Intervalo: Basquete de Caxias repete dificuldades vivenciadas por UCS e Bento em outros anos  - Esportes - Pioneiro

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Opinião07/08/2018 | 07h10Atualizada em 07/08/2018 | 07h10

Intervalo: Basquete de Caxias repete dificuldades vivenciadas por UCS e Bento em outros anos 

Equipes disputaram por mais de uma década a Superliga Masculina

Intervalo: Basquete de Caxias repete dificuldades vivenciadas por UCS e Bento em outros anos  Roni Rigon/Agencia RBS
No último ano do projeto, UCS firmou parceria com o São Paulo Foto: Roni Rigon / Agencia RBS

Dura realidade
A partir desta terça-feira, iniciamos uma série de matérias que relembram a trajetória de algumas das principais equipes de alto rendimento de Caxias do Sul e região. Em diferentes modalidades, os times chegaram a vivenciar o auge, mas não conseguiram se manter por um longo período no topo. O motivo: a falta de investimentos.

Nos últimos dias, por conta da desistência do Caxias Basquete em participar do NBB 11, houve uma verdadeira enxurrada de comentários nas redes sociais a respeito do tema. De lamentações as críticas aos empresários e até mesmo aos que dirigem a equipe (difícil de entender), tudo parece coerente no momento.

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Mas, afinal, por que o alto rendimento sofre tanto para ter sequência no Rio Grande do Sul? Neste ponto, concordo plenamente com o técnico Rodrigo Barbosa: falta uma cultura esportiva. Por aqui, o esporte está longe de ser prioridade ou alternativa para uma sociedade melhor. É um pensamento pequeno, que parte do poder público e se dissolve por toda a comunidade. É triste, mas é a dura realidade.

Exemplos
Mais do que times de alto rendimento, UCS e Bento Vôlei, citados na matéria publicada na edição desta terça, representaram cidades e comunidades apaixonadas por um esporte. Além disso, ofereciam a oportunidade de acompanhar in loco, em um ambiente saudável e repleto de famílias, craques do esporte, ídolos que dificilmente voltarão a pintar por aqui.

No início da carreira no jornalismo esportivo, tive a oportunidade de entrevistar Giba, Nalbert, Giovane e Gustavo Endres, entre outros campeões olímpicos. Nos últimos anos, Wallace, Lucarelli e Eder Carbonera. Todos estiveram por aqui em jogos contra UCS e Bento.  Fica apenas a lamentação de não poder presenciar mais espetáculos com craques deste nível.

Só tem pedreira
Começam nesta terça as oitavas de final da Libertadores. De fato, agora a competição começa para valer. Ficaram os melhores, os mais tradicionais. Para o Grêmio, que inicia sua trajetória no mata-mata na Argentina, um empate já serve como bom resultado. O atual campeão terá de suar muito a camisa para repetir a conquistar de 2017.

Título para o Brasil
A seleção brasileira masculina sub-21 de basquete, que contava com o fisioterapeuta caxiense Rafael Plein, conquistou o título Sul-Americano da categoria ao vencer a Argentina por 84 a 76.

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