'É a Copa do Mundo do Caxias', diz o capitão Jean sobre a decisão de domingo - Esportes - Pioneiro

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Série D04/07/2018 | 08h42Atualizada em 04/07/2018 | 08h42

'É a Copa do Mundo do Caxias', diz o capitão Jean sobre a decisão de domingo

Zagueiro grená ressaltou que a mobilização do grupo está em alta para encarar o Treze

'É a Copa do Mundo do Caxias', diz o capitão Jean sobre a decisão de domingo Felipe Nyland/Agencia RBS
Jean vê como o jogo da vida para o clube Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

— É o jogo da vida. É a Copa do Mundo do Caxias.

Esse é o espírito que o zagueiro Jean, do Caxias, encara o jogo decisivo contra o Treze-PB, domingo, às 16h, no Estádio Centenário, pelas quartas de final da Série D. Enquanto o mundo volta seus olhos para o torneio na Rússia, os grenás contam os minutos para o jogo do Centenário, afinal definirá o futuro do clube nos próximos anos. Seguir nos porões do futebol nacional ou regressar aos 60 melhores e com bom calendário. Só por isso, já se justificam as comparações.

Para o zagueiro, esses pontos vão um pouco mais além. Aos 28 anos e nas últimas oito temporadas defendendo a camisa grená, o capitão sabe a dimensão deste jogo. Presente na campanha de 2015 e no ressurgimento grená no Gauchão de 2017, falta um passo para ajudar a recolocar os grenás dentro da Série C 2019. O problema é que o Caxias saiu atrás no jogo de 180 minutos e precisará reverter a vantagem paraibana de 1 a 0. Empenho para isso não falta.

— Estamos nos mobilizando desde o término da partida lá. Foi um resultado adverso, mas não jogamos tudo que podemos. O espírito vai ser o melhor possível. É um dos jogos mais importantes dos últimos anos — ressalta Jean.

Toda essa confiança de que o time pode um pouco mais está nos números. Dentro do Centenário, o retrospecto é extremamente positivo. Em cinco jogos foram marcados 12 gols, média de 2,4 por partida. Na defesa, sofreu três. Ou seja, leva um a cada dois confrontos.

— Temos mais segurança de jogar diante do nosso torcedor, que nos ajuda e nos empurra bastante. Aqui é um campo que conhecemos e muitas vezes não estamos indo bem onde tem clima abafado, como encontramos lá (em João Pessoa, na Paraíba). Agora não podemos mudar o que estamos fazendo em casa e se continuar com essa média de 2,4, me serve. Não queremos sofrer gols e marcando dois provavelmente sairemos com a classificação — opina o capitão, que também está de olho em colaborar no ataque:

— Se pudermos cooperar com uma bola aérea, um gol, eu e o Júnior (Alves, zagueiro) estaremos indo ao ataque. Ali atrás estaremos fazendo um bom papel.

Com o poder de casa, o Caxias dá as costas para o Mundial da Rússia e foca tudo no Treze e nas suas melhores chances de um novo acesso desde que conquistou a Divisão de Acesso gaúcha em 2016.

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