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Opinião09/08/2018 | 12h01Atualizada em 09/08/2018 | 12h01

Intervalo: Como Fahel poderá acrescentar ao clube do Juventude

Após encerrar a carreira, o ex-volante será auxiliar no time alviverde

Intervalo: Como Fahel poderá acrescentar ao clube do Juventude Felipe Nyland/Agencia RBS
Fahel defendeu o Juventude nas temporadas 2016 e 2017 Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

O novo auxiliar técnico do Juventude é uma incógnita enquanto membro da comissão técnica. Porém, o que se conhece de Fahel como o jogador que passou 2016 e 2017 no Alfredo Jaconi é animador. Sujeito de conversa tranquila e com muita experiência, o ex-volante conseguia agradar jogadores e a direção, além de contar com o respeito de boa parte da torcida. Se repetir isso neste retorno, pode acrescentar muito ao ambiente no vestiário alviverde.

Os famosos 45 pontos

Depois de tanto falar nesse número em 2017, o discurso do vestiário e direção alviverde mudou. Garantir a permanência na Série B para 2019 é essencial. Porém, limitar o pensamento só nisso expulsa o torcedor do estádio. A sintonia arquibancada/campo pode se alinhar quando o discurso de ambos estiver mais próximo. Esquecer os tais 45 é uma meta importante para ir mais longe.


O Chelsea contratou o goleiro Kepa Arrizabalaga, de 23 anos, por 80 milhões de euros, junto ao Atlético de Bilbao. É a contratação mais cara da história por um jogador da função. Superou em 5 milhões de euros a venda de Alisson da Roma para o Liverpool.

Futsal raiz

As histórias contatadas nas páginas do Pioneiro de hoje sobre o futsal da região nas últimas três décadas remetem a um tempo onde todo mundo parava nas manhãs de domingo ou no início da tarde de sábado para acompanhar grandes clássicos do Estado. O fim da era de Enxuta e Vasco, em Caxias, Ulbra, Inter e outras tantas equipes, acabou também um pouco com o espírito da raiz desse esporte nas grandes cidades do Rio Grande do Sul.

Hoje, o futsal está mais concentrado em cidades menores, em que a comunidade abraça a equipe, como o caso de Carlos Barbosa com a ACBF – sobrevivente daquele período. Uma pena que grandes centros não valorizem mais.

E o basquete?

Torço para que não chegue o dia em que tenhamos que contar as histórias do Caxias do Sul Basquete num passado tão distante quanto o das equipes de futsal. Que as glórias do time que emocionou uma cidade inteira não se percam no tempo. E que logo possam voltar.

Não falta dinheiro em Caxias para o esporte. Falta vontade mesmo. A crise econômica para as empresas está passando – se é que já não passou –, e acreditar que colocar a marca estampada em um uniforme esportivo é uma realidade que não se enxerga muito por aqui.

 
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