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Série B13/07/2018 | 07h30Atualizada em 13/07/2018 | 07h30

Em duelo de velhos conhecidos, Juventude e Brasil-Pel querem dar um salto na tabela

Clássico gaúcho inicia às 18h, no Estádio Bento Freitas, em Pelotas

Em duelo de velhos conhecidos, Juventude e Brasil-Pel querem dar um salto na tabela Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Equipe alviverde fez o último treino em casa na manhã de quinta-feira Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

Nesta sexta-feira, a partir das 18h, no Estádio Bento Freitas, em Pelotas, o Juventude deve encontrar o adversário mais difícil do Campeonato Brasileiro da Série B de 2018. Não que o Brasil-Pel, 19° colocado na classificação, seja mais imponente ou jogue melhor que os líderes da competição. O maior desafio alviverde será a tentativa de surpreender os xavantes. 

Conhecidos de parte a parte e com amigos de lado a lado, os dois representantes gaúchos no campeonato sabem da importância do duelo  para que a atual temporada da Segunda Divisão nacional não se torne apenas uma briga para fugir do rebaixamento.

Gilmar Dal Pozzo, técnico xavante, conhece bem o Juventude. Treinador alviverde até conquistar os famigerados 45 pontos na Série B passada – e que garantiu o clube na competição este ano, o ex-goleiro trabalhou com boa parte do elenco juventudista. Do provável time do Ju que entrará em campo hoje, quatro eram titulares de Dal Pozzo em 2017. 

Micael, que ganha a vaga do suspenso Fred na defesa, é um deles. O zagueiro acredita que o Ju encontrará um adversário com alto nível de concentração para o desafio pela 15ª rodada:

– Acredito que será um time muito focado. Essa é uma das principais virtudes do Gilmar. Eles vão se preparar muito bem para esse jogo, da mesma forma  que a nossa equipe. Tivemos três semanas preparando e trabalhando em cima deles também.

Atual comandante do Juventude, Julinho Camargo também conhece Gilmar Dal Pozzo e sua comissão técnica. Ano passado, os dois se enfrentaram. Comandando o Boa Esporte, Julinho foi derrotado pelo Ju de Dal Pozzo, por 2 a 0. Agora, a situação é outra, mas com personagens muito próximos.

– Fui treinador do Lucianinho (auxiliar de Dal Pozzo) no Veranópolis, e por ele ser de lá, acompanhou várias vezes nosso trabalho. O Gilmar é muito meu amigo. Um cara que gosto e respeito demais. Conhece muito do meu modo de trabalhar e eu conheço o dele. Tivemos enfrentamentos em vários momentos. Sei das características dele, mas a gente vai a cada ciclo modificando um pouquinho alguns conceitos – avaliou o treinador alviverde, reconhecendo a dificuldade para as duas equipes na partida desta sexta:

– A Série B é uma competição, por natureza, extremamente equilibrada. Mas esse jogo um pouco mais, justamente pelas equipes se conhecerem bem. Os dois treinadores se conhecem muito e há respeito mútuo.

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