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Copa do Mundo15/07/2018 | 15h07Atualizada em 15/07/2018 | 16h06

Torcida croata em Caxias mostra orgulho pela campanha do país na Copa do Mundo

Delegação da equipe de handebol de surdos da Croácia se reuniu neste domingo para acompanhar a final do Mundial

Torcida croata em Caxias mostra orgulho pela campanha do país na Copa do Mundo Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Croatas mostravam otimismo com a equipe, antes do início do jogo Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

A taça não veio, mas mesmo assim o sentimento da torcida da Croácia na Serra é de orgulho com a campanha da seleção na copa do mundo. Em Caxias do Sul para disputar o campeonato mundial de handebol para surdos, a equipe croata da modalidade se reuniu no salão de um hotel na cidade para ver a final do Mundial, neste domingo. 

- Estamos muito orgulhos. O segundo lugar também é uma vitória - disse Mario Sirotlé, treinador da equipe de handebol da Croácia, após o final da partida, que terminou com vitória francesa por 4 a 2.

Antes do início do jogo, os croatas se mostravam confiantes em superar a França. Animados, entoavam canções típicas do país, vibravam com os nomes dos jogadores anunciados na televisão e se acompanharam atentamente a execução do hino do país. 

O jogador croata Jakov Previsic apostava em um placar de 2 a 1 para Cróacia, confiando que a equipe balcânica conseguiria a revanche da Copa de 1998, quando o time foi eliminado na semi-final após ser derrotado pelo mesmo adversário da final deste domingo. 

- É nossa primeira final, sabemos que a França é um adversário muito difícil – advertiu Previsic. 

No início da partida, com o domínio da equipe de Luka Modric, os torcedores vibravam a cada lance de ataque. O primeiro gol francês, no entanto, foi um balde de água fria. No entanto, quando a Croácia empatou, a euforia voltou. A esperança por uma virada seguia mesmo no intervalo, quando o placar era de 2 a 1 para os franceses.  

- Jogamos muito melhor no primeiro tempo. Vamos virar – acreditava o jogador Bojan Crnojevic.

Já no segundo tempo, conforme iam saindo os gols da França, que chegou a abrir 4 a 1 no placar, o otimismo desparecia. Nem mesmo o segundo tento croata trouxe a empolgação de volta. Ainda assim, o sentimento da delegação croata que acompanhou o jogo em Caxias é de satisfação pela campanha histórica do jovem país, que se tornou independente da antiga Iugoslávia em 1991.  

- Estamos muito orgulhos por ter conseguido chegar na final, somos um país pequeno chegar na final, somos um país pequeno - aponta Oliver Lusic, capitão do time de handebol. 

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