Intervalo: A supremacia brasileira e o grande desafio belga nas quartas de final - Esportes - Pioneiro

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Opinião03/07/2018 | 06h15Atualizada em 03/07/2018 | 06h15

Intervalo: A supremacia brasileira e o grande desafio belga nas quartas de final

Time do técnico Tite se soltou após início complicado diante dos mexicanos

Intervalo: A supremacia brasileira e o grande desafio belga nas quartas de final Fabrice COFFRINIA/AFP/AFP
Foto: Fabrice COFFRINIA/AFP / AFP

Superioridade
Foi um início tenso, onde a marcação brasileira não encaixava e o México tinha generosos espaços. Porém, depois dos 25 minutos do primeiro tempo, tudo se colocou na ordem natural.

O time de Tite encontrou seu melhor posicionamento e foi muito superior ao adversário. Até poderia ter marcado antes do intervalo, mas o gol só veio em uma linda jogada iniciada e terminada por Neymar.

Porém, mais uma vez, não foi o camisa 10 quem mais chamou a atenção. Willian fez uma partida exemplar, a melhor dele no Mundial. Thiago Silva foi, mais uma vez, supremo no setor defensivo. E Casemiro, que fará muita falta nas quartas de final, acabou com as principais ameaças no meio-campo mexicano.

11 gols
Neymar assumiu o posto de artilheiro da Era Tite na Seleção. Ao anotar o primeiro da vitória desta segunda, o craque deixou para trás Gabriel Jesus, que tem 10 gols marcados sob o comando do técnico. 

O atual camisa 10 do Brasil já está no pódio dos artilheiros da equipe. Conforme a contabilidade da Fifa, que considera apenas jogos oficiais, Neymar ocupa, por enquanto, a terceira posição, com 57 gols, atrás apenas de Ronaldo Fenômeno (62) e de Pelé (77).

O grande teste
Para os belgas, será o grande teste da tão famosa geração de talentos individuais. Depois de passar um tremendo sufoco contra o Japão, a Bélgica de Lukaku, De Bruyne e Hazard precisará mostrar mais diante do Brasil. Caso consiga avançar, se credencia de fato para o título.

O problema vai ser justamente transformar toda a expectativa em realidade.

Dentro da lógica
Pelo que apresentaram as seleções até aqui, dificilmente o título mundial não ficará do lado brasileiro da chave. Na hora de montar o bolão ou definir uma aposta, cravaria facilmente que Rússia, Croácia e os dois times que avançarem nos duelos desta terça-feira são azarões diante de Uruguai, França, Brasil ou Bélgica. 

É lógico que a competição se mostrar imprevisível em muitos momentos, mas, na hora da decisão, nos momentos em que a camisa pesa, não adianta só ter um time bem ajustado. E, neste caso, a qualidade de alguns jogadores realmente faz a diferença.


 
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