de atuar com dois ou três volantes. Passa pela estratégia. Com jogadores sem qualquer faro de gol, fica mais difícil de pensar em um resultado melhor.

Contra o Avaí, Elias perdeu uma grande chance, só que os donos da casa perderam cinco ou seis. A estratégia precisa mudar.

Positivamente
O jogo contra o lanterna Boa Esporte, no sábado, ganhou contornos de decisão para o técnico Julinho Camargo. Um novo tropeço em casa pode significar o ingresso ao Z-4.  E aí, por mais que o returno esteja ainda no começo, se chegar ao sexto jogo sem vencer, não haverá positividade, de dentro ou fora do Jaconi, que consiga alavancar o trabalho do comandante.

Deu ruim, Marin
No Brasil, dificilmente ele seria punido. Porém, na justiça americana a história é outra. A juíza Pamela Chen, da Corte Federal do Brooklyn, em Nova York, condenou o ex-presidente da CBF José Maria Marin a quatro anos de prisão por crimes cometidos no cargo, entre 2012 e 2015. Uma remessa de dinheiro via sistema bancário americano permitiu que ele fosse enquadrado pela legislação de lá, após ser preso em um encontro da Fifa, na Suíça.

Marin também teve confiscados R$ 13,6 milhões do seu patrimônio. Ele ainda terá de pagar multa de R$ 4,9 milhões. 

A denúncia diz que o ex-presidente recebeu mais de U$ 6,5 milhões de propina dos cofres de empresas de marketing esportivo, para assinar contratos de direitos comerciais de competições. Resumindo, acabou a farra.

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