Juventude terá o retorno de Matheus Cavichioli para enfrentar o Brasil-Pel - Esportes - Pioneiro

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Série B10/07/2018 | 20h48Atualizada em 10/07/2018 | 20h48

Juventude terá o retorno de Matheus Cavichioli para enfrentar o Brasil-Pel

Goleiro ainda acusa dores, mas diz estar pronto para voltar ao time

Juventude terá o retorno de Matheus Cavichioli para enfrentar o Brasil-Pel Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

O Juventude terá de volta a referência no gol. Após desfalcar o time na derrota para o Vila Nova, na última vez que o Ju atuou pelo Campeonato Brasileiro da Série B, Matheus Cavichioli retorna à meta alviverde contra o Brasil-Pel, sexta-feira, no Estádio Bento Freitas.

– A pior situação é ficar fora de treino. Fora de jogo é consequência, às vezes tem alguém melhor que você, faz parte da profissão. Mas de treino é a pior coisa. Não conseguir aproveitar a semana, os dias de trabalho – admite o goleiro, que só retornou aos treinos no final da semana passada.

Mesmo com a recuperação da protusão discal, que causou o desconforto na região lombar, Matheus admite que ainda sente reflexos da lesão:

– Sempre tem uma dor. Quando voltamos, nunca é 100%. Até pelo ímpeto de voltar a treinar logo. Às vezes, um movimento, ainda mais com o frio e por se tratar de uma lesão na lombar, acaba doendo alguma coisa. Mas não é nada que impeça de ter o movimento completo durante o jogo. A vontade de estar dentro é tão maior que a gente acaba esquecendo – diz Matheus, que ainda se adapta com a condição climática do reformulado centro de treinamentos do Juventude, no bairro Parque Oásis:

– Nesses últimos dias, o que mais me incomodou de verdade foi o frio. Ficar no CT, que é campo aberto, nesse frio, faz com que se esqueça da dor.

Meta é ficar longe do Z-4

Se as temperaturas baixas e as dores são adversários de Matheus nos treinamentos em Caxias do Sul, em Pelotas o rival é bem conhecido. O Brasil-Pel ocupa a penúltima posição na tabela, mas está somente a três pontos do Ju, que tem um jogo a menos que os xavantes. 

Na casamata adversária estará um velho conhecido de boa parte do elenco alviverde. Gilmar Dal Pozzo assumiu o Xavante há duas rodadas e ainda não venceu.

– O pessoal que estava aqui ano passado sabe das características que o Gilmar usa para jogo. Sabemos como ele é na motivação dentro do vestiário. Tenho certeza que deve estar armando uma situação para motivar os jogadores. O Brasil está em uma situação incômoda na tabela. Isso vai fazer com que a questão anímica aumente ainda mais – avalia o goleiro, que sabe da importância de o time se manter na zona intermediária da tabela ao final do turno da Série B:

– É cedo para falar em pontuação. Mas, no primeiro turno, quanto mais a gente se manter distante da zona do rebaixamento, melhor. Quando vier o segundo e os times dão aquele sprint final, não teremos surpresas. E é importante para que a gente também tenha essa força. No ano passado, tivemos uma boa arrancada e depois nos faltou alguma coisa que nos atrapalhou. Quem sabe esse ano não seja o contrário. Mas, nos manter longe do Z-4 é nossa primeira meta.

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