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Bodega do Bachi #401/07/2018 | 20h15Atualizada em 01/07/2018 | 20h15

"Atletas" do Carrossel contam histórias do técnico da Seleção e falam da amizade com Tite

Aloir de Oliveira e Alvaro Mentta foram personagens da quarta edição da Bodega do Bachi

"Atletas" do Carrossel contam histórias do técnico da Seleção e falam da amizade com Tite Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Aloir de Oliveira e Alvaro Mentta são amigos de longa data de Tite, de quem ganharam as camisas da Seleção Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

Se dependesse dos amigos de Tite, gols não faltariam para o Brasil, nesta segunda-feira, diante do México. Aloir de Oliveira e Alvaro Mentta dizem terem sido tão bons quanto Philippe Coutinho e Gabriel Jesus, respectivamente. O tom de brincadeira, claro, faz parte do Carrossel, time que reúne amigos de longa data e familiares do treinador da seleção para "peladas" nos finais de semana e datas especiais. 

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Aos 53 anos, Alvaro Mentta é amigo de infância da família Bachi. Artilheiro do Carrossel, ganhou a camisa 9, de Gabriel Jesus, de presente de Tite. 

— Ele me deu porque eu sou o homem-gol do Carrossel. Ele brinca: "Como pode, Alvaro. A bola te procura. Ela para e tu guarda". A 9 é porque eu gosto, sempre fui centroavante — conta, ao citar jogos dos mais de 30 anos de existência do time que veste as cores azul e preto. 

Aloir de Oliveira, 66 anos, é médico e tem quase uma vida dedicada ao Departamento Médico do Caxias, onde foi campeão gaúcho de 2000. Quem estava no comando? O amigo Tite. Ganhou do técnico da Seleção a camisa 22, uma das primeiras que Coutinho vestiu com o caxiense no comando. 

— A gente tem essa parceria com o Tite. Eu mesmo já escalei a seleção. Eu falo e ele só ri. Às vezes em algum churrasco ele até comenta, mas por mensagem ele não fala nada, só ri. Eu "acertei" a maioria dos convocados. Acho até que alguns ele foi por nós (risos). Ele não se deixa levar, mas temos liberdade para brincar com ele — conta. 

Quando vem para Caxias ver a família, o encontro com os amigos é marca registrada de Tite. Nem sempre, porém, dá tempo de ir para o jogo com o Carrossel. Quando vai, não tem vida fácil, mesmo tendo o principal cargo do futebol brasileiro neste momento. 

— A gente critica, dá duro nele. Pede para ele correr, para ele "flutuar". Ele conhece muito o futebol, mas teve problemas no joelho. Não dá para exigir muito. Às vezes ele quer coordenar e tem que cortar ele: "só joga, só joga" — afirma Aloir, que além da camisa, exibe um rosário que ganhou o treinador da seleção quando passava por problemas de saúde. 

A dupla não dá dicas, até por confiar no amigo, mas quer ver a seleção "mais leve" no jogo de hoje diante dos mexicanos. Apostas? "3 a 0", diz Alvaro e "3 a 1", acredita Aloir, "mas sem sustos" 

Entre risos e histórias do passado, o futuro da seleção também fez parte do quadro "Bodega do Bachi", realizado numa parceria entre Jornal Pioneiro, RBS TV e Rádio Gaúcha Serra.

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