Intervalo: Juventude precisa dar uma resposta positiva dentro do Alfredo Jaconi - Esportes - Pioneiro

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OPINIÃO20/07/2018 | 10h55Atualizada em 20/07/2018 | 11h03

Intervalo: Juventude precisa dar uma resposta positiva dentro do Alfredo Jaconi

A necessidade da vitória alviverde no sábado

Intervalo: Juventude precisa dar uma resposta positiva dentro do Alfredo Jaconi Lucas Amorelli / Agência RBS/Agência RBS
Foto: Lucas Amorelli / Agência RBS / Agência RBS

Resposta no Jaconi

Os números da campanha alviverde no ano, apresentados na edição desta quinta-feira, servem apenas como base para a análise. Somam-se a eles a observação crua dos jogos e a avaliação de todos fatores que norteiam um time, como desfalques, reforços, lesões, queda de rendimento, entre outros. Cada torcedor, cada dirigente, cada integrante da comissão técnica pode ter uma leitura diferente, mas existe algo que não pode se negar. O Juventude de 2018 não convence. Falta qualidade, falta imposição dentro de casa e confiança para engrenar uma sequência de bons resultados. A boa notícia? Ainda há tempo para evoluir. A Série B permite que o time tenha altos e baixos. Só que a resposta precisa vir logo. Sábado, contra o CRB, é preciso mostrar mais.

Lamentável

Após ler alguns comentários nas redes sociais do Pioneiro, lamento profundamente quem ainda considera algo irrelevante o fato de um torcedor grená ter entrado em campo para agredir atletas do Treze. Apanhou ou bateu? Isso, realmente, é o que menos importa. A mancha na trajetória do clube ficou. E dificilmente será esquecida tão cedo. Se o Caxias ficar “apenas” com a multa, que não deve ser leve, é quase motivo de comemoração. Pelas cenas lamentáveis ao final da partida contra o time paraibano e o que foi descrito em súmula se imaginava um longo período sem jogos no Centenário. Vamos aguardar o resultado do julgamento. Porém, a mudança de postura tem de partir dessa minoria da torcida, que ainda acha legal invadir o gramado e resolver questões do futebol na pancadadaria.

Tchê

O caxiense Alex Pozzer, o Tchê, está de casa nova. Após uma excelente temporada na França, o pivô da seleção brasileira de handebol vai defender o CSM Bucarest, da Romênia. O país é  referência da modalidade.

Alisson vendido

Enfim, a negociação foi confirmada. Nesta quinta-feira, o Liverpool oficializou a contratação do goleiro brasileiro Alisson, que estava na Roma, da Itália. O clube inglês pagou 72,5 milhões de euros, cerca de R$ 323 milhões, pelo camisa 1 da Seleção Brasileira, o que o torna o goleiro mais caro da história. O Inter receberá cerca de R$ 16 milhões, correspondentes aos 5% do clube formador pelo mecanismo de solidariedade da Fifa.Alisson chega ao atual vice-campeão europeu para suprir uma carência na posição, já que o alemão Karius falhou feio na última decisão da Liga dos Campeões. 

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